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O PIANO

As reticências, o meu olhar incerto,
No canto da sala, o piano aberto,
Esperando aquelas mãos macias.

Nobre, ao mesmo tempo, pobre piano,
Não sabe das dores, dos danos,
Que a cinzenta realidade propicia.

Do nada, se acaba a harmonia, a quimera.

Nosso amor se foi piano; é inútil a sua espera.
- - - - - - -

ANGELICA GOUVEA

O PIANO SÓ

Os versos que li
Passou um som aqui
Intenso e no consenso

Assim um piano
Num canto inspira
O poeta que tira e

Sempre tem a poesia por perto

Onde encontra um piano aberto.
- - - - - - - - - - -

HLuna

PIANO TRISTE

Tão triste está ele agora.
Desde que te foste embora,
não mais toca - silencia. 

Assim vão correndo os dias,
bem depressa hora a hora,
sem uma trilha sonora. 

O que existe é só tristeza. 

Perdeu-se a graça, a beleza.


 
DELEY
Enviado por DELEY em 12/07/2018
Reeditado em 13/07/2018
Código do texto: T6388432
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
DELEY
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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