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Tecnologia - 1ª Edição/2019: mediação e inserção ao mercado via escola

Dom Bosco, o santo, disse certa vez:
“- Muitas almas foram salvas por bons livros; muitas foram preservadas do erro; encorajadas para o bem!
Quem dá um bom livro, ainda que com isso consiga apenas acender um pensamento por Deus, já adquiriu junto a Ele um mérito incomparável. E, no entanto, muito mais se alcança!”

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superados e partilhe um pouco do que possui com aqueles que mais precisam. Faça parte!
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bullying e abusos: Padroeira das crianças contra bullying: Santa Germana Cousin & CRISTIANISMO: 9 SIMBOLOS nas Catacumbas e tipos de CRUZES
A jovem francesa que foi maltratada pela própria família, mas não sucumbiu aos sofrimentos e encontrou o caminho da santidade!


Quem não crê dirá que santa Germana Cousin foi uma adolescente muito triste e infeliz, por causa de sua vida marcada por sofrimentos. Mas quem tem fé confirma que esta santa foi um grande exemplo de fé e resiliência.
Germana nasceu em 1579, num pequeno povoado perto de Toulosuse (França). Era de família modesta, tinha uma deformação congênita no braço direito e era bastante magra.

https://www.recantodasletras.com.br/mensagensreligiosas/6714786

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Como posso evoluir?
Você pode tentar ampliar as formas de comunicação por meio da criação de um canal digital
de sua escola. Para isso, você pode usar, por exemplo, um canal no Youtube, um blog ou uma
rádio da escola. Para se inspirar, conheça o canal Saber Inova no Youtube do professor
Sheldon Assis (https://www.youtube.com/channel/UCEjsImgARBMqKsmnO1MTJDg).


http://guiatec.herokuapp.com/api/v1/survey/feedback/5c548428f29ced00046a7b47/5d6721511c3fc1001073855a?access_token=uaxTpDsxsfdsdkrxDb39

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Blog Tecnologia na Educação
Confira as melhores ferramentas e as novidades sobre o uso das TIC na sala de aula no blog
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Tecnologia sem computador: como fazer muito com pouco
Usando sucata e componentes de baixo custo, é possível criar um projeto em que a tecnologia deixa de ser associada ao computador
POR:
Débora Garofalo
07 de Março | 2018


https://novaescola.org.br/conteudo/4866/blog-tecnologia-tecnologia-sem-computador-como-fazer-muito-com-pouco

Importante lembrar que o uso da tecnologia não deve estar ligado apenas a ferramentas digitais.
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Como montar um kit de Robótica de baixo custo para usar na sua aula
Interruptores, materiais para montar circuitos e sucata podem ser usados por quem está começando a explorar o mundo maker
POR:
Débora Garofalo
05 de Fevereiro | 2019

https://novaescola.org.br/conteudo/17148/como-montar-um-kit-de-robotica-de-baixo-custo-para-usar-na-sua-aula

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 do trabalho.

As 10 competências gerais da BNCC para Educação Básica explicitadas na BNCC articulam aspectos cognitivos e socioemocionais como criatividade, pensamento crítico e científico, empatia, comunicação e autoconhecimento. Essas competências são transversais para a formação dos estudantes em toda a Educação Básica.

Fonte: Programa Inova. Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Disponível em: http://inovaeducacao.escoladeformacao.sp.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/PPT-PROJETO-DE-VIDA_hotsite.pdf. Acesso em: 05 jun 2019.

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100633&pageid=1981

Competências cognitivas
Competências cognitivas são aquelas que permitem que os estudantes aprendam, isto é, assimilem e compreendam conteúdo. De forma geral, podem ser definidas como a capacidade mental de raciocinar, planejar, pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas e aprender com base na experiência. É com base nas competências cognitivas que os estudantes aprendem e mobilizam conhecimentos para resolver problemas, como a leitura e a compreensão de um texto, a resolução de um problema de matemática e a rapidez para calcular.

Competências socioemocionais
As competências socioemocionais são aquelas que preparam os estudantes para reconhecer suas emoções e trabalhar com elas, lidar com conflitos, resolver problemas, relacionar-se com outras pessoas, cultivar a empatia, estabelecer e manter relações positivas, fazer escolhas seguras e éticas, tomar decisões responsáveis, contribuir com a sociedade e estabelecer e atingir metas de vida.


http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100633&pageid=1983



Agora, clique nos itens a seguir para conhecer a definição das 5 macrocompetências socioemocionais e quais são as competências relacionadas a cada uma.

