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sem pé nem cabeça

Sensíveis pálpebras que se fecham como as dormideiras nos canteiros da nossa infância. Decadentes os sem dentes contam com o momento quando ainda serão salvos dos sinistros planos da reta razão. Os apolíneos – dionisíacos sonhos da civilização judaico-cristã assombram os milhares de pessoas que sonham perambulando pelas deambulações ambulantes; sem, contudo assumir que o Mundo é Mundo, independente de qualquer nome que inventem. Assim de repente se apresenta o mágico de araque, que na ponta da fina adaga branca, soluça cânticos de amor e de amigo, parnasianamente realistas no surreal futurismo barroco. Assim, antes que me preguem qualquer peça, vou logo dizendo que o autor desta crônica verdadeiramente sem pé nem cabeça, não é um louco. É só um sonhador mirando a Lua bem uma noite de chuva.


MARIO ORTMAN FERREIRA FILHO

GROTIUS
grotius
Enviado por grotius em 05/10/2007
Código do texto: T682163

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Sobre o autor
grotius
Santo André - São Paulo - Brasil, 62 anos
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