BETTY FRIEDAN E O FEMINISMO

Betty Friedan:

Nasceu em 04 de fevereiro de 1921

Morreu em 04 de fevereiro de 2006

Nasceu em Illinois, USA, e quando jovem foi ativista em causas de círculos radicais de Marxistas e Judeus. No colégio, editou um jornalzinho, que já mostrava suas idéias igualitárias.

Após a graduação, passou um ano na University of California, Berkeley, fazendo psicologia, mas largou para trabalhar como jornalista para publicações esquerdistas e sindicalistas.

Casou-se com Carl Friedman, em 1947, e decidiram retirar o "M" após o casamento. Divorciou-se em 1969, alegando espancamento e maus tratos. Há depoimentos de amigas (como Dolores Alexander) que deram depoimentos confirmando ter cuidado de "olhos roxos" pouco antes de algumas conferências.

Eles tiveram 3 filhos.

Em 1952, foi demitida do UE News, grávida de seu segundo bebê.

No 15° aniversário de formatura, reuniu as mulheres, focando em sua educação, experiências subseqüentes e a satisfação com a vida que levavam. Seu artigo, que lamentava o destino das colegas de classe, foi recusado por todos os editores, em 1958.

"The Feminine Mystique" - seu primeiro livro.

Após a recusa, ela resolveu trabalhar no artigo e o transformou num livro, publicado em 1963 - The Feminine Mystique. Nele, ela disseca os papéis da mulher na sociedade industrial, e particularmente no âmbito das "domésticas de tempo integral".

O livro tornou-se um best seller, e foi o impulso para a segunda onda de feminismo, elevando o movimento feminino para um patamar inacreditável.

Seus outros livros:

The Second Stage;

It Changed My Life: Writings on the Women´s Movement;

The Fountain of Age.

Friedan co-fundou the U.S. National Organization for Women, com Pauli Murray, a primeira mulher Afro-Americana "padre episcopal", e foi sua primeira presidente, de 1966 to 1970.

Ela tb ajudou a fundar o NARAL (National Association for the Repeal of Abortion Laws), em 1969, com Bernard Nathanson e Larry Lader. Ela permaneceu a vida inteira partidária ferrenha do direito de abortar.

Ela é considerada uma das mais influentes feministas do século XX.

Ela era opositora da equiparação do feminismo e lesbianismo, inclusive por se considerar "quadrada" e desconfortável sobre homossexualidade.

A Betty Friedan foi atribuído o slogan "Lavender Menace" (ameaça lavanda), durante a National Organization for Women (NOW), encontro de feministas de 1969. Esse termo se referia às lésbicas que queriam equiparar os dois movimentos.

Obituários pelo mundo:

• Betty Friedan, philosopher of modern-day feminism, dies - CNN, February 4, 2006.

• Betty Friedan, Who Ignited Cause in ´Feminine Mystique,´ Dies at 85 - The New York Times, February 5, 2006.

• “Voice of Feminism´s ´Second Wave´,” The Washington Post, February 5, 2006.

• “Betty Friedan, Philosopher Of Modern-day Feminism, Dies,” Los Angeles Times, February 4, 2006.

• “Catalyst of Feminist Revolution,” Los Angeles Times, February 5, 2006.

• “Betty Friedan, feminist visionary, dies at 85,” The Boston Globe, February 5, 2006.

• “Betty Friedan, 1921-2006,” The Nation, February 9, 2006.

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