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Meu Querido John

O meu querido John, não é o do romance do escritor Nicholas Sparks, mas o João Francisco Pasquallotto Ribeiro, excelente professor de matemática e exímio cozinheiro, catarinense de coração que reside em Palhoça. Essa foi a forma que tive de demonstrar a esse amigo todo o meu afeto a ele e a sua adorável família, nesse dia tão especial, quando esse mundo foi agraciado com a presença de criatura tão encantadora.
Como esquecer da sua adorável irmã Maria Helena, pessoa que eu tinha profunda admiração pela sua luta, garra, dedicação e amor pela vida, que igual a você também dedicava-se ao magistério, excelente professora de português. Outra coisa que eu admirava nela era a sua simplicidade, portadora de três graduações, em momento algum agia com soberba e muito menos deixava-se levar pelo convencimento, sempre tratava a todos com toda cordialidade e respeito.
Lembro meu querido João como vocês dois eram super-apegados um ao outro, onde um estava com certeza estaria o outro, eram igual carne e unha. Eu de longe ficava observando o respeito e o carinho que existiam entre vocês.
Não esqueço meu amigo a força que destes à igreja, naquele lindo dia do batismo, quando sua irmã, Luciano e mais cinco pessoas foram emergidos nas águas, quando você nós auxiliou tomando conta do churrasco e resolvendo todas as paradas.
Recordas daquele dia que fizestes uma bela tainha assada no meu apartamento, e logo em seguida eu, você, a Edilene e Maria Helena devoramos num curto espaço de tempo aquele tão apetitoso assado. Depois daquele inesquecível dia, nunca mais comi um peixe assado tão delicioso como aquele que você preparou.
Jamais me esquecerei do seu pai, como eu gostava daquele ser. Enlutado fiquei no dia que soube da triste morte dele. Obrigado pela confiança que depositaram em mim, ao pedir que eu realizasse a sua cerimônia fúnebre. Foi com muito pesar, mas ao mesmo tempo muita honra de poder estar ali presente com vocês em momento tão doloroso.
Algo que eu amava e me regozijava, era quando juntamente com vocês, nos domingos participava do almoço. Ver aquela família toda reunida em torno daquela grande mesa, era simplesmente extraordinário. Numa extremidade da mesa il padre e na outra extremidade la madre, momentos em que o Luizinho seu sobrinho entrava em cena. Como ele era divertido. Por favor manda um abraço para o seu irmão e a Cida.
Lembro de todos sem exceção, a uns mais devido ao maior convívio e outros menos da mesma forma, mas o importante que lembro de todos. Me recordo do seu irmão, atuante na área de medicina que mora em Joinville, juntamente com sua esposa. Da sua outra irmã e do seu filho e não poderia esquecer do Luciano, e também João da sua amada esposa.
Você acha que eu estava esquecendo de alguém, enganou-se. Como eu poderia esquecer da sua mãe, a doce Anita. Eu a considerava como uma segunda mãe, ela era simplesmente um barato, como eu adorava aquele criatura. Ela jamais se cansou de encher a Edilene de mimos.
Saiba meu querido amigo, agradeço muito a Deus por ter tido a oportunidade de conhecer você e a sua preciosa família. Desejo que nesse 19 de Novembro de 2017, que as bênçãos do Altíssimo recaiam sobre a sua vida de forma poderosa. Desculpa por não ter enviado nenhum presente, mas te envio uma orquídea como prova do meu afeto, carinho e admiração por sua pessoa e de toda a sua família. Que o Senhor te dê muitos anos de Vida e Paz.
 
Abraços
 

 
Simplesmente Gilson
Enviado por Simplesmente Gilson em 19/11/2017
Código do texto: T6176387
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Simplesmente Gilson
Mucuri - Bahia - Brasil, 56 anos
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Simplesmente Gilson