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ENGODO ARDILOSO!

A humanidade tem sido vítima dos ardis e enganos, lhes jogado em cima em todos os seus momentos de vigília precária, sem se aperceber do engodo lhe projetado como lucro e/ou, benesses!

No mundo hodierno, com raríssimas exceções, ninguém tem dado nada a alguém sem a espera de um lucro proveitoso e exorbitante em relação à oferta feita.

Aceitar algo gratuitamente tem levado muitas pessoas à amargura da cobrança de retorno inesperada! Isso tem ocorrido até entre parentes próximos e, amigos, se escudando na amizade falsa cheia de falácia enganatória!

O Engodo tem sido parte inerente nos seres humanos, sempre à procura de vantagens imerecidas e, constantes no seu dia-a-dia, usando, erradamente, a inteligência para o lado do proveito sem o devido labor!

Se, todos nós, nos concentrássemos na observação de tudo o que nos cerca e/ou, vem ao nosso conhecimento analítico, veríamos que, na maioria das vezes, as ofertas nos feitas como benesses, na verdade, são ônus sobrecarregados de imposições de retorno elevado.

A vida humana é curta, passageira e, cheia de eventos diversificados a lutar contra ela, tais como: Carência financeira e amorosa, doenças, desacordos, contendas, ambições elevadas, inveja etc. com, tudo isso, a nos desvalorizar como pessoa feliz! Sobrecarregar a nossa existência com a aceitação de facilidades que não tenhamos merecido é, no mínimo, uma imbecilidade, da qual, teremos que efetuar a quitação com o restante das nossas forças vitais e, com a carência aumentando em nosso desfavor e, dos nossos dependentes!

Para ser feliz, o Ser Humano precisa viver dentro da sua capacidade nata ou, adquirida de forma pessoal, sem alarde e, sem almejar vantagens que não tiver direito ou, feito por merecê-las e, sem ter que pagar por Elas!

O nosso Criador nos fez desiguais e, nos deu o livre-arbítrio, com a intenção de que consigamos trafegar por este Vale de Lágrimas nos aprimorando, a cada dia, com idoneidade para, no final, livre das arestas defectíveis, chegarmos até Ele!

A seguir, um poema da minha autoria inédita e, relativa ao texto acima:

   CAMINHOS PARALELOS
                                                             
Nossos caminhos não cruzam
Por serem muito diferentes,
Enquanto sigo às estrelas
Tu?...Acompanhas o tridente!

Piso em espinhos,
Sofro estertores,
Sou carente de mimos
Vivo com poucos amores.

Tu pisas em rosa,
Dores? Tu não tens,
Carinhos te sobram,
Amores?...Também!

Minha vida é vida!
A tua é prazer!
A dor me anima,
A ti... Faz sofrer!

Os prazeres terrenos,
Acalanto de infelizes,
São cantos de meretrizes
Que te fazem... Acenos!

Sebastião Antônio BARACHO
conanbaracho@uol.com.br

Sebastião Antônio Baracho Baracho
Enviado por Sebastião Antônio Baracho Baracho em 26/06/2009
Código do texto: T1669099


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Sobre o autor
Sebastião Antônio Baracho Baracho
Coronel Fabriciano - Minas Gerais - Brasil, 83 anos
421 textos (22156 leituras)
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Sebastião Antônio Baracho Baracho