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Poesia de Cordel.

Tem um tal seu moço,
Que é mão muito fechada.
Não tira ela do bolso,
Que é pra não pagar nada.

Ele mesmo se convida,
Para ir a festas e almoço.
Mas para ajudar a pagar,
Parece que tem escorpião no bolso.

Nas reuniões fogem dele,
Mas o cara é descarado.
Quando estão combinando,
Se aboleta sem ser convidado.

Se entromete no assunto,
Com jeitão desconfiado.
É mesmo um cara de pau,
Este tal desaforado.

Temos que dar um jeito,
De pregar-lhe uma armadilha.
Fazendo que ele caia,
Numa boa pegadilha.

Só assim talvez se afaste,
Não seja tão descarado.
Ou ajuda á pagar a conta,
Ou ficará pra sempre de lado.

Amigo assim não queremos,
Um grande aproveitador.
Só quer levar vantagens,
Dos amigos um atormentador.

Zabele Rosa.
Janeiro/2018.
ZABELE ROSA
Enviado por ZABELE ROSA em 10/01/2018
Código do texto: T6222397
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
ZABELE ROSA
Jundiaí - São Paulo - Brasil
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