Abertura ao novo


Amabilidade


Autogestão


Engajamento com os outros


Resiliência emocional

Para entender o conceito de competências socioemocionais, leia o capítulo “O desenvolvimento socioemocional e o aprendizado” do livro Desenvolvimento socioemocional e aprendizado escolar: uma proposta de mensuração para apoiar políticas públicas, de Daniel Santos e Ricardo Primi.

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Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação do Estado de São Paulo "Paulo Renato Costa Souza"

Rua João Ramalho, 1546 - Perdizes - CEP 05008-002 - São Paulo - SP - Brasil - (11) 3866-0400

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Competências gerais da educação básica. Brasília: MEC, 2017. p. 9 Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf

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2.1.1. Abertura do módulo
2.1.2. Bases do componente
2.1.3. Idealização do componente
2.1.4. Uso educacional das tecnologias
2.1.5. Desenvolvimento pleno do estudante
2.1.6. Conceituando competências cognitivas e socioemocionais
2.1.7. Como trabalhar as competências socioemocionais?
2.1.8. Como trabalhar as competências socioemocionais?
2.1.9. Eixos estruturantes do componente
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Módulo - Apresentação
Módulo 1 - Adolescências e juventudes
Módulo 2 - O componente tecnologia
2.1. Conhecendo o componente
Módulo 3 - Práticas e Metodologias para o uso de Tecnologias
Módulo 4 - Conhecendo o cenário sobre o uso de tecnologia na escola
Pesquisa de opinião
Questões objetivas
Encerramento do curso
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Formação Básica: Tecnologia - 1ª Edição/2019

Participantes

Módulo 2 - O componente tecnologia

Lição2.1. Conhecendo o componente

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Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação do Estado de São Paulo "Paulo Renato Costa Souza"

Rua João Ramalho, 1546 - Perdizes - CEP 05008-002 - São Paulo - SP - Brasil - (11) 3866-0400


A Seduc fará investimentos para a melhoria das condições de infraestrutura predial e tecnológica, além da conectividade.



Anna Penido: Adolescentes e jovens e seus desafios
A vida dos estudantes da rede pública é marcada por uma série de vulnerabilidades que geram
muitas angústias em gestores e professores.
Muitas delas podem ser prevenidas ou mitigadas no ambiente da escola.
Outras dependem da ação articulada de diversos segmentos da sociedade, como famílias,
profissionais de saúde, assistentes sociais e defensores de direitos.
Para que você possa lidar melhor com essas questões, é importante conhecer um pouco mais
sobre elas e refletir sobre como enfrentá-las.
Para começo de conversa, é importante reconhecer que, além de singularidades, os
adolescentes e jovens de hoje são extremamente diversos.
Suas diferenças são tão marcantes que os termos "adolescências" e "juventudes" passaram a
ser sempre utilizados no plural.
Essas diversidades estão ligadas tanto a suas origens e contexto quanto a suas escolhas e
questões pessoais.
Também estão na raiz de muitas das vulnerabilidades que abordamos neste curso, como as
desigualdades, as diferenças, a violência e os desequilíbrios emocionais.
No Brasil, de modo geral, o local de nascimento costuma determinar o futuro das pessoas.
A escola pública, apesar dos seus inúmeros dilemas, tem potencial para ser uma das principais
vias de superação das barreiras da desigualdade.
Para que esse potencial se realize, é fundamental que professores e gestores acreditem que
seus estudantes podem se transformar por meio da educação e aprofundem seus
conhecimentos sobre como oferecer para eles uma formação transformadora.
Você pode começar refletindo sobre como facilitar o aprendizado para adolescentes e jovens
que vivem em situações de escassez, violência ou têm famílias que não conseguem lhes
oferecer o suporte necessário.
Que ambientes e práticas pedagógicas fazem mais sentido e funcionam melhor para esse
público?
Como oferecer outras estratégias educativas sem subestimar a capacidade dos estudantes?
Os padrões e comportamentos juvenis mudaram de forma profunda nas últimas décadas,
gerando resistências, especialmente por parte de segmentos mais conservadores da
sociedade.
Em tempos de polarização e ânimos acirrados, esses e outros estranhamentos se transformam
em intolerância para com aqueles considerados "diferentes" por sua deficiência, tipo físico,
religião ou orientação sexual, entre outros fatores.
O mesmo acontece no ambiente escolar, onde os estudantes são tanto agentes quanto alvos
de preconceito.
Muitas vezes, é esse sentimento de rejeição que mina a autoconfiança, provoca crises
emocionais e problemas com consequências ainda mais graves.
Como prevenir as rotulações, o @bullying¬ e a intolerância na escola?
Como fazer com que essas situações sejam denunciadas por quem sofre, mediadas por quem
testemunha e reparadas por quem provoca?
Como fazer com que todos conquistem um lugar de respeito na comunidade escolar?
A violência de casa e das ruas adentra o ambiente da escola, onde precisa ser discutida e
desconstruída por regras claras e acordadas coletivamente, por processos fortes de mediação
e pelo firme exemplo dos adultos.
Uma ação violenta não deve ser naturalizada, nem gerar mais violência.
É preciso entender quais são as causas e discutir suas consequências.
Que ações preventivas e restaurativas sua escola pode realizar para manter a harmonia do
clima escolar?
Como oferecer outros canais de expressão para estudantes que se comunicam por meio da
violência?
Como formar adolescentes e jovens para serem mediadores de conflitos dentro e fora da
escola?
Assim como a Base Nacional Comum Curricular, o novo currículo paulista propõe que a
aprendizagem das áreas do conhecimento aconteça de forma articulada com o
desenvolvimento de competências gerais que preparem os estudantes para a vida pessoal,
profissional e cidadã.
Dentre essas competências estão aquelas que podem ajudá-los a lidar com suas emoções e
relações.
A proposta busca reduzir os efeitos de diversas vulnerabilidades, dentre elas os desequilíbrios
emocionais, como depressão, ansiedade e automutilação, que têm afetado boa parte dos
adolescentes e jovens.
Como a sua escola pode fortalecer a capacidade dos estudantes de lidar com dificuldades
dessa natureza?
Que outros atores sociais vocês podem acionar para contribuir com esse processo,
especialmente em casos mais complexos?

