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COMPAIXÃO. UMA NOVA ERA.

"O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. É essa ilusão, uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguiu alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior."Einstein.

Ao que surge de variadas inclinações de ordens diversas, este ano traz o vestíbulo de significativas mudanças. Se olharmos para o passado veremos que existem alguns marcos temporais de  drásticas alterações para abertura das prisões referidas por Einsten.

A compaixão perdida e solapada pelos baixos interesses humanos seria novamente a mesma que pontificou no olhar misericordioso que se postou de joelhos diante de grandes mártires que sofreram  pelo poderoso “círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza.”

Tudo como forte e claro no verbo de Eisnten. A   unidade pelo amor despertaria essa consciência, como ocorre ciclicamente,melhorando a caminhada humana.
Em carta a sua filha Lieserl, sobre o amor, a  pródiga mente do físico sinaliza que
“Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam e o que vou agora revelar a você, para que transmita à humanidade, também chocará o mundo, com sua incompreensão e preconceitos.”
E advertiu:
“Peço ainda que aguarde todo o tempo necessário - anos, décadas, até que a sociedade tenha avançado o suficiente para aceitar o que explicarei em seguida para você.”
Era um vaticínio para agora?
Diz ele:
“Há uma força extremamente poderosa para a qual a ciência até agora não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras, existindo por trás de qualquer fenômeno que opere no universo e que ainda não foi identificada por nós.
Esta força universal é o AMOR.
Quando os cientistas estavam procurando uma teoria unificada do Universo esqueceram a mais invisível e poderosa de todas as forças.
O Amor é Luz, dado que ilumina aquele que dá e o que recebe.
O Amor é gravidade, porque faz com que as pessoas se sintam atraídas umas pelas outras.
O Amor é potência, pois multiplica (potencia) o melhor que temos, permitindo assim que a humanidade não se extinga em seu egoísmo cego.
O Amor revela e desvela.
Por amor, vivemos e morremos.
O Amor é Deus e Deus é Amor.
Esta força tudo explica e dá SENTIDO à vida. Esta é a variável que temos
ignorado por muito tempo, talvez porque o amor provoca medo, sendo o único poder no universo que o homem ainda não aprendeu a dirigir a seu favor.
Para dar visibilidade ao amor, eu fiz uma substituição simples na minha
equação mais famosa. Se em vez de E = mc², aceitarmos que a energia para curar o mundo pode ser obtido através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites.”

É a força de recursos ilimitados. Sem dúvida.
E continua:
“Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do
universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. Se queremos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se queremos salvar o mundo e todos os seres sensíveis que nele habitam, o amor é a única e a resposta última.
Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, uma criação suficientemente poderosa para destruir todo o ódio, egoísmo e ganância que assolam o planeta. No entanto, cada indivíduo carrega dentro de si um pequeno, mas poderoso gerador de amor, cuja energia aguarda para ser libertada.
Quando aprendemos a dar e receber esta energia universal, Lieserl querida, provaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.
Lamento profundamente não ter sido capaz de expressar mais cedo o que vai dentro do meu coração, que toda a minha vida tem batido silenciosamente por você. Talvez seja tarde demais para pedir desculpa, mas como o tempo é relativo, preciso dizer que te amo e que a graças a você, obtive a última resposta.
Seu pai,
Albert Einstein.”.

Existe algo mais verdadeiro?
No homem Espiritual dentro de uma Nova Era, não se sabe quando, haverá essa consciência, a tomada do poder por essa força estável, definitiva e única capaz da total transformação humana.

O homem  verdadeiramente espiritual, que atua movido por amor e compaixão, não atua ou se manifesta para causar boa impressão ou alcançar prestígio. Se movimenta por amor.
É fácil distinguir quem busca prestígio e não espiritualidade, amor, primeiro nunca o teve, seu fim não é a espiritualidade ou passar caminhos para seu encontro, mas aplausos.

Quem ensina vive de ensinar seja qual for sua atividade, é meta por ser missão, não lhe pertence, pertence aos poucos que querem ouvir o que tem a manifestar para multiplicar o que ouviram, por amor. Quem ensina com correção é ouvido. Não o faz por reconhecimento, mas por obrigação amorosa. A escola deve ser  Jesus Cristo que  não perseguiu reconhecimento nem prestígio, mas entendimento entre os homens e espiritualidade nesse encontro, enfim, amor. Não foi Profeta o Cristo, nada profetizou, somente ensinou. Os profetas escreveram e entraram em embate, dissentiram em previsões, Cristo nada profetizou, não era vaticinador, vidente, disse Quem Era e a que veio, e  só ensinou sem nada escrever, a amar, e ensinou o “amai uns aos outros”, quando mesmo irmãos não são amados, restam largados e abandonados, filhos e pais desdenhados, não socorridos, mães repelidas, cada um carregando sua cruz.

Nesse plano, espiritual, de ensinamento, se preciso for o homem espiritualizado ficará sozinho contra o mundo, firme em suas posições, sem preocupar-se com o que pensam dele. Normalmente absorve ofensas e, se reage, por forte que é, o faz se opondo às ofensas que se alastram no mundo de toda a ordem, da ingratidão à injustiça, pregando amor. Incorpora a não-resistência no ensinamento, esse é o objetivo, ensinar desarmando palavras e gestos contrários ao Cristo e seus propósitos.

Essa inconformação com tal estado de coisas gera revide do qual deve se afastar para integralmente se doar à espiritualidade, sem o que irá desconhecê-la em profundidade. Não é um despojado, vive e deve viver uma vida comum, só através dela compreenderá o mundo e as gentes, ensinará a unidade. No vendaval dos ventos em sua jornada é plenitude de virtudes por assim ter nascido, distinguindo onde não se distingue, sendo sua vida pura correção, aplicada e metrificada para proveito até onde atinja, nada devendo a sua consciência nem a ninguém como ato contrário à Lei Moral. Se algum dia dívida houve a remissão devida apagou.

Aos poucos chega ao ponto mais alto da jornada, onde nada mais ouve que o afete, compreende a fragilidade de todos e absolve o malfeito que a si podem tentar fazer, e reza pelos malfeitores.

A paz da posse espiritual que desfruta não é o silêncio das sepulturas, configura uma alegria suprema vivida permanentemente, banhada pela correção absoluta, sem nenhuma cisão da linearidade permanente, onde o prestígio e galas sempre recusados foram substituídos pelos valores vividos que se acercam e refluem como ondas do mar na praia de transparentes águas e brancas areias de sua vida.
Que aconteça uma nova era.
Celso Panza
Enviado por Celso Panza em 09/01/2018
Código do texto: T6221501
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Sobre o autor
Celso Panza
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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Celso Panza