Biografia do Ambientalista BEN-HUR LUTTEMBARCK BATALHA

Ben-Hur Luttembarck Batalha foi um famoso Engenheiro Químico e Sanitarista, reconhecido nacional e internacionalmente por ter desempenhando suas funções nas áreas de consultoria, pesquisa e gestão pública. Foi o 3º profissional a liderar a Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA) na condução de ações federais na proteção do meio ambiente.

Nascido no interior de Minas Gerais, mas paranaense e amazonense de coração, como ele gostava de dizer, por sua forte ligação com esses estados. Também atuou intensamente em São Paulo e em Brasília, onde ocupou cargos que projetaram seu nome no Brasil e exterior.

Ben-Hur nasceu em 26 de julho de 1943, em Caratinga, região do Vale do Rio Doce (Minas Gerais), filho de Francisco César Batalha e Noemi Luttembarck Batalha. Seu pai era proprietário de uma fábrica de álcool usado como carburante de motores diversos, e sua mãe professora das escolas locais. Ele era o primogênito e tinha cinco irmãos: Gilberto Luttembarck Batalha (in memoriam), Eliana Maria Luttembarck Batalha, Lúcio Flávio Luttembarck Batalha, Renato Luttembarck Batalha e Cláudia Luttembarck Batalha.

A cidade de Caratinga viveu grande crescimento econômico em meados do Século XX, a partir da construção da linha de ferro Leopoldina e também pelo cultivo de Café.

No final dos anos 40, sua família mudou-se para Jacarezinho, pequeno município localizado no Norte do Paraná, na divisa com o estado de São Paulo. Alguns anos depois foram para Curitiba, onde se estabeleceram e alçaram boas relações sócio-políticas. Nas eleições de 3 de outubro 1954, seu pai, Francisco César Batalha, concorreu ao cargo de Deputado Estadual pelo Partido Democrata Cristão, chegando a ficar em sexto lugar em seu partido, com 602 votos.

Aos 19 anos, Ben-Hur Batalha ingressou na faculdade de Engenharia Química na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Era atuante na política estudantil.

Formou-se em 1968, indo para São Paulo trabalhar no Centro Tecnológico de Saneamento Básico (CETESB). Logo que chegou foi residir perto da Praça da República, centro da cidade, no maior prédio residencial da América Latina, o famoso Edifício COPAN projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Em 1970, ingressou no Curso de Pós-graduação em Engenharia Sanitária na Escola Politécnica da Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP). Em razão disso, mudou-se para um apartamento na Rua Cardeal Arcoverde, nº 500, bairro Pinheiros.

Nessa época, através de um amigo da CETESB, Ben-Hur conheceu aquela que seria o grande amor de sua vida: a jovem Maria Heloísa Portugal, filha de Hoteleme de Araújo Portugal e Dona Maria Aparecida dos Santos Portugal. A família da moça morava em Santos e ela cursava Licenciatura em Letras na USP. Durante a semana permanecia num pensionato na Rua Oscar Freire, bairro Pinheiros, retornando aos finais de semana para casa dos pais em Santos, onde também estudava Administração Escolar. Com passar do tempo, o namoro ficou sério, até que decidiram se casar.

Ben-Hur Luttembarck Batalha e a professora Maria Heloísa Portugal Luttembarck Batalha casaram-se em 03 de julho de 1970, numa bela cerimônia na Igreja do Calvário. Estavam bastante familiarizados com a região de Pinheiros, onde tinham muitos amigos e colegas de trabalho. Alugaram um apartamento na Rua Oscar Freire, que foi a primeira residência do casal.

O início do matrimônio é um período de adaptação e às vezes cheio de surpresas. Logo os recém-casados tiveram que passar por grande desafio. Ben-Hur recebeu um convite inusitado para ir trabalhar em Manaus. Naquela época, o Norte do país era considerado uma região inóspita, selvagem e isolada do desenvolvimento social e econômico do Sudeste. A comunicação entre cidades distantes era bastante difícil e onerosa. A forma mais barata e simples eram as cartas, no entanto às vezes levavam vários dias para percorrer a enorme distância entre São Paulo e Manaus. Eram raríssimos aqueles que possuíam telefone em casa. Os moradores de Manaus quando queriam ligar para São Paulo tinham que se dirigir ao Posto de Comunicação do Projeto Rondon. Era preciso agendar previamente um horário, pois não havia ligações diretas. As chamadas eram feitas com apoio de uma telefonista, a qualidade do áudio era precária e o custo da ligação bem elevado. Certamente aquela mudança deixaria o casal bem distante do convívio com familiares e amigos. Ben-Hur tinha um espírito irrequieto e sua gigantesca vontade de aprender e realizar impulsionaram-lhe naquela aventura.

