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A Hora da Morte - II parte

II parte
Até aqui tudo normal, mesmo que ela não tenha o costume de sair de casa e ficar andando sem rumos, não se pode afirma que este fato possa ser classificado como um evento anormal. E tudo parece se explicar de forma que seria extraordinariamente, absurdamente e incrivelmente, quando em outro ponto da cidade e no mesmo instante de horas, estava o Sr. Vicente (75), tomando seu banho de sol matinal, como já tinha costume há mais de 10 anos, naquela mesma praça, que aparece aquela senhora, de rosto pálido e sem expressões definidas, apenas com um olhar distante e lívido de qualquer sentimento aparente, no inicio ele não a notou até que ela o chama a atenção com uma saudação: "Bom dia!". Ele a olhou e antes que pronunciasse uma resposta a saudação dela, ele ouviu a seguinte frase: "Aquele que se sente só não sabe realmente o que solidão significa a não ser em seu momento de morte!" . Depois, sem proferir uma única palavra se foi e logo sumiu por trás das plantas, o Sr. Vicente ficou calado e sem reação, apenas ficou ali parado procurando uma explicação para tamanho disparate de uma velha caduca, assim ele pensou, depois foi pra sua casa...
cont...
21/01/07
Sal
Modificado : 18/03/07
Evandro Sal
Enviado por Evandro Sal em 18/03/2007
Código do texto: T417058


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Sobre o autor
Evandro Sal
Marcelino Vieira - Rio Grande do Norte - Brasil, 41 anos
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Evandro Sal