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Poderoso Patriarca

Propriá, pacata população protegida pelo Poderoso Patriarca, pomposo prefeito pagão. Pagão pois pratica premonições, promove pactos, pentagramas possui pintados pelo peito.

Primogênita princesa Penélope, protegida pelo padre paroquial Patrício Pilares, passava pela ponte, perigosa ponte pitoresca pairava perante penhascos. Pagariam Patriarca pelos prazeres prestados para pequena paroquia pela prefeitura.

– Paramos? – Penélope pergunta para Patrício – Precisamos pagar poderoso patriarca pontualmente. Posicionamento precipitado pondera padre. Poderoso Patriarca parece pacifico, porém, perigoso precipita-se perante pequenos problemas.

Padre Patrício, parado, profere palavras.

– Pai perdoara-me.

Patrício puxa Penélope pelo pescoço.

– Pagarei promessa perigosa Penélope, pecaminoso patriarca perecerá. Primeiro, pagarás pelos pecados praticados pelo pai...

– Pare Padre! Perdeu plenitude? Pirado posiciona-se.

– Pela paz pratico pecados, porém, perdoado perecerei.

Patrício pula pela ponte puxando Penélope. Propriá parou, princesa propriaense perecera prematuramente.

Perto, políticos paralelamente posicionados pairavam perante peculiar prefeito.

– Pequena paroquia pretende partir para próxima provocação... Preparamos prazeres pela paz, pedimos pequeno pagamento para promover presente pacífico para paroquia. Porém persistem por perigos preferindo parar-lhe Patriarca – pondera Pierre, político propriaense.

– Poderoso Patriarca, precisamos pisa-los.

– Podem prende-los Pierre – profere Poderoso Patriarca, pacificamente – Palmas para padre Patrício pessoal, plano pomposo preparou. Penélope presenciava pontualmente pregações paroquiais.

– Plano perfeito Patriarca – pondera Plínio – Poderíamos presentear-lhes posição política pela prefeitura. Parecem perspicazes...

– Precisamente Plínio – profere Patriarca – Passado Penélope pertence, precisamos promover poderio possante para prefeitura. Presentear-lhes-ei posição política!

Pânico pausa políticos presentes – Passado? Parecia preocupar-se por pequena Penélope Poderoso Patriarca, possui patente paterna.

– Pareço pálido parceiros?

Paralisia preenche poucos.

– Pensarei possibilidade para presentear posição privilegia para padres paroquiais. Portanto, pensarei por perdão. Porém, possuem permissão para prendê-los, pequena punição precisam provar.

Para pequena paróquia, Pedro, Poderoso Profeta, popular pelas províncias propriaenses, prestava prestação, por pedidos.

– Preliminarmente, para parar Poderoso Patriarca, precisarão pedir parceria para Poderoso Paladino.

– Poderoso Paladino? – Pergunta padre Prestes – Personalidade potente presumo...

– Paladino papal pode persuadir pestilento Patriarca. Precisarão pedir-lhe pelo poente – profere Poderoso Profeta.

– Padre Paulo! – Precipita-se Pietro Pontenova, prefeito paroquial – Providencie partida. Partirá para peregrinação, pedirá parceria para Poderoso Paladino.

Pobre padre Paulo, prosseguiu preocupado, preferiu poupar possíveis proclamações péssimas pelo prefeito paroquial partindo prontamente.
 
Padre Paulo passa pela ponte pairada por penhascos pernoitando pelo pântano, pisou por perigosas paisagens prosseguindo para palácio paladino pelo poente.

Perplexo, pulsação pulmonar parou perante palácio platinado, parecia perfeito paraíso: Paralelepípedos precários pareciam preservar passado pomposo; pura prata preenchia pilastras; pedras persas posicionavam-se paralelamente por perpendiculares pedras pontiagudas; pitorescos painéis pretos pairavam perante pesados pedregulhos; puro primor preenchia prédio.

Pelo palco, Poderoso Paladino palestrava parábolas poéticas para pequenos pimpolhos precoces. Percebendo, partiu para parar presença peculiar perambulando pelo palácio.

Padre Paulo presenciava pinturas, petrificou-se por perceber pesadas palavras proferidas por pessoa parada perante portão.

– Padre, posso presumir?

– Poderoso Paladino? Perdoe presunçosa penetração, peregrinei por países para pedir poderosa parceria papal. Prazer, padre Paulo, padre pela pequena paroquia propriaense! Pedimos parceria para preservar palavra proferida pelo Poderoso Pai. Poderoso patriarca, prefeito por Propriá, prega persistente paganismo pelas províncias, precisamos pará-lo para purificar Propriá.

