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DA TERRA DE JOSÉ LINS

Da terra de José Lins
O que pode vir de lá
Mais do que doze romances?
— um poeta a me machucar.

Com versos que ninguém sabe
Onde é que foi arrumar,
Que às vezes rima tão sério,
Às vezes não quer rimar!

Que às vezes até parece
Criança que nunca cresce
E só leva a vida a brincar...

Brincando com as palavras,
Tirando as penas das asas
Do pássaro que vai voar!

© Antonio Costta


 
RESUMO BIOGRÁFICO
 
Antonio da Costa Silva (Antonio Costta) é poeta e artista plástico brasileiro, nascido em 24 de abril de 1972, no Sítio Chã de Areia, município de Pilar, Estado da Paraíba. É autor da letra do Hino Oficial de Pilar e de 18 livros de poesia. É casado com a itabaianense Ivoneide Altino Costa e pai de três filhos: Alana Costa, Letícia Pillar e Antonio Júnior. É presbítero da Igreja Assembleia de Deus (Missão) em Itabaiana/PB.

Em 2012 recebeu o título de Cidadão Itabaianense e em fevereiro de 2015 tornou-se membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba.

Livros publicados:

Um Juntador de Palavras (2003), Poesia Nordestina (2004), Coletânea Poética (2009), Chuva de Poesias (2011), Lira dos Quarenta Anos (2012), Poesia Cristã (2014), O Poder do Amor (em co-autoria com quatro poetas estrangeiros (2014), A Moça do Coreto (2014), Poesia Comentada (2015), Poesia Reunida (2016), No Chão da Memória (2016), Trovas e Pensamentos (2016) Pensamentos de um Poeta (2017), 50 Sonetos de Amor (2018), Trovas de mi Corazón (em parceria com o poeta espanhol Cristino Vidal Benavente, 2018), Os Pilares do Brasil - Poemas & Crônicas (2018), Quem Escuta a Voz do Rio? (2019); Poemas de Faz de Conta (2019) Desabafo de uma Pedra (2020); Se as Pedras Fossem Flores (2020) e Visita de D. Pedro II à Pilar-PB e Outros Poemas Pilarenses (2020). 

Antonio Costta exerceu as seguintes funções:

Vereador do município de Pilar/PB (por duas legislaturas); Secretário Adjunto de Cultura do município de Itabaiana/PB (na 2ª gestão da prefeita Eurídice Moreira); Secretário de Cultura e Turísmo do município de Pilar/PB (na primeira gestão do prefeito José Benício Neto).


SER
 
Eu falo uma língua universal
— a do vento;
e o meu coração é puro sal
— sentimento.
 
Com os meus olhos opero única vida
— mútua;
e o que faço dela ninguém acredita
— busco-a!
 
Não nego e nem grito, mas sou poeta
— menor;
e ser o que sou é quase um martírio
— uma dor!
 
Trago em meu peito uma grande esperança
— uma flor;
Pois acredito como toda criança...
— no AMOR!


Antonio Costta
 
https://antoniocostta.blogspot.com.br/
E-MAIL: antoniodacostta@gmail.com


OUTRO RESUMO BIOGRÁFICO:


Antonio da Costa Silva (Antonio Costta) nasceu no Sítio Chã de Areia, município de Pilar, Estado da Paraíba. Filho do agricultor Severino Honorato da Silva e da dona de casa Maria José da Costa Silva. 
Aprendeu as primeiras letras no Sítio Chã de Areia com a professora “Dona Antonia Matos”, lembrada em alguns de seus poemas. Em 1990 concluiu o ensino médio na cidade vizinha de Itabaiana, onde começou a escrever seus primeiros poemas e publicar no jornal A FOLHA, daquela cidade. 
Em 1992 foi eleito vereador por sua terra natal e reeleito em 1996. Em 1993 Antonio converteu-se à religião evangélica, fato que marcará profundamente a sua poesia. Foi casado com a pilarense Francileide Dias da Costa que faleceu em 1997 - deixando como fruto dessa união (com apenas dois meses de nascida) sua filha Alana Dias da Costa. Em 2000 resolveu sair da política e dedicar-se mais à família, àDeus e à poesia, fixando residência na cidade de Itabaiana, onde reside até hoje. 
É casado com a itabaianense Ivoneide Altino Costa, de cujo casamento nasceram mais dois filhos: Letícia Pillar Altino Costa e Antonio da Costa Silva Júnior. De 2009 a 2012 exerceu o cargo de secretário adjunto de cultura do município de Itabaiana. Em maio de 2012 recebeu o Título de Cidadão Itabaianense, concedido pela Câmara Municipal de Itabaiana-PB. É presbítero da Igreja Assembléia de Deus de Itabaiana. O poeta Antonio Costta, como é mais conhecido, é autor da letra do Hino Oficial de Pilar, de dois CDs de poesias recitadas e de vinte livros de poesia. 
Costta tem participado de vários fóruns literários em língua portuguesa e espanhola, através da internet, a exemplo do “Poesia Pura”, “Poetas do Amor e da Paz” e “Recanto das Letras”. Em 2015 teve seu poema "Verde que te quero verde" selecionado no concurso nacional de poesia "Prêmio Sarau Brasil 2015" e o soneto "Viver é Amar" também classificado em outro concurso nacional o "Premio Poetise 2016", ambos organizados pela Editora Vivara. 
Em fevereiro de 2015 Antonio Costta tornou-se membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba.

