Diário de um solitário

Diário de um Solitário

O incoar daquele dia, especificamente, remanejou algumas horas restantes do meu sono para o espaço da vigília torturante do cotidiano.

Despertei, como dito, forçosamente, com um impreciso desejo de exercício reflexivo. Tal desiderato foi se tornando mais imperioso à medida em que vestia a roupa da existência diária. Tudo parecia conspirar para que eu sorvesse com profundidade os ensinamentos que o presente ciclo de rotação do planeta me proporcionava. Talvez numa perspectiva mais ampla, eu também devesse absorver e entronizar as experiências que o agora novo ciclo particular de translação da terra poderia dispor. Tudo era novidade e ao mesmo tempo rotina. Não sabia ainda ao certo como conduzir os meus passos na jornada entre o raiar do dia e o adormecer daquela noite. Tinha receio que o permeio desta jornada pudesse amarrar entre si os cadarços dos sapatos da alma, que escolhera calçar naquela incipiente manhã. O silêncio parecia querer revelar-me algo que a perplexidade do momento não deixava desembuçar. Uma sensação intrigante e concomitante de vazio e voragem povoava meus pensamentos. Algumas vontades incontidas trazidas pela efeméride, tratei logo de sufocar. Não estava nem estaria preparado para publicá-las. Os ponteiros descreviam perversamente uma circunferência, cujo tempo de execução, aos meus olhos precocemente despertos, parecia ser mais lento do que o habitual. Assim prometia ser o desenrolar das horas, que ora, minuto a minuto se desenhava, segundo a minha percepção.

Já se podia divisar a silhueta das 5:00 horas, todavia o “galo da cidade” ainda desejava continuar a sonhar. O Criador manuseava lentamente o pincel sobre a aquarela do céu, definindo as cores e matizes que seriam usadas no firmamento. Aos poucos ouvia alguns ruídos devidamente atenuados pelo silêncio refratário. Respirava com cautela de modo a não desassossegar o coração. Seria, decerto, um dia longo: mais do que a minha disposição para enfrentá-lo.

Diante da inexorável constatação, agasalhei-me com a resignação. Tentei subverter a vigília, porém mesmo diante de pressupostos físicos que legitimavam meu intento, a resiliência da primeira sobrepôs a qualquer desejo de malemolência. As horas transcorriam como num cortejo de quelônios. O sono definitivamente não faria parte do cardápio matinal. Sendo assim, contentar-me-ia em encontrar uma outra companhia silenciosa, mais adequada à ocasião. A pachorra do “tiquetaquear” revelava requintes de morosidade insuportáveis. Olhei pela janela e a tênue tinta amarela do pincel celestial começava a estampar-se perante as nuvens. Desejei secretamente que a tela do criador fosse preenchida com tons mais azafamados, mas...

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7:00 horas e tinha parecido que a eternidade tinha sido embalada a vácuo, tamanha a letargia do relógio. Sentei-me na poltrona do quarto e comecei a escrever uma autobiografia de 24 horas.

As palavras, estas, sim, pareciam sonolentas o bastante para me despertar a inveja com uma grandeza diretamente proporcional à frustação. Tentei uma leitura, no entanto para esse fim os meus olhos traziam uma honestidade de propósito que não souberam manter quando em contato com a cama. O reino das palavras fabricadas e visitadas decididamente não estava disponível para mim.

A interrogação roubou a cena: o que fazer? Esperar? Mas em que poderia este verbo ser diferente do conjunto das minhas ações desde o meu primeiro respirar? Ah! Decerto poderia. A tola pergunta retórica veio me esbofetear a face com as luvas da angústia. A senha tinha sido distribuída desde o momento da primeira elevação de pálpebras do dia. A mim caberia a próxima vez, depois de todas as outras. E esse tempo que não passava...

