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Pequeninos ENSAIOS !

                                               A possibilidade de trazer  à colação
"pequeninos Ensaios", fazem parte destas breves linhas. Eis,  assim
os sete pequeninos Ensaios:

Título do primeiro pequenino ENSAIO:"Será que a BELEZA faz atrair
o AMOR ?"
Ao invés da indagação acima que serve como título deste pequenino
ENSAIO; poder-se-á mencioná-la como uma fonte verídica   de sus-
tentação, caso, houver outros fundamentos basilares   que deambu-
lam entre nós seres humanos. Tais, fundamentos basilares,     o são
inseridos aqui como: 1). Afeição. 2). O ato de benfazer. 3).  Brandu-
ra, etc. Ora, neste sentido, de trás para frente na colocação dos três
termos; afirmar-se-á de que a pessoa que cultua a "Brandura"    faz
por completo abrandar a ira de terceiros. Ademais,       que cultiva o
"Benfazer" em sentido amplo, nunca colherá dissabores! No  tocante
"Afeição", a pessoa que o faz, colherá bons frutos para consigo! Sem
mui desforço intelectual, conclui-se, então, que a BELEZA  desacom-
panhada do tripé basilar acima apontado, ficará frágil! Não se há de
olvidar que a BELEZA  é algo mui efêmero. A propósito, a maior BE-
LEZA é àquela que reúne a INTELIGÊNCIA como o maior ingrediente
para vindicar o AMOR. A BELEZA desprovida da Inteligência, da Afei-
ção, do Ato de Brandura, é órfã. No apotegma do grande pensandor
Ovídio, o receituário completo em senda de Beleza, senão vejamos:
"Ingenio fáciees conciliante placet" ou seja, a beleza agrada, quando
a inteligência se ajunta a ela.

Título do segundo Pequenino ENSAIO: "ORAÇÃO, PRECE e REZA,   o
verdadeiro Calmante na vida da gente?"
Não deve e não deverá haver confronto, duma pessoa, quando fala
ao outro, vou rezar; o ouvinte num ato impensado, aduz, você  vai
é fazer uma prece. Já em algumas vezes, ouve-se vou    fazer uma
oração. Para que não haja, entretanto, um confronto de tais  inten-
ções; pois, quem ORA faz uma prece, reza, etc. Já quem faz    uma
PRECE faz uma súplica, emprega uma mensagem oral ao CRIADOR.
De sorte, orar, suplicar, rezar, são apenas, uma forma de elevar   o
espírito a DEUS. Quem reza, ora, passa adentrar    em seu universo
interior. A verdadeira reflexão, passa indubitavelmente por Mea Cul-
pa; a ansiedade, o nosso constrangimento    em diversas atividades
na vida, o são dirigidos ao G.A.D.U=Grande   Arquiteto do Universo
frente as nossas dificuldades em lidar com a vida. Nos misteres ma-
çônicos, o "receber a luz", é a prova do iniciando para que o mesmo
venha submeter-se com os olhos vendados; o verdadeiro   caminho
para guiar-lhe nesta vastidão do cosmos. Da passagem da escuridão
para à Luz, o iniciando terá que meditar muito e elevar-se    interna-
mente!

Título do terceiro pequenino ENSAIO: "Ao encontro da Abóboda Sa-
grada?"
Toda vez que meditamos; a tendência é fazer    de olhos fechados!
Ao encontro da abóboda celeste maçônica; muito mais além, existe
uma inteligência imensurável, isso chama-se: G.A.D.U=Grande Ar-
quiteto do Universo. Ao penetrarmos em nosso recôndito do espíri-
to devamos fazê-lo visando a verdadeira meditação. Os momentos
de contemplação ao nosso DEUS; abrandamos nosso "eu" alvoraça-
do que as vezes, perambula desordenadamente do   "nosso místico
templo" O maior caminho que devamos fazer é exatamente ir ao en-
contro da abóboda sagrada!

