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ERIKA LAENDDER

Erika Laendder é uma louraça arretada, quentura e sangue bom. Canta e toca maravilhosamente bem. Gente boa que é, no meio de sua maratona de show, ainda dá um plá sobre sua carreira, trajetória e perspectivas.

Vamos ver? Com vocês, Erika Laendder.

LAM - Érika, você é mineira de Teófilo Otoni. Como foi o trânsito da jogadora que sonhava com a seleção até a descoberta pela arte? Como foi o seu encontro com a música?

Na verdade, foi um encontro de pura diversão. A jogadora de handball trocou a bola pela guitarra e deu lugar à cantora. Mas eu acho que tudo está ligado à emoção de lidar com o público e com as coisas que nos fazem felizes. Hoje ser musicista é minha profissão e o hand ficou para os momentos de descontração com os amigos.

LAM - Nessa sua fase de descobertas, quais as influências que mais marcaram na direção de firmar o seu talento?

Bem, Cazuza foi uma das maiores influências. E continua sendo. Logo depois vieram Cássia Eller, Renato Russo (Legião), Frejat, Herbet Vianna, Nirvana, entre outros.

LAM - Você começou na noite, por bares e casas noturnas. De que forma isto contribuiu para a sua formação e como se deu esta experiência?

A riqueza de ritmos e as diversas formas de poesia contidas na música brasileira contribuem de forma definitiva para o trabalho do artista que canta na noite. Eu amadureci cantando vários gêneros, sempre fazendo releituras que me permitissem criar uma identidade própria. Portanto posso dizer que tenho uma boa bagagem musical.

LAM - Na sua trajetória você traz no currículo temporadas internacionais. Como se processou tais acontecências.

Eu tenho amigos que tocam pela Europa. E no início dos anos 90 surgiu o convite para fazer uma temporada em Portugal. Fui com a cara, a guitarra, a voz e a coragem. Acabei ficando por lá durante um ano. Alguns anos mais tarde recebi outro convite para uma curta temporada na Suíça e mais recentemente em Portugal.O artista brasileiro é sempre muito bem recebido na Europa. Eles adoram a nossa música e com o cardápio musical que apresento, as temporadas são sempre muito interessantes e as portas sempre estarão abertas para novas oportunidades.

LAM - Em 2001 você lançou seu primeiro cd, o Muitas Mulheres. Conta como foi esta experiência, as expectativas e resultados.

Foi uma experiência diferente porque eu vinha de uma trajetória na noite, cantando rock, pop rock, MPB etc. Então surgiu um produtor interessado em lançar um trabalho novo comigo, voltado para a black music. Resolvemos pagar pra ver. O trabalho de estúdio foi interessante, mas as dificuldades superaram as expectativas. Lançar um produto novo no Brasil exige muito mais do que talento e garra, todos sabemos. Mesmo assim, conseguimos fazer uma boa divulgação do CD, com vários shows dentro e fora de São Paulo. Mas a minha verdadeira identidade musical ainda estaria por vir.

LAM - Agora você vem de Bicho Doido. Como está se processando este projeto, quais as suas expectativas?

Este trabalho seguiu uma trilha mais profissional. O produtor musical, Bozzo Barretti ex-tecladista do Capital Inicial é, além de um ótimo compositor, um excelente arranjador e me deu as dicas certas, dentro do que realmente gosto que é o rock e todas as suas influências. Conseguimos fazer um compact disc com músicos de primeira linha em estúdio com equipamentos de última geração. Ampliamos a divulgação deste segundo CD com a ajuda inestimável do fã-clube e estamos aí, na luta para atingir a mídia de forma a aumentar a visibilidade do meu trabalho.

LAM - Você tem uma interação com o seu público, visível nas suas páginas na Internet. Como é que se dá essa relação?

É uma relação verdadeira, simples como mineira do interior que sou. Adoro interagir com as pessoas, seja no palco ou fora dele.LAM - A Internet tem colaborado para a difusão do seu trabalho?
Sim, sem dúvida. É um veículo importantíssimo. Pra você ter uma idéia, há sete páginas de orkuts criadas por amigos e pelo fã-clube. São mais de 30 mil contatos em seis meses de trabalho. Isso sem contar o trabalho bacana que minha empresária e a equipe de produção fazem na divulgação dos shows. Dá um trabalhão, mas vale a pena!

LAM - Você também atua noutra praia, a do lado social colaborando com o projeto social da Derdic, no tratamento de pessoas que necessitam de cuidados especiais. Como se dá esta sua atuação?

Eu conheci o projeto da Derdic por meio de uma amiga que atuava na PUC-SP e que fez com que eu conhecesse de perto este importante trabalho. É lindo saber que faço parte dessa "família" que doa seu tempo, seu profissionalismo e seu amor àquelas crianças e adolescentes com problemas auditivos.Quaisquer projetos sérios, voltados ao auxílio de pessoas com carências e deficiências sempre terão o meu apoio.

LAM -Quais os projetos que Érika Laendder têm ainda por realizar?

Bem, pretendo terminar o CD com mais 7 ou 8 canções. Estamos na batalha para obter o patrocínio necessário para isto. Posso adiantar que estamos fechando o repertório e que já existe um grande produtor interessado em divulgar o trabalho finalizado. E eu espero que isto ocorra já no início de 2006. Com a divulgação aparecerão oportunidades de trabalhos maiores, que me façam interagir com pessoas de várias idades e ideologias e entreter com o meu som e meu alto astral.

Para conhecer melhor o trabalho da Erika Laendder acesse o site oficial dela: http://www.erikalaendder.com

Veja mais entrevistas acessando: www.luizalbertomachado.com.br

LUIZ ALBERTO MACHADO
Enviado por LUIZ ALBERTO MACHADO em 29/08/2007
Código do texto: T629476

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Sobre o autor
LUIZ ALBERTO MACHADO
Maceió - Alagoas - Brasil
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LUIZ ALBERTO MACHADO