8:00 horas e o céu já fulgurava em amarelo dourado. Os ruídos do dia, mesmo para um feriado, já tomavam ares de protagonismo frente ao ofegante silêncio das ruas. Um pássaro veio emitir um impulso sonoro, ou seria canoro, numa tentativa de embalar meus ouvidos. Dado o meu estado de turvação sensorial, seriam necessários mais exemplares do que poderiam supor os melhores ornitólogos.

Um bulício não identificado veio convidar-me a uma medição de forças, entre a realidade concreta e a minha subjetividade abstrata. E o tic-tac continuava a fazer o vagaroso: t i c t a c

9:00 e uma ponta de esperança. Achei que o sono me assaltava a consciência, mas para a minha decepção era só um devaneio disfarçado. Uma buzina veio me alertar para um compromisso que eu não tinha. A não ser, ser ansiosamente derrotado pela fadiga possível, mas improvável. O ventilador tentava refrescar o ambiente, sem saber que o que eu mais queria era que arejasse as ideias. A cama estava ali, nua, lasciva como uma prostituta pirracenta a se exibir voluptuosamente, sem, contudo, oferecer-me o sexo. Uma pessoa entrou ruidosa e apressadamente pelo portão do meu prédio. Pude observar que ela conduzia nas mãos, com notório zelo, um bolo cremoso com pequenas esferas coloridas supostamente recheadas de chocolate. No cume da “iguaria festiva”, erguia-se um par de velas numeradas e sofisticadamente ornadas. Vários balões simulavam um calidoscópio inflável, com inscrições vernáculas “Parabéns” e alienígenas “Happy Birthday”. Aquela visão representava a uma cena de déjà vu inquietante. O tempo? Este tomava mais uma volta das lesmas do jardim que se descortinava nos umbrais da janela.

10:00 horas e eu estava lá: mumificado pela impotência. Pensei em tomar um banho, mas fui dissuadido pela prostração. Um café? Ainda bem que não o tomei. Como poderia a inquietação da vigília propor-me um paradoxo em forma de bebida? Seria uma vilania inaceitável.

Adotei uma estratégia no mínimo curiosa, em relação ao desempenho dos ponteiros do marcador de horas: inspirado num conhecimento resgatado dos anais filosóficos, pude recordar uma parte do pensamento de filósofo grego pré-socrático Zenão, de Eléia:

<““Paradoxo da dicotomia”: Imagine um móvel que está no ponto A e quer atingir o ponto B. Este movimento é impossível, pois antes de atingir o ponto B, o móvel tem que atingir o meio do caminho entre A e B, isto é, um ponto C. Mas para atingir C, terá que primeiro atingir o meio do caminho entre A e C, isto é, um ponto D. E assim, ao infinito.” >

Trazendo-o para perto do meu objetivo mais imediato: se eu dividisse em duas partes iguais o tempo que restasse para atingir a próxima hora, aguardaria 30 minutos cada etapa. E se em vez disso eu dividisse novamente a segunda metade em duas partes iguais, aí a minha espera estaria resumida a 15 minutos por ciclo e assim sucessivamente. É claro que tudo isso seria uma subjugação do racional em benefício do psicológico, entretanto por que não o fazer, se o meu intento era ludibriar o tempo, o maior dos embusteiros que desde cedo se apossou do meu quarto? O tédio falou mais alto antes que essa ideia se perpetuasse pelo dia. E o tempo, que me pareceu sentir o golpe, sorriu-me com escarnimento.

11:00 horas. Sobrevivia como se estivera no ventre de uma sucuri enfastiada. Pensei em antecipar o almoço. Quem sabe um alimento seletivamente “pesado” pudesse me restituir o sono impiedosamente roubado? Não tive sequer um simulacro de fome. Fui ver TV e esperei distrair o tempo com algumas imagens animadas. O tempo, vigilante, continuava sendo o meu bedel mais implacável.

