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Texto

Um espetáculo.

Nas arestas da cidade-pedra
Um sol amarelo é visível e inebriado
Pelo humor líquido segregado de calor
E felicidade materna

Envolto de um caipira com cheiro de terra molhada
Dias, meses e anos.
A evolução infinda e a sede
Por crescimento é insaciável...
Sana a minha loucura santa

De mágoas melancólicas
Sente nos pés o bailar culposo
De um caminho sem volta...
Plié, Jetté, Pás-de-deux

Uma paixão de fogo
Como num sonho de uma noite de verão
Hoje num lago de cisnes
Oscila entre pés no chão e outrora nos céus

Uma revolta em volta de ego e realidade
Sente-se como solista no palco
O teatro e você
Suado, cansado, ofegante...
Não mais à espera dos aplausos do maior expectador
A vida.
Diogo Castro
Enviado por Diogo Castro em 06/03/2008
Código do texto: T889000


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Sobre o autor
Diogo Castro
Jacareí - São Paulo - Brasil, 32 anos
68 textos (2861 leituras)
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Diogo Castro