Livros publicados:

Um Juntador de Palavras (2003),
Poesia Nordestina (2004),
Coletânea Poética (2009),
Chuva de Poesias (2011),
Lira dos Quarenta Anos (2012),
Poesia Cristã (2014),
O Poder do Amor (em co-autoria com quatro poetas estrangeiros (2014),
A Moça do Coreto (2014),
Poesia Comentada (2015),
Poesia Reunida (2016),
No Chão da Memória (2016),
Trovas e Pensamentos (2016),
Pensamentos de um Poeta (2017),
50 Sonetos de Amor (2018),
Trovas de mi Corazón (em parceria com o poeta espanhol Cristino Vidal Benavente, 2018),
Os Pilares do Brasil - Poemas & Crônicas (2018),
Quem Escuta a Voz do Rio? (2019),
Poemas de Faz de Conta (2019),
Desabafo de uma Pedra (2020);
Se as Pedras Fossem Flores (2020),
Thoughts of a Poet (2020),
Visita de D. Pedro II à Pilar-PB e Outros Poemas Pilarenses (2020). 

A VOZ DA POESIA

Não sei por que razão a nostalgia
Insiste bater tanto em minha porta
Quando o sol os meus olhos alumia,
Despertando u’a lembrança quase morta.

Não sei por que razão uma alegria
Inda traz um sorriso à boca torta;
Sentindo, na manhã que se anuncia,
Um fio de esperança que conforta.

De repente minha alma fica pasma,
Quem bateu em minha porta? — um fantasma?
Ou o vento passageiro, sem resposta?...

Então ouço uma voz, em melodia,
Falar-me na brisa do novo dia:
"Sou eu — a Poesia — Antonio Costta!"

Antonio Costta


     Apesar de considerar-se apenas “Um Juntador de Palavras” (título de seu primeiro livro) o poeta com sua simplicidade tem conquistado a cada dia admiradores mundo afora, como consta em alguns comentários, transcritos abaixo, de escritores brasileiros e estrangeiros.
 
“Costta revela-se um trabalhador da poesia, e mais, um verdadeiro embaixador das nossas melhores letras, fomentando relações culturais com diversos países da América Latina e Europa. Admiro a capacidade incomum desse poeta de resistir ao descaso com que se tratam as artes na província em que vive.”
 
Fábio Mozart
(Poeta e Jornalista – João Pessoa – Brasil)
 
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“Ele se diz 'menino traquino, juntador de palavras' em sua modéstia parnasiana, quando, na verdade, aqui o vejo como um juntador de Nações, de grandes Nações, voando, vento afora, as asas poéticas por esses céus do Brasil, de Portugal, do México, da Espanha e da Argentina, em um voo vasto que dá gosto de se ler! Com ''O Poder do Amor", o nosso conterrâneo, Antonio Costta, vate condoreiro, estreita ainda mais os seus laços com o mundo das letras.”
 
Odir Milanez da Cunha
(Poeta e Escritor – João Pessoa – Brasil)
 
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“Gostei muito da musicalidade, do ritmo dos seus poemas, e também da diversidade dos temas, da maneira como, desenvoltamente, incursiona nos meandros da condição humana. É, quase sempre, uma poesia social sem apelar para o panfletarismo, para o meramente tribunício.”
 
Sérgio de Castro Pinto
(Da Academia Paraibana de Letras)
 
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“Su poesía desarrolla el tema de la trascendencia del poeta, la preocupación por transmitir y heredar lo mejor del ser a las siguentes generaciones. Lo que enaltece toda obra humana.
Abrazo la belleza de la poesía en tu idioma, de la cual eres un digno representante y te felicito de corazón por la edición de tu nuevo libro.”
 
Marlene de la Flor
(Poetisa e escritora – Peru)
 
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“Es una poesía auténticamente transparente que bebe en el acerbo de los mejores poetas contemporáneos, cuya influencia se deja ver con que refieres a asuntos transcendentes.
Es una poesía de luz y de compromiso con los pies en la tierra y la mirada en el cielo.”

VICENTE MARTIN
(Poeta e escritor – Madrid – Espanha)
 
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“Hombre de principios inquebrantables, Antonio Costta es un ejemplo claro de poeta entregado a su causa. Su obra pivota en torno a una visión humanista del mundo que le há tocado vivir y al que sirve con una sensibildad fuera de toda duda.
Ejerce una poesia limpia y descontaminada, una poesía destinada a llegar al corazón del ser humano mediante instrumentos líricos, em ocasiones, muy próximos al misticismo clásico. Una poesía, en fin, que no puede dejar a nadie indiferente pues alcanza la fibra sensible del lector más imperturbable.”
 
Vicente Fernandez-Cortés
(Escritor e Poeta – San Roque - Espanha)

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