Em 1971, Ben-Hur deixou São Paulo, indo morar em Manaus, requisitado pelo governo do Amazonas para assessorar o Secretário de Estado de Saúde do Amazonas, Dr. Antônio Ricci, que fora seu professor no curso de pós-graduação na USP. Seis meses depois sua esposa mudou-se também para lá.

Na administração de Antônio Ricci houve uma reestruturação do organograma da Secretaria de Saúde do Amazonas, com ampliação e criação de novas frentes de trabalho. Ben-Hur participou desse processo, bem como na coordenação de estudos importantes que serviram de base para elaboração do Código Sanitário do Amazonas.

Mesmo em meio a tantas realizações Ben-Hur decidiu retornar para São Paulo, em 1973. Dois anos antes, ele havia perdido sua mãe, e agora seu pai estava precisando de sua presença.

Ao retornarem de Manaus, Ben-Hur e Maria Heloisa tiveram um casal de filhos: Marco Antonio Portugal Luttembarck Batalha (nascido em 10/06/1973 – Biólogo) e Maria Beatriz Portugal Luttembarck Batalha (22/07/1975 – Jornalista).

Aquela passagem pela Hileia Amazônica, como é chamada a majestosa Amazônia, foi fundamental em sua vida pessoal e profissional. Sua vivência na Região Norte abriu-lhe nova perspectiva para a diversidade de ambientes, culturas e possibilidades.

Ben-Hur retornou cheio de sonhos e vontade de fazer algo realmente valioso pela conservação das riquezas naturais de nosso país. Desde então, ele intensificou suas parcerias e idéias no sentido de fomentar políticas públicas nacionais para garantir o desenvolvimento pleno e sustentável do Brasil.

Nessa época, a CETESB passou por uma reestruturação, absorvendo parte das atribuições e profissionais do Fundo Estadual de Saneamento Básico (FESB). Como Chefe da seção de Operação de Campo da CETESB, Ben-Hur conheceu praticamente todo estado de São Paulo, visitando os municípios nos levantamentos sanitários de rios e bacias hidrográficas, dando suporte técnico em projetos e ações para melhoria do abastecimento de água e tratamento de esgotos.

Fez extensa e profícua carreira na CETESB. Era um profissional extremamente ativo, executando diversos trabalhos no controle da contaminação das águas, resíduos sólidos, avaliação de impactos ambientais, estratégias e gestão nessa área. Manteve parceria com outros nomes consagrados: Antônio Carlos Parlatore, Antonio Carlos Kussama, Aristides de Almeida Rocha, Ismar Ferrari, Mauro Garcia, Noemi Yamaguishi Tomita e Werner Eugênio Zulauf.

Mesmo conhecendo pessoas importantes e realizando grandes coisas, mantinha hábitos simples. Fotografia era seu passatempo preferido. Fotografava paisagens, flores e animais, e não reclamava se as fotos não saíam boas. Também era apaixonado pela leitura. Gostava de passar os finais de semana lendo e estudando. Às vezes entrava madrugada adentro debruçado nos estudos e pesquisas. Tinha uma vasta coleção de livros, artigos, monografias e teses. Vasculhava sebos no centro da cidade, em busca de obras antigas. Lia praticamente sobre tudo, mas tinha preferência por engenharia, história e filosofia. Através da reflexão e da análise crítica da leitura dos pensadores e do estudo das civilizações, encontrava respostas para os erros e feitos da humanidade. Tinha enorme fascínio pelos relatos de viajantes e pesquisadores que desbravaram os rincões do país. Mergulhava nos contos e romances sobre a floresta amazônica, enchendo-se de inspiração para executar obras e propor ações no intuito de garantir a conservação das riquezas e proteção dos povos tradicionais.

Em 16 de abril de 1975, a CETESB passou a denominar-se Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Básico e de Defesa do Meio Ambiente e teve sua competência ampliada, tornando-se responsável pelo controle da qualidade do meio ambiente - água, ar e solo - em todo o território do estado, e pelas funções de pesquisa e de serviços tecnológicos, relacionados com seu campo de atuação.

Em 1976, Ben-Hur ocupou o cargo de vice-presidente executivo da ASCETESB (Associação de Servidores da CETESB), empreendendo esforços na valorização dos profissionais da instituição.

