Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Autores

Sobre o autor
ANTONIO COSTTA
Itabaiana - Paraíba - Brasil, 46 anos
694 textos (69676 leituras)
49 áudios (1042 audições)
8 e-livros (211 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/01/19 11:02)
ANTONIO COSTTA

Textos do autor
Áudios do autor
Perfil
"Sou um Juntador de Palavras, um amante da poesia que adora escrever como um menino traquino, apesar de já ter passado pela Lira dos Quarenta Anos".

ANTONIO COSTTA
 
RESUMO BIOGRÁFICO
 
Antonio da Costa Silva, ou simplesmente Antonio Costta, nasceu no Sítio Chã de Areia, município de Pilar, Estado da Paraíba. Filho do agricultor Severino Honorato da Silva e da dona de casa Maria José da Costa Silva.
Aprendeu as primeiras letras no Sítio Chã de Areia com a professora “Dona Antonia Matos”, lembrada em alguns de seus poemas. Em 1990 concluiu o ensino médio na cidade vizinha de Itabaiana, onde começou a escrever seus primeiros poemas e publicar no jornal A FOLHA, daquela cidade.
Em 1992 foi eleito vereador por sua terra natal e reeleito em 1996. Em 1993 Antonio converteu-se à religião evangélica, fato que marcará profundamente a sua poesia. Foi casado com a pilarense Francileide Dias da Costa que faleceu em 1997 - deixando como fruto dessa união (com apenas dois meses de nascida) sua filha Alana Dias da Costa. Em 2000 resolveu sair da política e fixar residência na cidade de Itabaiana, onde mantém uma escola de cursos profissionalizantes.
É casado com a itabaianense Ivoneide Altino Costa, de cujo casamento nasceram mais dois filhos: Letícia Pillar Altino Costa e Antonio da Costa Silva Júnior.
De 2009 a 2012 exerceu o cargo de secretário adjunto de cultura do município de Itabaiana. Em maio de 2012 recebeu o Título de Cidadão Itabaianense, concedido pela Câmara Municipal. É presbítero da Assembléia de Deus de Itabaiana. O poeta "Antonio Costta", como é mais conhecido, é autor da letra do Hino Oficial de Pilar, de dois CDs de poesias recitadas e de quatorze livros de poemas.
Costta tem participado de vários fóruns literários em língua portuguesa e espanhola, através da internet, a exemplo do “Poesia Pura”, “Poetas do Amor e da Paz” e “Recanto das Letras”. Em 2015 teve seu poema "Verde que te quero verde" selecionado no concurso nacional de poesia "Prêmio Sarau Brasil 2015" e o soneto "Viver é Amar" também classificado em outro concurso nacional o "Premio Poetise 2016", ambos organizados pela Editora Vivara.
Em fevereiro de 2015 Antonio Costta tornou-se membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba.

Em setembro de 2017 teve dez poemas de sua autoria musicados e lançados no cd “Cantemos a Nossa Terra”, pelo músico José Cosmo de Souza.

 Livros publicados:
 
Um Juntador de Palavras (2003),
Poesia Nordestina (2004),
Coletânea Poética (2009),
Chuva de Poesias (2011)
Lira dos Quarenta Anos (2012);
Poesia Cristã (2014),
O Poder do Amor (em co-autoria com quatro poetas estrangeiros (2014),
A Moça do Coreto (2014),
Poesia Comentada (2015)
Poesia Reunida (2016)
30 Sonetos de Amor e Outros Poemas Sentimentais (2016)
No Chão da Memória (2016)
Sonetos (2016)
Trovas e Pensamentos (2016)
Pensamentos de um poeta (2017)
Os Pilares do Brasil - Poemas & Crônicas (coletânea) 2017
Trovas de mi Corazón (em parceria com o poeta espanhol Cristino Vidal Benavente) 2017


     Apesar de considerar-se apenas “Um Juntador de Palavras” (título de seu primeiro livro) o poeta com sua simplicidade tem conquistado a cada dia admiradores mundo afora, como consta em alguns comentários, transcritos abaixo, de escritores brasileiros e estrangeiros.
 
