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Dizer a mim o que não sou.

É preciso desconfiar da linguagem; a felicidade desconfia-se de um estado social. Enquanto todos buscam a felicidade de uma forma assustadora, uma felicidade que nunca é encontrada, uma felicidade platônica...Enquanto a felicidade nas relações humanas se fazem nada mais que uma  atribuição dos jogos dos interesses  correspondidos. Nas aflições subjetivas: a felicidade é uma tristeza. Mas baseada na busca, objetivamente impossível de ser relaciona à pós-modernidade na tragédia. Mas de forma alguma é triste a felicidade na artimanha e preço...
Desmenti algo; a felicidade não diz tanto quanto a tristeza...
Meu sentir é maior do que de Drummond, Como minha mãe colocou o nome de seus dois filhos homens como poetas o primeiro de Vinícios o segundo deste que conheces, como carta o declaro, as palmas de som e fogo de uma ave de rapina ao amar, distribui-las como força de sofrer do mundo   que, muito embora, se pode observar.
Entre a infância que desprende do amar e do sofrer.
Há o que se faz depois do crescer e da juventude, uma forma de se sentir que dura mais tempo, de um sofrer e angústia que os sentidos epistêmicos de manifestarem. No texto corrido descrevo, o que componho em síntese e o que espero com esmero o epitáfio que não ouso escrever.
Fernando Grumicker
Enviado por Fernando Grumicker em 10/02/2018
Código do texto: T6249948
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Fernando Grumicker
Marechal Cândido Rondon - Paraná - Brasil, 18 anos
15 textos (172 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/02/18 07:09)
Fernando Grumicker