Título do quarto pequenino ENSAIO: "Quem quedou a Monarquia em
Terras Brasilis ?"
Olha, sem mui esforço dir-se-á que a dita elite rural monárquica em
solo brasilis, tivera um gravame deveras grande; ou seja sua  fonte
de riqueza (ou seja a mão gratuita dos Escravos) fora ceifada   pela
tardia - Abolição da Escravatura, no século XIX (1.888). Assim,   fo-
ra um passo importante, para se colocar ao lado de algo novo;     a
República que se fala algum tempo em tempos de Império. Na ver-
dade, haviam antecedentes marcantes existentes em solo brasileiro
que advogavam a mudança da Monarquia para República. Não    há
olvidar em 1.817 houvera Revolução Republicana que detinha como
âmago os ares novos da própria República, e até houvera um gover-
no provisório ao longo de 75 dias. Já em 1.824, existira      junto às
Províncias especialmente de Pernambuco, um movimento    de inde-
pendência conhecido como Confederação do Equador. E quase    na
metade do século XIX em 1.839, existira a     Revolução Farropilha,
sendo criada a República Rio Grandense e em Santa Catarina a Re-
pública Juliana em Laguna, ambos movimentos muito fortes! A pre-
sença marcante de Josephi Garibaldi e sua esposa Anita Garibaldi,
foram vitais para haver a Proclamação        da República em 1.889.
Convém afirmar de que a aristocracia cafeeira do oeste paulista, fi-
zera uma aliança com os militares,visando a derrubada   da Monar-
quia no Brasil.

Título do quinto pequenino ENSAIO: "GUARDA NEGRA, fora idealiza-
da com que intuito e quem a idealizou ?"
Torna-se imperioso asserir, de que a GUARDA NEGRA fora um movi-
mento com raízes na capoeiras e lutas afro, idealizado pelo   intelec-
tual abolicionista - José do Patrocínio, quase ao final   do século XIX.
Porquanto, homens negros com passagens pelo     Exército Imperial;
lutaram em prol das terras brasilis no conflito da Guerra do Paraguai.
É dever reconhecer que a passagem dos Negros pelo Exército  Impe-
rial o fora de valentia; retidão e sobretudo de grandeza! A propósito
será que a GUARDA NEGRA poderia ter agido em favor dos postula-
dos do Regime Monárquico Constitucional ? A Carta Magna de 1.824,
credenciou o regime imperial no Brasil. O confrade não quer acreditar
de que a GUARDA NEGRA teria condições de impedir a derrubada  do
Regime Monárquico.

Título do pequenino ENSAIO: "Será mesmo que o ressentimento traz
decréscimo ao crescimento do Ser Humano?"
O grande e imorredouro filósofo alemão Friedrich Nietzsche, sustenta-
ra com a sua proverbial inteligência, de que "corpo e alma" são advin-
das da mesma realidade. Feito o assentamento frente ao mestre    da
filosofia alemã; é da mecânica humana, haver os ressentimentos para
com àqueles que por ventura nos atingiram alguma vez; de sorte que,
há de ser meditado se o ressentimento tem origem cultural ou é mes-
mo uma vertente advinda do espírito ? Ademais, o atemporal  escritor
russo Fiador Dostóievski, prelecionara certa vez, que    o Ser Humano
poderá se libertar dos seus problemas de consciência; só assim,    ele
será um Deus. Essa coisa de querer mudar parâmetro do "seu eu"   é
que poderá realmente o homo sapiens, atingir a perfeição, ao    ponto
de tornar-se um Deus ? O propalado "amor fati" ou seja      o amor ao
destino do homem, poderá torná-lo fora do ressentimento ?      Agora,
exercitar a mente para livrar-se dos ditos "ressentimentos"     é tarefa
sim, que poderemos construir em nossa mente! Não seria a "Gratidão"
o maior instrumento para quedar o "Ressentimento" ?

Título do pequenino ENSAIO: "Há que se dicotomizar o conteúdo    do
Escritor do Poeta da sua pessoa ?"
Dizer que a história da escrita, estaria ligada a história da humanidade
não é algo novo. Aplausos à Gutenberg que reunira escritos num opús-
culo, tornando o que conhecemos como livro. Por entender o  "Confra-
de" que há de se dicotomizar ou seja separar a escrita do Escritor    e
até o conteúdo poético da pessoa do Poeta. Ou seja, o Escriba quando
faz inserção em suas linhas sobre assuntos religiosos; anedotas; nove-
las ou seja assuntos técnicos leia-se jurídicos e outros; quem o lê, não
deveria ficar preocupado em tentar desdizer o mesmo;    escrever algo
emocional ou mesmo prático; pois cada Escritor detém     a sua abran-
gência como um todo! De sorte, como advém do difícil idioma Alemão,
nada de "der angriff" ou seja o ataque a pessoa do Escritor ou mesmo
do Poeta; porque, quem lera não gostara ou mesmo não entendera  o
ponto de vista exposto aqui ou acolá. Como dizia Nitzsche, a tranvalo-
ração de todos os valores.


 
Hooshaham
Enviado por Hooshaham em 10/01/2019
Reeditado em 13/01/2019
Código do texto: T6547964
Classificação de conteúdo: seguro

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Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
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