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Carta a um filho ausente.

Querido filho...

Já se faz noite, a chuva cai e o frio me faz lembrar você, escrevo para dizer que apesar de tudo estou bem, melhor estaria se estivesse aqui comigo, mas tenho que dividi-lo com o mundo, com a vida.
Não preciso escrever o quanto o amo, você bem sabe que é infinito.
O poeta diz que a vida é assim, uma longa estrada florida, onde ora... sentimos o perfume das flores, ora... sentimos os espinhos, estamos com os espinhos agora, quem sabe amanhã, sentiremos as flores.
Na vida, cada dia aprendemos uma nova lição, sendo assim eliminamos os erros e as imperfeições.
Nossa casa fica enorme, sem o seu sorriso, sem a sua alegria.
Recordo-me das suas palhaçadas, e um lampejo de sorriso passa pela minha face.
As lembranças é a única coisa que tenho para confortar-me, sua ausência dói, como uma punhalada no meu peito.
As vezes me dá um desespero e uma enorme vontade de apertá-lo em meus braços.
Mas Deus quiz assim e assim será, mas somos fortes e nos amamos muito e amor vence obstáculos e ultrapassas as barreiras.
Na fé em Deus, é que tenho a esperança de tê-lo de volta e assim cantarmos juntos, o hino da vitória...


 
Gely Arruda
Enviado por Gely Arruda em 25/10/2007
Reeditado em 03/03/2014
Código do texto: T709656
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Gely Arruda
São Paulo - São Paulo - Brasil
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Gely Arruda

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