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Sobre o autor
Amael Alves Rabelo Júnior
Aracaju - Sergipe - Brasil
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/09/21 05:19)
Amael Alves Rabelo Júnior

Textos do autor
Perfil
Sou mestre em Letras pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Atualmente sou professor da rede pública (municipal e estadual), lecionando para alunos do ensino fundamental e médio. Sob a orientação da Prof° Dra. Josalba Fabiana dos Santos, desenvolvi o seguinte projeto de dissertação: O MONSTRO URBANO: REPRESENTAÇÕES MONSTRUOSAS EM A PAIXÃO SEGUNDO G.H. DE CLARICE LISPECTOR.

Em 2013, fui aprovado no curso de Medicina da UFS e, desde então, venho me apaixonando pela área da saúde e do cuidado humano.

Gosto do que faço, dos livros que leio, do contato com pessoas de outros tempos; Ler também é conversar com pessoas de outras épocas. Além do curso de Letras que amo muito, tenho uma especial dedicação à Filosofia (Meus filósofos mais amados são Sartre - a liberdade do ser - Nietzche - A descoberta de nossa orfandade no mundo - Schopenhauer - o pessimismo da existência - Andre Conte-Sponville - a felicidade desesperadamente.) e à Psicanálise como explicação possível para minhas dores tão ocultas de saudades.

Escrevo, porque acredito no que digo. E sou amador, porque, acreditem, faço com amor. Não senhores, o poeta não é um fingidor; ele está muito mais para sofredor, pois sente na epiderme o peso da humanidade toda, das dores todas. De certa forma, a escrita me liberta. Ela me dá um certo poder sobre a existência.

Meus professores, colegas de curso e amigos falam que meus textos são muito introspectivos. E em verdade os são. Não porque o queira eu, mas porque me sou introspectivo, sou-me profundo em poço de escuridão. E comumente olho para dentro de mim em busca de respostas.

Para os que temem a morte, digo a todos: "Eu não morro, fugirei em um cometa para Avalon..." Sou infinito demais para acabar. Sumirei em explosão de átomos de alegria. E quando procurarem por mim e não encontrarem, não sofram. Estarei em Londres, bebendo uísque no palácio da Rainha.

Confio ter dito algo de mim. Como me vejo e vejo o mundo. Pudesse ficar o dia todo a falar de mim, mas o tempo __ Oh, monstro que tudo devora! ___ não me deixa. Encerro agradecendo humildemente sua visita a minha página. Clique em textos e leia-me como se amigos fôssemos de longa data. Difícil dizê-lo, e, no entanto, direi: Adeus...


Última atualização em 18/09/21 05:19