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PALAVRAS....NADA MAIS.

Tantas palavras que motivaram o pensamento continuam a serem grafadas e ditas. E sentença que aniquila reverbera e pontifica: "PALAVRAS QUE O VENTO LEVA".
E ouve-se ainda sonante e forte como definidora matriz,  abrir a janela da alma no refúgio de sua mente, rasgando do nascente ao poente sua íris à luz do sol.

Tentar entender a grande angústia humana. O surgimento da vida, seu desaparecimento, esse movimento sagrado e único e suas origens.

Na passagem breve da certeza do pó e do tudo, ver algo mais que um salto no escuro, o desconhecido com seu milagre infinito.

Abraçar a generosidade, entender o existir não existindo, a passagem frágil e volátil exposta e compreensível.

 Aceitar a aceitação que é o não-ser, eternizado no passo breve e nas pegadas longas. Nada que existe deixa de existir, somos o efeito de uma causa maior.

O trânsito das almas, onde estão, ocupando seus espaços onde tudo se transforma, o que respeito, observo, sinto, e vejo, aperfeiçoam as imperfeições passadas, do que seria, foi e é, de outros espaços ocupados, vidas e formas, e se plasmam em diversidades.

O que fomos, o que somos e o que seremos. Nada de simples   abordagens explicativas, não há anuência do que não se alcança, mas sente-se e mesmo se vê,  me penitencio. Se posso perceber bem Kant na sua discussão de ideias, sua “Razão Pura”, e Tomás de Aquino em suas arguições sobre “Conselho” como instituição, desnudando toda ordem de desordens que são vistas pelos atuais Conselhos Humanos, me envolvo e vou além,  passo infinito dando ao cérebro razão do encontro de  posição interior. Um passo  caminhado de uma longa estrada. Nossa estrada é longa, e pensamos ser curta, breve.
E pretendem ter verdades os humanos que negam a verdade simples que os homens conhecem.

Teria razão o teólogo dos teólogos, São Tomás, quando disse “tudo que escrevi é palha”.

E ousam lançar ideias sobre ideias que nunca frequentamos sob qualquer angulação.

Destaque-se: “palavras”, nada mais.

Celso Panza
Enviado por Celso Panza em 06/12/2018
Reeditado em 06/12/2018
Código do texto: T6520668
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Celso Panza
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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Celso Panza