– Propriá?... Parabéns pela peregrinação padre.

Poderoso Paladino parte para pomposo piano preto – Prossiga.

– Primogênita princesa Penélope pereceu por palavras proferidas pelo prepotente paganismo praticado pela prefeitura, padres paroquias parecem perseguidos pela parte pagã presente.

– Perseguição? Pobres padres.... Paganismo provoca Poderoso Pai. Pelo passado, Poderoso Pai plantou pragas para parar populações pagãs, proferiu pernilongos, percevejos, pulgas..., portanto, perante pedido, propiciarei pestes para proteger população penhorada por promiscua pessoa. Primeira praga providenciada: policia palestina provocará piores problemas para pacata Propriá.

– Palestinos? Pretende pedir parceria?

– Pediu proteção padre. Porto parcerias políticas para permutar poderio possante. Pelo passado palestinos pediram proteção paladina... Por parcerias poderosas permutamos presença poderosa perante politicagens. Pegou pensamento?

Preocupado, padre Paulo proclama:

– Peguei...

Polícia propriaense publicou panfletos procurando pelos padres paroquiais. Padres precisaram partir pois polícia preestabeleceu-se pela pequena paroquia. Preservavam-se perante paisagem primitiva.

Parados, perante pedregulhos projetados pela praia, proferiam palavras.

– Perdemos pessoal... pesar profundo picota-me por pequenas partes. Pereceremos perambulando paralelamente pelo país... – profere padre Prestes.

– Posamos para páginas policiais, precipitadamente preso pareço-me... – permuta padre Peterson.

– Pelo Papa! Posicionem postura padrão. Padre Paulo prometeu partir para pedir proteção paladina, precipitados preguiçosos parecem postulando pesares prematuramente – proclama padre Patrick.

– Palpite preciso padre Patrick... precisamos persistir. Propagaremos palavra para perpetuar princípios primordiais! – Profere prefeito paroquial Pietro Pontenova – Paganismo perecerá perante Poderoso Pai! Persistiremos pela paz!

Pela praia palestinos perigosos projetam-se. Padre Paulo, Poderoso Paladino, Poderoso Profeta provam-se presentes. Padres paroquiais penetram pelos palestinos proclamando-se parceiros.

– Perdoe-nos por perturba-lo Poderoso Paladino – profere Prefeito Pontenova.

– Parceiros preciso prefeito paroquial, proporcionaremos positivismo perpetuo pelo pessoal presente proporcionando prazerosa parceria perante poderosas patentes – pronuncia Poderoso Paladino.

Prontos, partem para pequena paroquia.

Policiais percebem passos pesados por perto. Poderoso Patriarca, parado, proclama:

– Propositalmente, padres paroquiais pecam progressivamente por posição passiva propagando piores pesares para população precária por premissas, por promessas platônicas... pobres pessoas pequenas, pregações pacíficas pensavam participar.

– Poupe-me Poderoso Patriarca! – Proclama Pontenova – Pois paganismo presenteia para Propriá.

– Parabenizo-te prefeito paroquial. Parabenizo, portanto, pequena paroquia pela perseverança. Provaram-se perigosos... pela prefeitura proponho parceria permutada – propõe Poderoso Patriarca – Pensem...

Prefeito paroquial, parado, pensa.

– Preferirão, portanto... Punição policial?

– Pífios principiantes... – proferiu Perez, principal personalidade palestina presente.

– Perdão? – Participa Poderoso Patriarca.

– Poderoso Paladino!? Preciso permissão para partir pra porrada!

– Padres...?! – pergunta Poderoso Paladino, preocupado, para Pontenova.

Pietro Pontenova, parando pensamento, proclama:

– Princípios pagãos praticados pelo Patriarca perecerão perante princípios primordiais praticados pelo Pai, permissão procedida!

Pancadas pulsantes personalidades presentes presenciavam. Punhos palestinos puniam policiais pagãos, punhos policiais puniam palestinos presidiários, poderosas pancadas precipitavam-se pela paciência. Pareciam primatas.

Pura proeza praticada por pessoas poderosas.
Kissá
Enviado por Kissá em 13/06/2018
Código do texto: T6363388
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Sobre o autor
Kissá
Aracaju - Sergipe - Brasil, 26 anos
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Kissá