DEFINIÇÃO INTRIGANTE

Quantas vezes um grupo de pessoas reunidas entram em desavença por perderem a paciência com um deles? O que uniu essas pessoas e qual seria o motivo para tão radical procedimento?

Muitas vezes a aproximação se dá por força de trabalho ou estudo, e em alguns casos até de vizinhança, mas serão verdadeiramente amigos?

Temos a tendência a chamar de amigos os próximos e acabamos perdendo o significado real da palavra. Sabemos o que é um nas desavenças, nas horas tristes, nas ondas baixas da vida. Não é obrigatoriamente auxílio concreto ou econômico que recebemos dele, mas apoio do tipo: “Estou contigo para o que der e vier”. É difícil? Sim. Se formos amigos toleramos as tolices, as manias e até rimos desses defeitos e o amigo real recebe essa crítica com tolerância também. Já ouvi pessoas dizer que não vão admitir que alguém fale assim com ela, a não ser que seja um amigo. Da boca de um amigo a censura é menos amarga. Da boca de um amigo a correção valerá ouro; vindo de um qualquer pode ser ofensa; vinda de um desafeto pode ser grito de guerra.

A única atitude corriqueira numa relação de amizade é a reciprocidade. Algumas pessoas dizem: ”Sou amigo dele, mas ele não é meu amigo”. Sentimento irreal e equivocado. Amizade não é isso.

Ana Toledo
Enviado por Ana Toledo em 05/07/2020
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