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O eternizar dos versos de Rodrigo Poeta e Lucia Gomes de Iguaba-RJ.

A vida é como uma nuvem passageira,
Que passa como num raio reluzente...
É como uma dor que não se sente
Entre a alegria de nascer misturada com a tristeza de morrer.
É o doce do mel misturado com o gosto do fel.

É o eternizar dos versos ao além...
A vida são as palavras ululantes em ventania
Entre o acaso de estrelas de gelo fantasiado
Em papel ofício.

O eternizar são espasmos tenebrosos,
Que perpetuam em horizontes de cores
Abissais de cometas e vitrais antigos
Ou de fósseis entre a areia do mar.

O eternizar como um olhar
Penetrante na alma errante do andarilho da vida.
Um azul celeste meio que sombrio às vezes e calmo
Como as águas do rio ou turbulentas como um mar bravio...

Deixam-nos estáticos, como homens de aço,
Sem alma e sem coração
Ou elevam-nos para o mais belo paraíso,
Que põem na alma um sorriso e nos lábios uma canção!

Nos lábios uma canção encanta o luar,
A sereia, o Gigante Adamastor de Camões
E claro as multidões.

(Rodrigo Poeta e Lucia Gomes de Iguaba-RJ – 14/11/07)






Rodrigo Poeta
Enviado por Rodrigo Poeta em 14/11/2007
Reeditado em 24/05/2009
Código do texto: T737440
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Rodrigo Poeta
Cabo Frio - Rio de Janeiro - Brasil, 40 anos
270 textos (18690 leituras)
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Rodrigo Poeta