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DO BINÁRIO AO TERNARIO

Do Binário ao Ternario.

Estamos acostumados à vida binária, sem nos darmos conta da nossa mesmice cotidiana. Convivemos com dueto dia e noite, frio e calor, passado e presente, Deus e Inferno, passamos pelos fenômenos sem nos darmos conta da síntese da tese e antítese que a vida nos prega.
Haja vista que, por muitos e muitos anos, acreditamos que a Terra era o centro e o Sol e demais planetas giravam ao seu redor. Foi preciso que Nicolau Copérnico observasse o fenômeno e buscasse a causa para descobrir a verdade Heliocêntrica. E na nossa vida cotidiana, não é diferente, passamos pelos fenômenos do dia-a-dia, sem nos darmos conta da verdade contida no cotidiano. Não paramos para pensar na nossa fortaleza Espiritual, vivenciamos a materialidade, que nos compraz. Sê importando  mais com a temporalidade do corpo do que com a perpetuidade da Alma! É preciso observar na semente do fruto, que ao morrer da sua vitalidade, nos dá a semente que regenera noutro fruto, perpetuando a sua espécie. O fruto se decompõe, morre estercada em compostagem que fortifica a semente num novo fruto. Assim somos nós, pobres mortais corporais, que vivificamos em Espirito, na eternidade do Plano de D’us, que nos Criou, para darmos continuidade à sua Obra, como partícipes da Criação. É nesse Mistério, da renovação, que buscamos o nosso aperfeiçoamento Espiritual, nas demais concepções de vida que nos é proposto, muito embora a nossa cognição ainda não esta preparada para uma síntese desta tese versos antítese, que ignoramos.
É preciso sair da dualidade, em busca da terceira via, que revela a síntese, que angustia o ser humano na sua indução cognitiva. Não podemos seguir a maioria pela cômoda mesmice, mas buscar na insatisfação a terceira alternativa que responda as nossas inquietações.
A resposta esta na metafísica, que supera a física na especulação, e, vivencia na Espiritualidade na resolução. É na causa que obtemos a resposta fenomênica com que deparamos na Criação. É na Obra que se observa sua finalidade precípua da coparticipação. Só assim podemos dizer que já não sou eu que vivo, mas é Ele que vive em mim na abstração da matéria que deteriora se finda, se transforma naquilo que sou.
Chico Luz
CHICO LUZ
Enviado por CHICO LUZ em 12/05/2018
Reeditado em 12/05/2018
Código do texto: T6334086
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
CHICO LUZ
São Paulo - São Paulo - Brasil, 73 anos
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