12:00 ou meio-dia, se preferir. A metade interminável daquele percurso tinha se estabelecido. A TV ainda ligada, transmitia curiosamente em todos os canais cenas lamentáveis de uma tragédia ocorrida no centro de uma grande metrópole. Um prédio muito alto tinha sido, desde a madrugada, consumido pelas chamas e, como desdobramento, soçobrado na superfície asfáltica da rua do centro desta cidade. Incontáveis vítimas fatais. Choros e lágrimas em profusão. Uma verdadeira tragédia coletiva para fazer face, guardadas e muito bem guardadas as devidas proporções, à minha tragédia individual iniciada também na madrugada que se tornou insone. Regressei para o quarto. O tempo me aguardava para um ósculo, com o sabor de Judas Iscariotes.

13:00 horas. A tarde já começava a engatinhar. Eu ensaiei cochilos por intermédio de meneios da cabeça. A minha atuação pífia, não ganhou guarida nem mesmo dos atores mais cabotinos. O desenrolar do dia seguia em marcha lenta, muito lenta. Sentado na poltrona as extremidades das mãos dedilhavam sobre um teclado imaginário uma espécie de sinfonia, melhor dizendo: uma Sonata ao Luar. Antes de se configurar em evocação ao espírito de Beethoven, tal composição era um refrigério mental e uma esperança implícita de que o manifestar da lua saísse do nome da peça clássica e fosse levitar na moldura que a minha janela delimitava no horizonte. Ainda era cedo para tal. O tempo, a despeito disso, valsava com a minha ansiedade.

14:00 horas. Resquícios de sono pareciam regurgitar de algum escondedouro, não percebido por mim. Ser-lhe-ia extremamente grato caso apontasse o seu paradeiro e solicitasse resgate. Alarme falso mais uma vez. Em seu lugar, uma dor de cabeça promissora começava a esquadrinhar um plano sinistro para punir minhas infrutíferas tentativas de me encontrar com Morfeu. O tempo mitologicamente desdenhava de mim por sobre as colunas do olimpo. Nem mesmo Zeus era capaz de me acorrer.

15:00, 16:00, 17:00 horas. Uma privação de sentidos usurpou a necessidade de sono. Pensei até que o tempo houvera se compadecido de mim, ofertando-me doses graduais de repouso. O todo poderoso tempo cronológico não me autorizou dormir, apenas dormitar em sofreguidão.

Comuniquei-me comigo mesmo, anunciando um armistício com o senhor dos relógios e demais marcadores de sua identidade, todavia não obtive retorno. O tempo fazia-se surdo frente às minhas súplicas. Silencioso, o patife entregou-me obliquamente uma negativa nas cordas timidamente frias do vento daquele outono chuvoso.

18:00 horas. O arquiteto do universo veio trazendo no colo a lua para a troca da guarda com o astro-rei, este, já tíbio e irritantemente sonolento. Bordou-a no tecido da noite, carregando as tintas em vários tons escuros de cinza que rapidamente se diluíram num manto negro pontilhado por criaturas cintilantes. As estrelas sussurravam no meu ouvido um canto intermitente, uma litania que ora se anunciava resplandecente ora silenciava em frações ínfimas de percepção. Preferi apelidar tal fenômeno de pisca-pisca. Tive uma inconfessável ambição de me tornar uma delas, pelo menos no rebotalho desta noite. A ideia de ter luz própria agradava-me como forma de redenção, visto que a única coisa própria que eu portava naquele dia eram minhas ilusões. O tempo ofuscava-me com o brilho perverso do seu poder.

