Doce Quimera

Ana

Se este amor nasceu assim do nada

Se este encanto me fez assim enamorada

Que venha a brisa, suave e morna

Que venha o mar, azul e profundo

Ser testemunha desse encontro

Desse amor que me invade o mundo

Deixe o rastro de letras espalhado

Com poemas que me guiarão

Escreva-me o mapa bem detalhado

Para que eu saia deste porto-solidão

F Santos

Não me perguntes

Por onde minha alma guiará a tua,

Talvez num verso de um poema,

Talvez numa canção de rua,

Ou quem sabe o mapa esperado

Esteja no coração.

Quem sabe nos encontraremos

Numa poesia, numa pequena estrela

Na luz da imensa lua que vemos

Pra espantar de vez essa solidão.

Ana

Quisera eu ter corpo e asas

Ser a musa suave e bela

Poder sair voando sobre as casas

Ser pintada numa aquarela

Sou só uma alma sem matéria

Um fantasma que sonha ter coração

Sou apenas um engano, uma quimera

Vivendo só em sua imaginação

PS: Mais uma vez obrigada meu amigo querido e parceiro F SANTSO por mais essa interação poética. Beijo no seu coração.

Ana Maria de Moraes Carvalho e F SANTOS
Enviado por Ana Maria de Moraes Carvalho em 14/07/2016
Reeditado em 14/07/2016
Código do texto: T5697496
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