Participava ativamente de congressos, encontros, simpósios, seminários, reuniões e cursos, onde sua presença era sempre marcante. Tinha domínio de temas complexos e ótima oratória. Possuía imensa capacidade de articulação, destemido, capaz de manter posicionamentos críticos e questionar obras de grande vulto do próprio governo militar. Assim foi conquistando respeito e admiração entre seus companheiros de trabalho e de inúmeras outras entidades governamentais.

Em 1979, sob indicação da CETESB, passou a integrar a Câmara Técnica de Saneantes Domissanitários do Conselho Nacional de Saúde.

Mesmo sendo detentor de imenso saber técnico-científico não se distanciava das questões quotidianas do cidadão comum. Muito pelo contrário, sempre buscou pautar suas pesquisas e atividades executivas na praticidade. Soube como ninguém traduzir seu enorme conhecimento acadêmico para a sociedade, mostrando a importância das questões ambientais de forma acessível. Por conta disso, era fonte de inspiração para dezenas de profissionais que atuavam nessa temática em Associações, ONGs, Universidades e Prefeituras de diversas partes do Brasil.

No começo dos anos 80, Ben-Hur contribuiu significativamente para estruturação da Política de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, montagem do Sistema Estadual de Meio Ambiente (SISEMA), Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA) e Secretaria do Meio Ambiente (SMA).

Em junho de 1986, mudou-se para Brasília, para atuar como Assessor de Meio Ambiente do Ministério das Minas e Energia (MME), na gestão do Ministro Aureliano Chaves. Residiu no Apartamento nº 5041, do Bloco E, Quadra 316, na Asa Sul.

Na capital federal, aproximou-se dos ambientalistas que se reuniam no Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Também acompanhou os debates da Constituinte, em especial daqueles sob a liderança do Deputado Fábio Feldmann que propunha a inclusão de um capítulo específico para tratar da proteção ambiental na Nova Constituição.

Em 1988, ao lado de vários amigos, como o jornalista Hiram Firmino (Secretário de Meio Ambiente de Belo Horizonte), Mario Mantovani (Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica), Glorinha Abaurre (Secretária de Meio Ambiente de Vitoria), Ben-Hur contribuiu para criação e fortalecimento da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMA), que passou a ocupar cadeira no Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

Em julho de 1988, foi convidado pelo Geógrafo Roberto Messias Franco para o cargo de Secretário Adjunto de Ciência e Tecnologia da Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA).

Com a saída de Roberto Messias, ele assumiu seu posto, tornando-se o terceiro e último titular da Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA). Acumulou a função de Secretário-executivo do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).

Em 12 de outubro de 1988, o Presidente José Sarney criou o “Programa Nossa Natureza” com a finalidade de estabelecer condições para a utilização e a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis na Amazônia Legal. Dezenas de profissionais de diversos Ministérios e autarquias estavam envolvidos (como por exemplo: Casa Militar, FUNAI, INCRA, CNPq, SUDEPE, IPEA, IBDF, DNPM etc.) e Ben-Hur liderava os técnicos e pesquisadores da SEMA. Os grupos do Programa Nossa Natureza teriam até 90 dias para concluir seus relatórios.

Esse processo estava acontecendo quando o país ficou chocado com a drástica notícia do dia 22 de dezembro de 1988: o assassinato do líder seringueiro Chico Mendes.

Esse triste fato acelerou a tomada de decisões, levando o Presidente José Sarney a criar, por meio da Lei Federal nº 7.735, de 22 de fevereiro de 1989, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), pela fusão de quatro entidades que atuavam na área ambiental: Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA), Superintendência do Desenvolvimento da Borracha (SUDHEVEA), Superintendência do Desenvolvimento da Pesca (SUDEPE) e Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF).

Dessa forma, Ben-Hur Batalha tornou-se o terceiro e último profissional a liderar a SEMA. Ele permaneceu em Brasília acompanhado, por certo tempo, os trabalhos finais do Programa Nossa Natureza.

Em 1990, mudou-se novamente para Manaus, assumindo a Presidência do Instituto do Meio Ambiente do Estado do Amazonas (IMA – Estado do Amazonas). Estabeleceu parceria com o IBAMA, que à época era presidido pela Socióloga Tânia Maria Tonelli Munhoz, para implementação da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do Ar (RENAR), no âmbito do Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar (PRONAR), para desenvolver ações de monitoramento e avaliação da qualidade do ar, no estado do Amazonas.

Foi um dos grandes defensores da criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), que permitiu inúmeros avanços na defesa desse gigantesco patrimônio ambiental.

Em 1993, retornou para São Paulo, na função de Coordenador de Planejamento e Gestão Ambiental da CETESB. Foi indicado para compor a “Comissão Intersetorial de Saneamento e Meio Ambiente do Conselho Nacional de Saúde (CISAMA).

