DESCULPEM-ME OS RECANTISTAS



Seria interessante, que antes de publicarmos nossos textos, fizéssemos uma revisão, pois existem alguns, que temos que (ler e reler) algumas vezes, até mesmo depois de já publicados e comentados, que necessitam de correção. Muitas das vezes até com graves erros de português, embora o texto seja belíssimo. Há ocasião em que trocamos letras, esquecemos outras e por aí vai. Seria interessante também, que houvesse uma seção onde os textos ditos eróticos só ali fossem publicados, afinal não são apenas adultos que acessam este cantinho tão oportuno para aqueles que não encontram outro meio para dividir seus pensamentos, expressar sua necessidade de se fazer lido ou ouvido.

Sabemos que dentre tantos que publicam seus textos e suas composições musicadas existem muitos profissionais renomados, com vários livros publicados, participação em antologias diversas, jornais e até alguns premiados, mas existem os amadores, que têm o dom e gostariam de ter também, como já temos aqui no RECANTO DAS LETRAS, um espaço.

O que estou querendo dizer é que já que alguns de nós não fazemos essa revisão, às vezes até pela ansiedade de ver nossos textos comentados, criticados, não importa... E como a pressa costuma ser inimiga da perfeição, deveria haver uma equipe para nos oferecer isso aqui no Recanto, assim não veríamos tantos trabalhos lindos, pois sabemos o quanto isso é verdade, publicados de qualquer maneira, nem os chamados eróticos, pois há muita diferença do erotismo para sensualidade, não fossem misturando-se aos que em qualquer idade possam ler. Afinal, para que se publique, temos que assinalar que é um TEXTO SEGURO.

Se eu tiver ferido a sensibilidade de alguns, peço que me perdoem, mas eu precisava dizer isso, já que tenho percebido que falta essa atenção tanto de nós que publicamos os nossos textos, como de uma revisão também, se possível do RECANTO DAS LETRAS, especialmente no que se refere à segurança.

Bem, era isso. Espero que me perdoem os que sentirem-se melindrados e agradeço de coração aos que entenderem o porquê desta minha observação.
Fraternalmente,

Isabelle Mara