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DUAS CARTAS-POEMAS

Sal,

Amor dá medo, quando em mim cutuca
Era tão bom quando tudo era criança!
Essa coisa louca que fere, arde e machuca
E deixa a gente bobo sem forma de esperança

Eu quis beber da fonte a juventude
Quis ficar velho, sábio e com vigor
Troço tão doido que ainda me ilude
E vivo acreditando mais uma vez no amor

Ergui altivo briosa a minha cabeça
Segui em tudo o que o peito diz
Na busca insana de me fazer feliz

Para que em mim o amor jamais pereça
Busquei no nada o ardor da velha chama
E repito tuas palavras: ama, ama!!!

Bjs
F.



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Mensagem referente ao texto [Pensei que era criança] - Poesias.


Medo de amar?
Não tenha, meu amigo.
Diante do amor só existe esperança
e o velho amante volta a ser criança.

Não queira retornar à enganosa juventude...
O vigor da velhice é mais vigor
porque é sabedoria aliada ao amor...

Segue, amando, o caminho que te chama
ergue, altivo, a cabeça
e ama, ama, ama!!!

Ouve a minha experiência que te diz
que nunca é tarde para ser feliz!


Meu beijo amigo
Sal
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* Correspondência poética publicada originalmente no site USINA DE LETRAS em 20/10/02


Fernando Tanajura
Enviado por Fernando Tanajura em 07/03/2007
Código do texto: T404705
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Fernando Tanajura
Estados Unidos
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