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LúcyaAdães-ChicoDoCrato-MeuMal-MeuRemédio
Publicado por: ChicoDoCrato
Data: 29/04/2018
Classificação de conteúdo: seguro
Créditos:
LúcyaAdães-ChicoDoCrato-MeuMal-MeuRemédio
ChicoDoCrato, Música, Voz, Violão, Sintetizador, Arranjo e mixagem do poema de Lúcya Adães.
Audacity 080 Ritmo 063+50 em Lá+. Gravação caseira. Gravar em estúdio.
Copyright: proibir a cópia, reprodução, distribuição, exibição, criação de obras derivadas e uso comercial sem a sua prévia permissão. A proteção anticópia é ativada.

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
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Texto

LúcyaAdães-ChicoDoCrato-MeuMal-MeuRemédio

LúcyaAdães-ChicoDoCrato-MeuMal-MeuRemédio
https://www.recantodasletras.com.br/audios/cancoes/79431
ChicoDoCrato, Música, Voz, Violão, Sintetizador, Arranjo e mixagem do poema de Lúcya Adães.
Audacity 080 Ritmo 063+50 em Lá+. Gravação caseira. Gravar em estúdio.
Copyright: proibir a cópia, reprodução, distribuição, exibição, criação de obras derivadas e uso comercial sem a sua prévia permissão.  A proteção anticópia é ativada.

“Boa noite, doutora!”
"Boa noite!” (que sorriso!)
Um aperto de mão...
(outro no coração...)¬
Uma vontade incontida
de abrir o jogo,
mas, nada digo.

Um espanto:
“Como está magro! Esteve doente?”
Digo lhe que não,
num grande desencanto.
“Deixei, apenas, de tomar leite...”,
arrisquei timidamente.

Passado algum tempo:
“Você não esteve doente?”
Novamente, descontente,
disse lhe que não.
Talvez até tivesse mentido
porque escondi, seguramente,
o mal que há tanto tempo tenho sofrido...

E, assim,
para que, pelo menos,
esta mentira tenha um fim,
nestes versos, cara doutora,
a você, hoje, venho expor
ou melhor, me abrir:
A causa do meu mal é o desamor...
Suplico lhe, portanto,
estancar me o pranto,
pondo um fim à minha dor...

Meu mal é terrível!
Acho até que é incurável...
...e só um esculápio
como você, doutora,
poderá salvar me.
Só você poderá curar me!
Sabe por quê?

Sofro a solidão
de um incompreendido amor,
por amar a uma doutora
que só vê doença em mim...
E isso é tão ruim!...
Eu sofro tanto!
Há tanto tempo
derramo grosso pranto...
Vejo me sempre sozinho...
É tão triste esta vida minha!
Sabe, doutora,
você bem que tem razão...
Estou doente, sim!

E o que é pior:
já estou chegando ao fim...
Portanto, atente
para o que lhe vou dizer:
bem que eu queria ter outra sorte...
Este amor está me levando à morte...
Não queria, desse amor, morrer.
Por favor, doutora,
ponha um fim à minha dor!

Bis  no final
Você bem que pode salvar me!...
Só você pode curar me!
Sabe por quê?
O meu grande mal
é lhe querer bem...
É, baseado, porém,
na medicina natural,
acabei de saber,
que o meu santo remédio
é uma boa dose de você!


ChicoDoCrato e Lúcya Adães
Enviado por ChicoDoCrato em 29/04/2018
Reeditado em 29/04/2018
Código do texto: T6322192
Classificação de conteúdo: seguro

Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

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Sobre o autor
ChicoDoCrato
Salvador - Bahia - Brasil, 61 anos
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41 e-livros (897 leituras)
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