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SONHO - PARTE IV


                                  SONHO - PARTE IV


Acordados de um retemperador sono, espreguiçamo-nos, beijamo-nos e fomos cuidar da nossa higiene debaixo de uma fonte de água corrente, que mais parecia um chuveiro. Avançaste tu primeiro para o chuveirinho e logo de seguida apareci e ainda te ajudei a lavar as costas. Este momento foi muito excitante. Senti tocar a tua pele com volúpia, não tendo resistido a tocar-te os seios. O tamanho médio deles, fá-los manter um posicionamento firme, qual mocinha jovem. Em ti correu um friozinho que me contagiou.  Viraste-te de frente para mim e quiseste sentir-me num abraço que colocaria a minha pele contra a tua pele. Trocamos muitos silêncios cúmplices e a volúpia soltou a mordaça.... De beijo em beijo, de abraço em abraço, a razão escondeu-se e deu lugar ao improviso, materializado no amor carnal, que nem tu nem eu conseguimos evitar e nem queríamos. Estava escrito que aquele era o nosso momento. Respeitamos o "destino" e amámo-nos longamente. Nossos orgasmos precedidos de ais e uis sussurrantes, saídos de um silêncio sepulcral manifestaram-se qual tsunami de prazer, cujo eco e "estragos" ficarão para todo o sempre gravados na nossa memória.
Povo Lusitano
Enviado por Povo Lusitano em 30/10/2007
Código do texto: T715807


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Sobre o autor
Povo Lusitano
Portugal, 65 anos
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