19:00 horas. A vista embriagada não poderia ser mais alvissareira. O aguardado prenúncio de comunhão com os lençóis excitava-me e incitava-me ao encontro com o colchão. As contrações oculares eram a doce delação pela qual mais esperava. O corpo já iniciara os procedimentos de decolagem ao paraíso onírico, literária e literalmente, com especial predileção para o segundo advérbio. Teria finalmente o tempo sucumbido ao fatalismo do destino? Horizontalmente, busquei a pronta afirmação à pergunta anterior. Porém no cenário montado, os atores atuaram majestosamente apenas com os figurinos da aparência. Na essência, ao posicionar-me paralelo à cama, o atrito provocou tão somente um movimento frenético do meu corpo ora para a direita, ora para a esquerda. O sono tinha à sorrelfa me abandonado, antes mesmo que eu pudesse degustá-lo. O tempo desta vez bocejou e expeliu das entranhas um bafejo perverso de prazer.

20:00 horas. Uma catatonia invadiu o último bastião que me sobrou. A violação veio sem que eu reservasse qualquer expectativa a seu respeito. Os resultados baldados, colecionados ao longo do dia, me faziam desmanchar perante as minhas próprias fraquezas. Se pelo menos fossem fraquezas físicas, corpóreas eu as teriam alimentado para que se fizessem submissas na primeira incursão do tempo. Mas, para meu infortúnio, eram as mais perturbadoras: as de natureza psicológica, incapacitantes frente ao desafio proposto pelo mesmo tempo, desde o primeiro alvor. Ele, o tempo cinicamente se enterneceu com a minha dor e recitou poesias da aurora.

21:00, 22:00, 23:00 horas. Não sei, sinceramente, como as horas representantes do posfácio deste dia, se aboletaram e transitaram pelas minhas retinas e tudo o mais. A última coisa que a minha consciência se recorda é de ter olvidado essas horas. Os meus olhos estavam petrificados, num mosaico de teias vermelhas esculpidas pelo cinzel da exaustão. Os olhos tinham se paralisado: abertos; o resto do corpo, submerso. O pélago profundo do sono avizinhava-se. A respiração há muito descompassada marcava um ritmo nefasto. Como pudera resistir tanto a tão parcas horas de sono da noite anterior, sem que quisesse oferecer resistência para tanto? A última badalada do dia talvez trouxesse a resposta à indagação ora formulada. O tempo já apresentava sinais visíveis de debilidade. Arfava pelas narinas das últimas horas, mas ainda sobrava uma réstia de soberba e, cambaleante, ele suspirou em meu ouvido.

24:00 horas, blém, ..., blém! Uma dúzia de vezes. Não sei se esta é a melhor onomatopeia para simbolizar, via badalo do relógio, o estertor do dia. Apenas sei que esse foi o último som aproximado que ouvi, antes do sono mais verídico ao qual o meu corpo finalmente se entregou. O tempo, algoz daquele dia, obviamente já não estava mais lá. Saiu à socapa, quando os dois ponteiros se sobrepuseram num abraço insano.

Antes que pudessem encetar uma nova circunferência, eu já caminhava pelas plagas soniais. O meu subconsciente, prima dona da onírica ópera já começara a texturizar as primeiras imagens. Sonhei que estava num descalvado buscando incessantemente uma razão plausível para a profusão de sentimentos e turbações que me acometeram no recém dia de ontem. Porque o dia pretérito foi tão significativo na vida de um solitário confesso de coração empedernido como eu? A minha solidão já se institucionalizara nas veredas da vida e da minha alma e não lembrava, sobremaneira, de ter autorizado o destino a promover uma recidiva de qualquer ordem. Teria acontecido algo de sobrenatural? Uma epifania não esclarecida nas entrelinhas da madrugada anterior? O meu sono, antes de ser reparador, exibia um desejo inquisidor, tal Diógenes e a sua lamparina à cata dos verdadeiros homens.

Acordei na tarde do novo dia. Uma sensação de torpor moral se abatia sobre mim. Que bloqueio mental ou psicológico eu tivera a ponto de não desvendar a causa de tão atípica sucessão de fatos do dia anterior?

