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Sanguessugas

Entre tanto no canto pulando
o encanto no sonho estranho
nas noites de trevas, um escuro
escondido com um olhar maldito
correndo o risco de se
percebido no que te espera.

Entre contos e catas subindo
de escadas se escondendo
das trevas, um espaço escondido
correndo o risco de ficar na miséria,
um choro sangrento é a prova do
sofrimento que ela carrega.

Entre caladas e súditos  dominada
no mundo de um povo corrupto
que abusava  daquela, no canto
escuro no mundo sujo mas ela supera,
o poder sem glória mas é ela,
a população que chora.

Políticos imundos, com ambição
sem fundo, roubando a população
que implora, quatro anos perdidos
um voto no lixo, e aí está a derrota,
o escárnio sem freios e todos
com medo do que vem agora.

A fome mata, escurece a alma,
essa a jogada de quem te maltrata,
um risco de vida os vermes em
Brasília fazendo a jogada,
entre a falsidade de quem
vai pedir voto na sua casa.

Um voto maldito, um trem fora
dos trilhos, e a crise é o presente
dado pelo os políticos,  e a população
que paga todo prejuízo de um
caminho perdido, que a esperança
nunca vá embora.


Jairo de Souza
Enviado por Jairo de Souza em 11/02/2018
Reeditado em 18/03/2019
Código do texto: T6250909
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jairo de Souza
Artur Nogueira - São Paulo - Brasil, 35 anos
119 textos (4814 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/01/20 17:59)
Jairo de Souza