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Clausura

Nada mais entendo
Da realidade desta vida fugaz.
Tudo, tudo, me parece desconhecido!

 A obscuridade prevalece?
O mundo tornou-se um abismo perdido
Um buraco negro que sangra,

Vísceras são expostas ao vitupério
Levando inocentes a baixar a cova
A critério da perversidade humana (Cemitério).

Oxalá que a pobreza
Da alma se convertesse
A riqueza do amor de Deus...

Sinto saudades dos tempos de outrora
Quando criança brincava feliz
Uma fortaleza havia dentro de mim
Meus pais passavam segurança.

Disciplina, limites,
Éramos tão livres infantis
A cantarolar como pássaros.

Hoje as crianças, os jovens vivem...
Num cárcere isolado cada um em seu
Refúgio desconectado dos pais.

Aonde deveriam ser seu porto seguro!
Dessa forma, a alma se sente desprezada
Rejeitada contrariada passando a viver...

Em conflito, - vem a clausura devaneios
O adversário da nossa alma logo entra
Em ação, sagaz, astuto encontra presa fácil

Que já não se sente amada nem
Pelo os seus e nem pelo mundo levando-os
As piores atrocidades algo assim.


Irreparável que ficamos perplexos...
O que dizer? O que fazer?
Rever os nossos conceitos em relação
A família seria o primeiro passo!

Eu acredito: Que um simples eu te amo,
Você consegue, porque é capaz ....
Isto sim, faz uma diferença!

O mundo pode dizer que não,
Mas você mãe pai jamais! ...
Mesmo que tudo lhe pareça contrário.


22/10/17
Mary Jun,
Guarulhos,
Às 01:20hrs


Mary Jun
Enviado por Mary Jun em 22/10/2017
Código do texto: T6149944
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Mary Jun
Recife - Pernambuco - Brasil, 55 anos
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1 e-livros (87 leituras)
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Mary Jun