Levantei-me ainda estupefato, entrei no sanitário, desnudei-me, abri o chuveiro e deixei-me banhar. O curso d’agua em queda livre escorria agradavelmente sobre a minha pele e meus cabelos, ofertando-me uma deliciosa sensação de frescor. Após o ritual higiênico completo, à porta do meu estômago, a fome bateu. Pensei em fazer um sanduíche, arregimentar uns legumes para o preparo de uma salada ou coisa do gênero. No impasse gastronômico, o interfone tocou: o porteiro de plantão informando ter correspondências diversas à espera de recolhimento na caixa postal. Ainda havia um pacote de encomenda endereçada à minha sobrinha. Agradeci o aviso e voltei-me à satisfação dos caprichos estomacais. Saciadas, a fome e sede, revisitei as lembranças do dia vencido. O estupor dera lugar a uma terapêutica reflexão sobre concepções de resiliência. “O que não tem remédio, remediado está”, já dizia o anexim muito apropriado para encapsulamento da saga insone do feriado. Resolvi não mais abastecer dúvidas ou pensamentos inquietantes. Voltei para o quarto e naveguei nas vagas da internet. Atualize-me de todas as mesmas notícias desinteressantes, trajadas com o amarfanho do dia. Meus neurônios ainda se ressentiam de mais um pouco de descanso mental, por isso, abortei novas atividades digitais. Deitei-me, fechei os olhos e procurei novas formas de entorpecimento nas curvas sinuosas dos travesseiros. Cochilei por mais 2 horas.

Despertei na penumbra do quarto. A lua chegara um pouco mais cedo, ainda com a adolescência do brilho, mas estava lá, como objeto de contemplação, sejam quais fossem os corações envolvidos. Levantei-me, perambulei pela sala, e lembrei-me das tais correspondências represadas no cubículo metálico que cada apartamento dispunha. Desci, despojadamente, pelo elevador de serviço, até a garagem. Ao abrir a porta ganhei o pequeno recinto, antessala revestida de cerâmica marrom que abrigava os escaninhos de ferro. Recolhi toda a correspondência acumulada há alguns dias. Tinha me esquecido do tal pacote, mas não tinha importância naquele momento. Aquela breve excursão à garagem servia apenas para cumprir protocolo. Retornei ao apartamento utilizando o mesmo elevador. Adentrei na habitação e depositei as correspondências na mesa de vidro da sala. Tão logo o fiz, uma corrente subitânea de vento projetou as contas, panfletos, informes publicitários para o entorno abaixo da mesa. Lamentei o ocorrido na forma de um muxoxo automático e preguiçosamente dispus-me a coletar as correspondências dispersas. Recoloquei-as sobre a mesa, desta feita sob uma pequena peça de prata que repousava na superfície vítrea. Sentei-me no sofá e tentei ver um pouco de novela. Os meus olhos acompanhavam um folhetim nacional, mas a mente, insurreta, ainda vivenciava, contra a minha resolução já estabelecida, a novela quixotesca da luta desigual contra os moinhos do tempo. Permiti-me ficar absorto. Os olhos vagueavam pelo ambiente da sala, quando num relance, captei uma das correspondências que tinha penetrado embaixo do móvel que suportava o aparelho de televisão, alguns porta-retratos, souvenires de antanho e outros berloques sem maior relevo descritivo. Ao resgatar a pretensa correspondência, notei que se tratava de um cartão anônimo, a mim endereçado. Para a minha surpresa, eis que ao lê-lo, pude compreender com clareza toda o enredo que se passou e as suas respectivas aflições, cujo mote, expresso em protocolares palavras, o tempo e a vida se encarregaram de embotar a minha lembrança. No cartão estava escrito de forma parcimoniosa: “Feliz Aniversário! 01/05/2018.”

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© Leonardo do Eirado Silva Gonçalves

01 de maio de 2018, dia e mês em que nasci.

Leonardo do Eirado
Enviado por Leonardo do Eirado em 20/05/2018
Reeditado em 25/06/2018
Código do texto: T6341311
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