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Ensaindo, Humorizando e Poetando!

                               
                                             Vamos "adelante" no sentido de Ensaiar...
& Humorizar. Eis abaixo, as escritas propriamente ditas.

                                            E N S A I A N D O:

Título do 1º. ENSAIO: "QUAL É A REFORMA TRIBUTÁRIA QUE VIRA?"
Sem mui desforço é de sabença que o nosso - PIB (Produto Interno Bru-
to) advém do alto percentual de 35% (trinta e cinco) por cento dos   im-
postos; logo qualquer "reparo, reforma ou mexida" na legislação é    em
primeiro lugar desvantajoso para o Estado Brasileiro. Ademais,   o nosso
Sistema Tributário na prática é mui difícil de se entender! É um cipoal de
imaginação ou seja - existe o efeito cascata ou efeito dominó,    paga-se
um imposto qualquer, no entanto seu efeito é universal sobre os demais.
Assim sendo, isso quer dizer, que uma mecânica tributária desta que  fo-
ra montada há anos; não será desmontada da noite para o dia;   obede-
cendo os "humores" de um ou outro interessado! Não há olvidar, que  se
o nosso - PIB (Produto Interno Bruto) é enriquecido      por trinta e cinco
por cento, através de Impostos; na outra ponta de riquezas do PIB, vem
da fomentação da Indústria; Bens de Serviços, etc, etc. Já se falou num
passado, na adoção do IMPOSTO ÚNICO. Hoje propala-se o IMPOSTO DE
VALOR AGREGADO (IVA). Assim, se for adotado o IVA, que tem  caracte-
rística incidindo sobre despesas ou consumo; é de se perguntar se  unifi-
caria outros impostos?? Outra indagação, a cobrança em cascata de  im-
postos, terminaria?? Qual seria alíquota a ser adotada no IVA?-?    Lem-
brar-se-á, que somente a União; os Estados;os Municípios e o    Distrito
Federal, é que poderão instituir impostos, conforme regramento da   ru-
brica 145 da "Magna Carta".

Título do 2º. ENSAIO: "SERÁ QUE OS ESCRITOS FICAM?"
Existe um axioma latino de voz corrente que preleciona frente a pereni-
dade do que é Escrito. Porquanto, lembrar-se-á o que aduz daquele  di-
tado, senão vejamos: Scripta Manent, que numa tradução literal  nada
mais é do que: Os Escritos Ficam. Realmente, quando se escreve    so-
bre alguma coisa, a tendência é que esses escritos permanecem   atra-
vés do tempo. Assim, só rememorando, Gutemberg, no século XV, fez
imprimir a Bíblia e a denominada - Carta de Indulgência, criando com
isso, a tipografia, onde tal avanço tecnológico, permaneceu inalterado
até por volta do século passado (XX). O intelectual Montesquieu fizera
criar em sua obra deveras conhecida o - Príncipe, que permanece  até
hoje como um clássico. Enfim, os escritos permanecem, ficam através
dos tempos. O que se escreve fica para perenidade;enquanto    o que
se fala, é esquecido, logo, logo??

Título do 3º. ENSAIO: "SERÁ QUE O CRIME FICA EM ALGUMAS VEZES
IMPUNE E AINDA POSSA HAVER CRIME OU PENA SEM LEI QUE O AU-
TORIZE?"
Olha, quando não se conhece a autoria do delito; a tendência é que o
delito fique impune. Quantos, crimes, até hoje, permanecem sem rel-
solução, hein? No tocante a aplicação da legislação penal,   falar-se-á
de que - não pode haver crime nem pena, sem lei anterior. Isso inclu-
sive é um balizamento da própria ensinança jurídica. Nullum crimem,
nulla poena sine praevia lege, ou seja, como dito acima,   não existe
crime ou delito, sem que uma lei exista enteriormente à sua prática.
Inclusive, assinalar-se-á de que o instituto da - Anterioridade da Lei,
é o primeiro artigo da Lei Substantiva Penal (CP).

Título do 4º. ENSAIO: "QUEM EXERCE O DIREITO, SERÁ QUE FAZ MAL
Á ALGUÉM?"
Numa linguagem direta, sustentar-se-á de que quem exerce o seu di-
reito, não pode ser considerado um propalador do mal. Advém do di-
reito romano, uma adágio, que por si só, sustenta tal entendimento,
título do diminuto ensaio. Eis a citação, na íntegra: Jure suo qui utitur,
nemini injuriam facit. Numa tradução deveras rápida, entende-se como
sendo quem exerce seu direito, a ninguém faz dano.

Título do 5º. ENSAIO: "SERÁ MESMO, QUE FALANDO APRENDEMOS A
FALAR?"
Advém do pensador romano deveras culto, "Ovídio",    um pensamento,
onde àquele prelecionara no sentido de que enquanto falamos, o tempo
foge. Assim sendo, eis claramente o seu axioma: Dum loquor, hora   fu-
git, enquanto falo o tempo urge, foge. Quem fala, por certo, aprenderá
a falar. De outra banda, que ouve, aprende a falar melhor!


                                         H U M O R I Z A N D O:

"Um senhor esposo duma bela mulher, fala em tom claro à sua esposa:
Querida, de sua parte, você terá que prestar mais atenção, ao comprar
seus vestidos; jóias e outras coisas femininas. Fora devolvido o cheque
que você fizera uso em suas compras! Diz àquela bonita esposa ao seu
marido de pronto: Que espetáculo, assim, vou comprar um Carro Novo
com ele!!

"Uma senhora mui idosa, com dificuldades para caminhar, se dirigindo
numa passarela de pedestre, foi aos trancos e barrancos atravessando
à rua...caminhando...quando dum outro lado...um bêbado... avistou à-
quela mui ilustre senhora e gritou...então é só eu que tomo as biritas,
hein?!"

                                        P O E T A N D O:

Título do Poema: "A bela pintura advém da Mulher".
"Ora, se os labores redacionais da Poetisa são belos...
"Igualmente belo é sua vertente mente...
"Fiquemos com a doce candura,
"A bela pintura seria um poema sem fala?"

Título do Poema: "Dá para apressar sendo devagar?"
"Apressando devagar...apressando sem parar...
"Apressando sem parar... chega-se a conclusão que é melhor...
"Ser devagar""


Hooshaham
Enviado por Hooshaham em 11/02/2020
Reeditado em 13/02/2020
Código do texto: T6863561
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Hooshaham
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
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