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A vagina da mulher albina e suas propriedades

Creio ser um caçador de mulheres, de forma que busco experimentar novos sabores, novas posições, novos lábios e novas vaginas. Recentemente descobri a magia sexual das albinas, espécie de mulheres negligenciadas ao longo da história, por poetas, que não as louvam em odes e poemas apaixonados e pelos outros caçadores de mulheres como eu, estes, não sabem o que perdem, não têm ideia de como as albinas são amantes especiais.
Conheci uma ninfeta albina no metrô, que como uma piada pronta chamava-se Clara, olhando em sua face notei logo o branco de suas sobrancelhas e cílios, seus olhinhos encolhidos escondidos por óculos de lentes de alto grau e com astigmatismo avançado, tinha um cabelo longo e muito branco. Seu corpo, no entanto, era colossal: um quadril largo e nádegas redondas bem delineadas sob uma calça jeans justa me interessaram, além de seios perfeitos no tamanho e composição (como verifiquei depois).
Os meios que utilizei para caça-la não convêm aqui nesta coluna descrevê-los, por questão de espaço e de estratégia, não fornecer munição aos concorrentes.  Afianço-lhes, contudo que foi rápido, atingi meu desiderato explorando um desejo incontido de fêmea que nunca antes fora plenamente possuída por homem.
Depois de superar certo desconforto de olhá-la enquanto transávamos, pois me era impossível não imaginar-me beijando na boca pálida e úmida do Hermeto Pascoal, conduzi a transa com minha fluidez característica.
Clara cavalgava em meu “ferrão amoroso” e entramos em êxtase juntos, estremecemos e por um instante pareceu-me ver sua tez torna-se levemente trigueira, continuamos nos beijando longamente, até esvaziar-me de meu esperma crasso e abundante, deixei-a feliz e sentindo-se uma mulher desejada que sabia doravante aonde procurar prazer e satisfação da carne.
Antes de terminar preciso mencionar as propriedades de sua vagina consoante o título: na mesma noite em que trepamos, meu time jogou e perdeu feio de três, fato que num dia sem sexo deixar-me-ia rude e selvagem, mas naquela noite não! Naquela noite que provei o sabor de uma mulher albina não! Daí conclui ser a vagina da mulher albina um poderoso anestesiante quando meu time perde feio, o que ultimamente tem sido uma constante.

Homem de preto, escreve neste espaço aos domingos e diz que seu esporte preferido é caçar mulheres, e desafia-se: "meu próximo objetivo é salpicar meu sêmen amoroso numa anã".
Homem de preto
Enviado por Homem de preto em 24/08/2011
Reeditado em 03/04/2013
Código do texto: T3179339
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Homem de preto
São Paulo - São Paulo - Brasil, 38 anos
256 textos (20468 leituras)
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Homem de preto