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Pássaro azul
preso na gaiola,
seu canto triste, triste, triste...
Alma presa
em corpo de pássaro,
canto triste, triste, triste...
Esperança perdida,
nunca reencontrada,
canto fúnebre, fúnebre, fúnebre...
Em seus olhos só negrume
sem nem sequer um único lume.
Sua vida:
uma tigela de alpiste,
triste, triste, triste...


Professor Gil

13 de fevereiro de 2011



Tantas vezes machucado,
o pássaro ainda é alado
e ainda sonha alto
no seu modo diferente.
Sim, ele ainda sente
e, num canto de encantos,
o seu coração chora

a maldade do mundo afora
e dessa gente desumana.
Seu Azul com o azul se soma
e mesmo na redoma
(que é a sua casa)
ele, entre suaves ais,
pode até ter o voo pausado,
mas jamais perde suas asas!


Silvia Regina Costa Lima
19 de fevereiro de 2011











Teacher,

adorei unir nosso lirismo num dueto profundo
e muito harmonioso.

Grata pelo presente que me ofereceu, friend,
na presença deste
belo e sensível poema
Pássaro Azul

Um beijo azul

Gilberto *

Ma reine,

nosso dueto casou muito bem.

Valeu mesmo. Ficou lindo.

Beijos azuis.




SILVIA REGINA COSTA LIMA
Enviado por SILVIA REGINA COSTA LIMA em 02/03/2011
Reeditado em 23/03/2011
Código do texto: T2824999
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
SILVIA REGINA COSTA LIMA
Vinhedo - São Paulo - Brasil
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