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Aquele Amor
 
Criança as vezes é assim, quando a mãe briga por algum motivo, fica emburrada, diz que não gosta mais dela e se esconde, não deixa sequer que ela ouça a sua voz.

Depois, passado algum tempo, fica pelos cantos, cabisbaixa, a procura com o olhar, mas sem deixar que a mãe perceba, e imagina: - “ela está me observando”, então se faz de rogada, quando os olhos se cruzam ela tira o olhar, no entanto, dentro do seu coração, há uma vontade enorme que ela sorria e corra para abraçá-la outra vez, no fundo ela tem medo de perdê-la, pois a ama demais e sabe não pode viver sem ela.

Essa coisa de amar outra pessoa, também é assim, a gente briga, mas depois passa.

Todavia, quando se teima, a distancia cresce, cresce, fica cada dia mais longe, tão distante que não tem mais caminhos pra voltar. É tão triste.

(...)

A gente briga
Diz tantas coisas que não quer dizer
Briga pensando que não vai sofrer
Que não faz mal se tudo terminar

Um belo dia
A gente entende que ficou sozinho
Vem à vontade de chorar baixinho
Vem o desejo triste de voltar

Você se lembra
Foi isso mesmo que se deu comigo
Eu tive orgulho e tenho por castigo
A vida inteira pra me arrepender

Se eu soubesse
Naquele dia o que sei agora
Eu não seria esse ser que chora
Eu não teria perdido você

(...)


Acontece com tantos casais, não é mesmo? Não deixe que aconteça com você!
António Souza
Enviado por António Souza em 10/06/2018
Reeditado em 12/06/2018
Código do texto: T6360638
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
António Souza
Manaus - Amazonas - Brasil
64 textos (1471 leituras)
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António Souza

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