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Sobre o autor
Tércio Ricardo Kneip
Santa Vitória do Palmar - Rio Grande do Sul - Brasil, 58 anos
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 12/04/21 18:26)
Tércio Ricardo Kneip

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Perfil
Nasci em Natal, Rio Grande do Norte. No dia quatro de outubro de mil novecentos e sessenta e dois. Vivi em Niterói ainda de fraldas. Depois voltamos para o Rio Grande do Sul. Cursei meu primeiro ano primário em Esteio. Retornamos para Rio Grande. De Rio Grande partimos para Santa Vitória do Palmar. Extremo Austral do Brasil. Itinerário que a Marinha do Brasil traçava em nossas vidas. Pai militar e mãe do lar. Em Santa Vitória escrevi meu primeiro conto para o Grêmio Estudantil no Colégio Estadual Santa Vitória do Palmar. (Ginásio). Título: "A vida na hora da morte". Participei da Câmara de Vereadores aos dezenove anos de idade na condição de suplente (1983),ocupando por um mês a vacância do cargo.(PMDB). Parti para Porto Alegre em busca de atividade produtiva. Participei do Pasquim Sul como ilustrador. O jornal era confeccionado metade no Rio de Janeiro e metade em Porto Alegre. Salário cobria com  cachorro quente o mês inteiro. Consolo: se a imprensa de papel pagava pouquíssimo a condição virtual não paga nada. Eis a evolução nacional do segmento informativo. Trabalhei também como cartunista da Secretaria de Estado da Cultura (CODEC-RS) atuando com  proventos da doméstica exonerada. No decorrer dos trabalhos o Editor, figura humana de raras qualidades, me declarou Co-Editor do Jornal Trinta Dias de Cultura.  De fato fui Co-Editor, interino. Veio à mudança de governo, veio à exoneração. Sem vaga na imprensa "normal" retornei para o extremo sul  onde atuei como Coordenador de Projetos na Casa de Cultura Municipal, SVP. Veio à mudança de governo, nova exoneração. Retorno à vida privada. Procurei me aproximar da gênese acadêmica com seus primeiros passos no interior para inclusão social. Cursei história, Licenciatura Plena (2000). Pós-graduação que também não aumentou uma moeda sequer em termos de remuneração. Sou professor concursado e sem plano de carreira  no Chuí, tirei o primeiro lugar diante da única vaga existente. O mundo virtual vende  esperança sem  cachorro-quente. É sina nacional. Pelo menos até agora. Sou incansável na luta pela remuneração do trabalho virtual em condições de up-load. Para dissuadir este aspecto a tecnologia avança, mas dentro do mesmo processo de exploração convencional colonialista de acumulação de capital. Virtualmente o que temos são leis direcionadas para o campo moral numa nação sem adultos a vida inteira. O escritor precisa ter o comprometimento de luta contra a mentalidade ingênua perpetuada  pelos meios de comunicação e mídia.


Última atualização em 12/04/21 18:26