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O lado não visto da moeda, o famoso capitalismo

As trocas de bens entre as pessoas e as sociedades foram o início para o embasamento de um sistema econômico. Com o trabalho é produzido bens e a partir disso os seres humanos se relacionam, por meio da troca. Outra forma de relação entre os seres é a sexual com fins reprodutivos, resultando em mais trabalho e poder – grupo forte e dominante do trabalho – essas relações integram e formão a sociedade e torna os seres mais sociais. Porém, em que momento essas trocas se tornam uma forma abusiva de conquista de poder?
Primeiramente, o ser humano se vê na necessidade de formar algo que represente o valor de seu trabalho, como as moedas de ouro, prata e cobre e nos dias de hoje o “papel” simbólico. Esse símbolo de trabalho e mérito criou uma ilusão que fez as pessoas valorizarem-no como se fosse algo inato do ser humano. Todavia, isso vem prejudicando o ser humano, que desde a ideia de troca ao símbolo de poder vem querendo ter mais e mais poder, ou melhor, liberdade, pois o dinheiro é a melhor forma de adquiri-la.
O dinheiro alimenta as vontades individuais de cada pessoa. Isso não é errado, porém, o nosso sistema econômico adotado faz com que a vontade e liberdade de um tire a do outro, no momento em que ele usa as outras pessoas como uma fonte de trabalho para seu investimento. Isso também não é errado, pois, mesmo que por necessidade, as pessoas se submetem a esse trabalho. O que não é correto é fazer com que as pessoas fiquem presas em um ciclo que as impedem de ter o mesmo direito que os “bem sucedidos”.
No entanto, o sistema capitalista é falho. Ele é bom, porém, falho. No momento que ele gera desigualdade de direitos ele falha. Existir desigualdade econômica não é o problema e nem deve ser, o erro está nos direitos, no legislativo e no executivo, pois a desigualdade econômica deveria ser, fruto das decisões das pessoas, porém não é e por isso o capitalismo é falho. As leis devem trabalhar de forma a enxergar a sociedade com um grupo de relações de trabalho e desenvolvimento(em geral: artes, filosofia, cultura, engenharia…) e não como seres que presam pelo bem comum, pois mesmo que seja maravilhoso as ideias de bem comum e solidariedade o ser humano só se relaciona para poder se beneficiar, manter-se seguro e com as garantias de segurança e liberdade. Além dos ideais filosóficos, ninguém se importa com o que foge da relação social que atinge o indivíduo, por exemplo, um rico que se preocupar com alguém que passa fome na África. Na verdade quando se esculta um ocorrido desse é porque o indivíduo teve uma educação igualitária, porém a grande parte do mundo não pensa assim, uma vez que possuem seus próprios problemas.

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Victor Silveira
Enviado por Victor Silveira em 05/09/2019
Código do texto: T6737956
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Sobre o autor
Victor Silveira
Itapaci - Goiás - Brasil, 17 anos
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