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Do pó vieste ao pó retornarás!

Estendi a mão em direção ao horizonte.
Busquei belas imagens de um por do sol.
Encontrei; um espaço em branco "a neve".
Cobria as ramas dos arbustos frágeis e sem cor.
Era um belo dia e diferente para mim...
Trazia consigo uma natureza morta.
Sem vida, fria e por mais que me aquecia;
Andei alguns passos, o frio era cortante!
Triste e sentindo o desafio; sai porta afora.
Ergui as mãos e num grito de dor... perturbada:
Desejosa ao "Senhor" desejosa; queria a resposta para o meu clamor!
De onde vem tanta beleza, que ao mesmo tempo;
Ensina a cada um saber viver num habitat assim.
Ensina as plantas, sobreviverem após tanta neve,
A erguer suas as folhas e refazer-se de flores!
Só tu "Senhor" é capaz de fazer com tanta perfeição;
Estreitos abismos, amplas campinas, montanhas azuis.
A brisa fina que cai, refrigera o tempo onde o sol ardente...
Deixa os insetos que voam, os pássaros que buscam...
Agua para beber... campo rasgado pela seca espera?
Um novo amanhecer, sem frio, sem neve com calor.
Aparece um novo dia e com ele nuvens que prometem...
A chuva que será benção... vitória da terra já morta.
A chuva preciosa vai molhar os campos, colorir de verde o chão.
Alheio a isso tudo; o homem apenas espera... estuda,
Formas de defender-se da catástrofe que há de vir...
A natureza preciosa deve ser cuidada, respeitada com amor.
Fazer a sua parte, é não niglegênciar!
Do pó vieste ao pó retornarás!
                                        cilene
Cilene de Castro Dano
Enviado por Cilene de Castro Dano em 27/08/2007
Código do texto: T626018
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Cilene de Castro Dano
Presidente Prudente - São Paulo - Brasil, 75 anos
93 textos (5185 leituras)
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