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Quem perde um amor sempre tem pressa



Fere qual navalha afiada
Sangrando o coração desprotegido
É dor que pelo corpo se espalha
Surrando num castigo merecido
Que faz mostrar-se  vindo de um gemido.
Pois se o destino quer, a sorte falha
E todo sentimento indevido
Por mais que seja forte se atrapalha.

Não adianta reza nem promessa
É qual fogo que chega até a palha
Quem perde um amor sempre tem pressa
De vê-lo ao chão cair , feito migalha.
Mas isso só o tempo é quem decide,
Pois se o destino quer, a sorte falha
E todo sentimento indevido
Por mais que seja forte se atrapalha.

É sempre bom saber que nessa vida
A alma vez ou outra se estraçalha
E tem que renascer mesmo ferida
Levando a cicatriz que a dor entalha
Negando-se o direito de morrer.
Pois se o destino quer, a sorte falha
E todo sentimento indevido
Por mais que seja forte se atrapalha.

Maria Cecilia Hequidorne
Enviado por Maria Cecilia Hequidorne em 21/10/2011
Código do texto: T3290458
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Cecilia Hequidorne
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Maria Cecilia Hequidorne