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UM MENINO PEQUENO HERÓI

UM MENINO PEQUENO HERÓI

Mário Osny Rosa

Riquelme um menino igual a qualquer menino de sua idade (cinco anos) brincava com seu coleginha, cinco anos mais velho, irmão da menina que dormia na casa em seu berço.

Riquelme estava trajando naquele momento a roupa de Homem Aranha, seria esse o motivo que o mesmo enfrentou todo o perigo que nem deveria saber do mesmo.

Quando viu a casa queimando fez o alarme e a mãe da criança que estava dormindo no berço se desesperaram e começaram a chorar e gritar.

Riquelme disse a mãe da criança, tia eu vou salvar ela e entrou dentro de casa que ele bem conhecia chegou a beira do berço pegou a menina pela perna pois a mesma tinha dez meses de idade e levou para fora e entregou para a mãe sem sofrer qualquer queimadura ele e a criança.

Esse fato ocorreu no planalto catarinense no Município de Palmeiras próximo da cidade de Lages.

Riquelme estuda numa pré-escola é um menino inteligente e colabora com seus amiginhos, ajuda a todos nas tarefas da escola.

 Vive com sua tia desde os onze meses de idade, e ainda que a mãe da menina quisesse recompensá-lo ele não aceitou.

Os bombeiros chegar e fizeram o rescaldo do incêndio com mangueiras, depois falaram com Riquelme dizendo do perigo que ele enfrentou, mas ao se despedir ele pediu ao bombeiro que deixasse uma mangueira para que ele pudesse apagar outros incêndios no local que viesse acontecer.

No dia seguinte Riquelme chegou à escola e começou a contar sua grande proeza de “Homem Aranha” todos ouviram seus relatos, mas não deram lá muito créditos a eles, como um garoto de cinco anos salvar um criança de nove meses de ser queimada viva?

Achavam que era uma fantasia daquele pequeno herói, naquele momento chega a reportagem do Diário Catarinense de Florianópolis, para entrevistar o pequeno Herói o Homem Aranha em miniatura. Seus colegas depois daquele momento passaram a perguntar se ele não teve medo, todos ali queriam ser o “Homem Aranha” que ele foi ao dia anterior.

Aqui fica um exemplo de coragem de bravura, pois “coragem e bravura não tem idade e nem tamanho”, mas tem sim a responsabilidade até da ética, foi essa a maior ousadia desse menino com caráter de adulto.

São José/SC, 10 de novembro de 2.007.
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Asor
Enviado por Asor em 11/11/2007
Código do texto: T733415
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