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Aquecimento Global - 3

Cá estamos nós, de novo, conversando a respeito do Efeito Estufa, pois temos a impressão de que fomos vacinados contra os acontecimentos calamitosos que estão “pipocando” pelo mundo, devida à inflação de notícias do gênero - uma grande enchente por aí, um terremoto por ali, um tufão em certo lugar, mais tornados, furacões, tsunamis, estiagem prolongada, erupção vulcânica, surto epidêmico, incêndios florestais, queda de aviões, violência urbana, tráfico de drogas, invasões de terras, terrorismo, guerras intermináveis, corrupção desenfreada, miséria e fome, isso tudo sem falarmos das previsões catastróficas pela constatação do derretimento das geleiras polares! _O que está acontecendo? _Estamos no Planeta Terra ou no Inferno?
O pior de toda essa barafunda é que já existem cientistas preocupadíssimos com a velocidade com que os acontecimentos estão se multiplicando e se agravando, demonstrando que existe algo muito estranho, fora do controle e do acompanhamento humano, que está servindo de acelerador imprevisível e inexplicável para a ciência moderna, o que desorienta a todos, porque tudo indica que se está chegando ao caos incontrolável, sem previsão adequada e sem retorno possível!
A ciência contemporânea tem que correr contra o tempo e quebrar logo a “casca grossa” que está limitando a sua expansão, ou seja, basta ela começar a entender a crucial importância da influência energética do mundo espiritual à continuidade da vida, para ganhar forças e poder participar ativamente das mudanças radicais, necessárias à salvação do planeta. O acelerador invisível é, sem dúvida alguma, as grossas “nuvens” de poluição espiritual que foram “espargidas” pela humanidade, conforme as atitudes negativas mentais e comportamentais dos povos, por séculos e séculos, cujo registro no mundo invisível está lotado. Agora, chegada a hora da grande purificação terrestre, tanto no campo do espírito quanto no da matéria, a mão justa do Criador já está, com certeza, separando “o joio do trigo”, acontecimento esse já previsto há mais de 2000 anos, e que está se concretizando hoje, como qualquer um de nós pode constatar.
Quando comentei a respeito da “vacinação” contra calamidades, estava me referindo ao total desligamento dos moradores deste planeta com relação a tudo que está acontecendo, cada vez pior, num crescendo – tem-se a impressão de que não estão fazendo parte do contexto, estão em outro mundo, onde o importante é seus times de futebol ganharem campeonatos, é estarem em dia com o último estilo da moda, é acompanharem seus cachorrinhos aos “pet shops”, ou então estarem sempre procurando uma forma de ganhar dinheiro, sem pagar impostos, ou ainda se colocarem sempre à disposição para sambarem na avenida ou a acompanharem freneticamente os trios elétricos.
Esse tipo de desligamento é extremamente perigoso, pois todos nós, sem exceção, estamos sujeitos a passarmos pelas terríveis atribulações que estão se avizinhando, e não existe nada pior do que virmos a sofrer grandes processos de depuração sem que estejamos preparados; nesses casos os sofrimentos a que ficamos expostos serão multiplicados ao extremo, a ponto de procurarmos nos arrepender da insensatez que praticamos até então, mas percebermos que já é tarde demais. Nesses momentos cruciais é que iremos concluir que jogamos pelo esgoto todo o tempo que nos foi outorgado, ao termos dado atenção a valores totalmente inúteis, inócuos e inoperantes, em troca da possibilidade em nos fortalecermos o suficiente para podermos passar incólumes a esses momentos de destruição de tudo que não tenha utilidade, para a grande transformação de todo o planeta em terra paradisíaca, destinada apenas àqueles que conseguirem ultrapassar a grande purificação global. Atenção, meu grande amigo leitor, todo esse meu empenho em abrir-lhe os olhos só faz por confirmar a certeza de que tudo isso é a pura realidade, imutável e ininterrupta, mesmo que haja quem não queira acreditar, seja por teimosia ou por simples “comodidade”.
Moacyr de Lima e Silva
Enviado por Moacyr de Lima e Silva em 14/06/2009
Código do texto: T1649112

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Sobre o autor
Moacyr de Lima e Silva
Araras - São Paulo - Brasil, 82 anos
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Moacyr de Lima e Silva