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Sobre o autor
helio ahcor
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 55 anos
287 textos (8833 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/19 02:00)
helio ahcor

Textos do autor
Perfil
Nem mesmo sei se me conheço.
46 anos ainda são pouco.
Poeta frustrado,
profissional agitado.
Viajante do RS, tendo passado por Porto Alegre, Santo Ângelo, Três Passos, Campo Novo, Cerro Largo, São Jerônimo, Charqueadas, Balneário Pinhal, Torres (nestas morei); Lagoa Vermelha, Passo Fundo, Uruguaiana, Caxias, Bento Gonçalves, São Borja, Porto Xavier, Porto Lucena, Santa Rosa, Soledade, Cambará do Sul, São Francisco (todas a trabalho).

Hoje moro no Chuí, fim do Estado, do país(quem sabe do mundo), fronteira com o Uruguai. Vivo aqui por opção, convivendo com um estilo de vida diferente, mesclado e reaprendendo a viver, ou morrer, sei lá. Minha inquietude me trouxe para cá por algum motivo.
Já andei bastante e por isso acho que vim parar aqui, talvez para não ter mais para onde andar.... 2009 : Passaram-se dois anos e continuo a andar. Ainda procuro um lugar onde aquietar minha alma.
....
Quem diria, passado algum tempo, estou de volta à estrada, nessa busca estressada que faço de mim.
Beijo no coração. (atualizado em 11.09.10)
... Hoje, de novo me encontro sozinho, ainda buscando um caminho que nunca soube encontrar.
Sem conseguir escrever uma linha sequer, sigo a sombra que havia deixado para trás.
Sonhando voltar ao Chui, onde tive momentos de paz.(atualizado em 27.01.11.....)
2013: Os 46 anos se foram, aos 49 e continuo andando, tateando, buscando. Já nem sei mais o quê. Hoje, após voltar ao Chui, retornar a Porto Alegre, andar pelo litoral, estou em Brasília, perdido. Ainda mais longe de casa... e de mim!  A profissão e a inquietude me trouxeram até aqui! Agora espero novas cartas nessa mesa de um jogo estranho, que nem sei jogar! 
04.04.2014 - Que mão ruim nesse jogo que jogo; Brasília, agora distante, marcou-me bastante pela solidão. Viajante errante, cigano bargante, voltei a andar. Parece mentira, ou meia verdade. De cidade em cidade a trabalho de novo (e já não sou mais tão novo para tanto andar) continuo correndo, continuo esquecendo os caminhos de volta! Meu Chui, que sonhava voltar, quase nem consigo lembrar nessas noites de insônia que tenho ( e mantenho por puro prazer).
Eta perfil atrapalhado, desgovernado e desencontrado do próprio passado, legado que levo para o que ainda me resta andar.
RIO DE JANEIRO, quando pensei morar por aqui? 
Mas foi onde vim parar!
Nada planejado, nada esperado, apenas estou por aqui, justificando essa ânsia do nunca parar! Do nunca deixar o cansaço ganhar!


Última atualização em 23/10/19 02:00