Compôs o Conselho Consultivo do Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental, contribuindo para publicações de inúmeros livros didáticos, ao lado de outros grandes nomes: João Paulo Capobianco, Raquel Feldmann, Mario Mantovani, José Eduardo Prestes Alves, Teresa Cristina Rebolho Rego, Rosely Nakagawa, Claudia Roncarati etc.

Foi membro da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES), Associação dos Engenheiros do Amazonas e Associação Brasileira de Preservadores da Madeira.

Escrevia regularmente sobre temas ambientais para o jornal Estado de São Paulo, entre outros periódicos.

Atuou como Consultor de organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Organização dos Estados Americanos (OEA) e Banco lnteramericano de Desenvolvimento (BID).

Viajou por inúmeros países: Costa Rica, Uruguai, Paraguai, El Salvador, República Dominicana, Venezuela, Nicarágua, Equador e Estados Unidos.

Escreveu diversos livros, glossários, agendas, ensaios, sempre procurando aproximar engenheiros e técnicos das questões ambientais e apontar as potencialidades do desenvolvimento sustentável.

Influenciou os gestores da EMBRATUR propondo medidas que fortalecessem o turismo ecológico. Em parceira com os profissionais da OAB e da Associação Brasileira de Advogados Ambientalistas propôs a criação de inúmeras leis e normas relativas às questões ambientais e sanitárias.

Em 1997, recebeu o Prêmio Láurea de Reconhecimento pela Ordem dos Advogados do Estado de São Paulo (OAB-SP).

Em 1998, recebeu o Prêmio Personalidade da Tecnologia na área de Saneamento Ambiental, um reconhecimento do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo (SEESP) e seus representados a esse Engenheiro que dedicou sua existência a melhorar as condições de vida da população.

Em 2000, foi nomeado assessor na Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. Mantinha-se ativo nas grandes discussões ambientais de nosso País. Em parceria com o Instituto Ambiental Vidágua executava um Projeto de Reflorestamento do Rio Pardo e estudos sobre indicadores de qualidade de água.

Ben-Hur faleceu devido a problemas renais e cardíacos, aos 56 anos, em 2 de maio de 2000, em São Paulo, deixando um grande legado profissional.

É reconhecido como um dos grandes nomes na defesa das questões voltadas ao saneamento básico, saúde e meio ambiente. Sua partida precoce deixou a categoria órfã de suas idéias e proposições.

Ben-Hur sonhava em ver o Brasil no caminho de uma ética ambiental que buscasse o crescimento econômico e o desenvolvimento social com profundo respeito pela natureza. Acreditava piamente que, com base nesses princípios, nosso país se tornaria um modelo para o mundo.

Era um homem sem fronteiras e apaixonado pelas riquezas e valores de nossa nação. Um verdadeiro líder e agregador. Suas crenças e motivações funcionavam como uma espécie de farol que unia pessoas e organizações, guiando-as na construção desse ideário ambiental.

Ben-Hur Luttembarck Batalha não está mais entre nós, contudo aqueles que tiveram o enorme privilégio de conviver com ele jamais se esquecerão de suas sábias palavras, da sua vivacidade e do brilho intenso de seus olhos que transbordavam paixão por sua família, pelas pessoas de modo geral e pela grandiosa natureza de nosso país!!!

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AGRADECIMENTOS

A realização desse trabalho só se tornou possível pela imensa colaboração que recebi de inúmeras pessoas.

Aproveito para manifestar meus agradecimentos especiais para: (1) Dr. Paulo Nogueira Neto, 1º Secretário Nacional da SEMA e criador do CONAMA, (2) Roberto Messias Franco, ambientalista e 2º Secretário Nacional da SEMA, (3) Ana Maria Evaristo Cruz, pioneira na SEMA, ex-secretária executiva do CONAMA e presidente da ASIBAMA Nacional, (4) João Baptista Andrade Monsã, ex-presidente da Associação de Servidores da SEMA (ASSEMA), (5) Marco Antônio Portugal Batalha (filho) e dona Maria Heloísa Portugal Luttembarck Batalha (esposa), do 3º Secretário Nacional da SEMA Ben-Hur Luttembarck Batalha.

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Palmas - TO, Julho de 2016.

Giovanni Salera Júnior

E-mail: salerajunior@yahoo.com.br

Curriculum Vitae: http://lattes.cnpq.br/9410800331827187

Maiores informações em: http://recantodasletras.com.br/autores/salerajunior

Giovanni Salera Júnior
Enviado por Giovanni Salera Júnior em 04/07/2016
Reeditado em 19/09/2021
Código do texto: T5687394
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