“Costta revela-se um trabalhador da poesia, e mais, um verdadeiro embaixador das nossas melhores letras, fomentando relações culturais com diversos países da América Latina e Europa. Admiro a capacidade incomum desse poeta de resistir ao descaso com que se tratam as artes na província em que vive.”
 
Fábio Mozart
(Poeta e Jornalista – João Pessoa – Brasil)
 
***
 
“Ele se diz 'menino traquino, juntador de palavras' em sua modéstia parnasiana, quando, na verdade, aqui o vejo como um juntador de Nações, de grandes Nações, voando, vento afora, as asas poéticas por esses céus do Brasil, de Portugal, do México, da Espanha e da Argentina, em um voo vasto que dá gosto de se ler! Com ''O Poder do Amor", o nosso conterrâneo, Antonio Costta, vate condoreiro, estreita ainda mais os seus laços com o mundo das letras.”
 
Odir Milanez da Cunha
(Poeta e Escritor – João Pessoa – Brasil)
 
***
 
“Gostei muito da musicalidade, do ritmo dos seus poemas, e também da diversidade dos temas, da maneira como, desenvoltamente, incursiona nos meandros da condição humana. É, quase sempre, uma poesia social sem apelar para o panfletarismo, para o meramente tribunício.”
 
SÉRGIO DE CASTRO PINTO
(Da Academia Paraibana de Letras)
 
***
 
“Su poesía desarrolla el tema de la trascendencia del poeta, la preocupación por transmitir y heredar lo mejor del ser a las siguentes generaciones. Lo que enaltece toda obra humana.
Abrazo la belleza de la poesía en tu idioma, de la cual eres un digno representante y te felicito de corazón por la edición de tu nuevo libro.”
 
Marlene de La Flor
(Poetisa e escritora – Peru)
 
***
 
“Es una poesía auténticamente transparente que bebe en el acerbo de los mejores poetas contemporáneos, cuya influencia se deja ver con que refieres a asuntos transcendentes.
Es una poesía de luz y de compromiso con los pies en la tierra y la mirada en el cielo.”

VICENTE MARTIN
(Poeta e escritor – Madrid – Espanha)
 
***
 
“Hombre de principios inquebrantables, Antonio Costta es un ejemplo claro de poeta entregado a su causa. Su obra pivota en torno a una visión humanista del mundo que le há tocado vivir y al que sirve con una sensibildad fuera de toda duda.
Ejerce una poesia limpia y descontaminada, una poesía destinada a llegar al corazón del ser humano mediante instrumentos líricos, em ocasiones, muy próximos al misticismo clásico. Una poesía, en fin, que no puede dejar a nadie indiferente pues alcanza la fibra sensible del lector más imperturbable.”
 
Vicente Fernandez-Cortés
(Escritor e Poeta – San Roque - Espanha)

***
                   
O poeta pelo poeta:
 
 
TRADUZINDO-ME
(Parodiando Ferreira Gullar)

Uma parte de mim é calmaria, 
a outra parte é chuva e ventania; 
uma parte de mim é solidão, 
outra parte é barulho, é multidão.

Uma parte de mim segue a emoção, 
outra parte caminha pela razão; 
uma parte de mim é corajosa, 
outra parte é prudente e temerosa.

Uma parte de mim é litoral,
outra parte de mim é só sertão;
u'a parte de mim é sentimental,
outra parte é mais dura do que o chão.

Uma parte de mim é tão idosa, 
outra parte de mim inda é criança; 
uma parte de mim é tão teimosa, 
outra parte é calma... é temperança!

Uma parte de mim é de direita, 
outra parte de mim: socialista; 
uma parte de mim não é perfeita, 
outra parte modela o seu artista.

Uma parte de mim é utopia, 
outra parte de mim: realidade; 
uma parte de mim é antipatia, 
outra parte é amor, fraternidade.

Uma parte de mim é poesia, 
outra parte é prosa cotidiana; 
uma parte de mim é melancolia, 
outra parte é alegria soberana.

Porém minha vida só se completa 
quando estás ao meu lado - minha amada; 
Pois longe da vida deste poeta, 
minh'vida se parte - não sobra nada!...

Antonio Costta
 
 
___________________
Blogs:
 
https://antoniocostta.blogspot.com.br/
 
E-MAIL: antoniodacostta@gmail.com


Última atualização em 24/01/19 11:02