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100563&pageid=1851
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O bom professor:

40%: Saber explicar bem os conteúdos.

28%: Propor diferentes atividades nas aulas.

27%: Ser acolhedor e ter uma boa relação com os estudantes.

27%: Saber estimular o estudante a se questionar e a buscar conhecimentos.

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100561&pageid=1843
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Mas a partir de 2020, com o Programa Inova Educação, a tecnologia ganha um destaque. Uma aula a mais por semana, a partir de três eixos estruturantes:

Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação;
Letramento Digital;
Pensamento Computacional.
Atenção
Alguns autores usam o termo Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) e outros, Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC). Neste curso, daremos preferência ao termo TDIC.

Antes de avançar no conteúdo deste módulo, assista a esta animação e pense sobre os caminhos que percorremos até os dias atuais quando falamos de tecnologia na sala de aula.

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo apostou na criação do componente curricular Tecnologia por perceber nele caminhos para impulsionar o aprendizado na rede estadual:

Aproximar-se

da realidade dos estudantes, que em maior ou menor grau estão imersos no mundo digital.

Potencializar e estimular

a construção coletiva do conhecimento e o protagonismo dos estudantes, com a orientação dos professores.

Desenvolver

competências socioemocionais para exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, por exemplo.

Inserir

a aprendizagem escolar num processo contínuo, trazendo o mundo para a sala de aula, e que também vá além da fase escolar, se constituindo como um processo para a vida toda.

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100633&pageid=1979
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Projeto de Vida

Análise do papel das escolas na vida dos jovens ressalta desconexão entre o que é ensinado na escola e o que é exigido depois dela

"Os estudantes egressos entrevistados também afirmaram que se sentem pouco preparados ao completar o ensino básico. Paralelamente, os professores apontaram uma profunda defasagem de aprendizado entre os alunos, como dificuldades de interpretação de texto, escrita e desenvolvimento de raciocínio lógico.

Outro ponto destacado foi a importância do uso de novas tecnologias para facilitar o aprendizado dentro e fora das salas de aula. Em relação ao currículo atual, o programa conteudista muitas vezes não desperta o interesse de jovens e mais atenção deveria ser dada ao desenvolvimento de raciocínio lógico. Duas especialistas analisam as disciplinas de Português e Matemática, apontando possíveis caminhos para a Base Nacional Comum Curricular. Elas também enfatizam que, a nova base curricular deveria focar em quatro questões centrais, ser atrativa para o aluno, aliar competências e conteúdos, correlacionar habilidades e incluir habilidades socioemocionais."

https://fundacaolemann.org.br/materiais/projeto-de-vida

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Diversidade, equidade e inclusão na escola

site do Projeto Faz Sentido

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100559&pageid=1833

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Um problema do tamanho de um país
precisa de soluções à altura:
Combater a evasão e
o abandono escolar é
viabilizar o futuro
1 a cada 4 jovens deixam a escola antes do final do ano letivo. R$100 bilhões perdidos anualmente. Os números da evasão e abandono escolar no Brasil impressionam, mas o engajamento de toda sociedade é capaz de mudar essa triste realidade. Por isso, você pode e deve fazer a diferença!

http://gesta.org.br/tema/engajamento-escolar/#fatores

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Conhecendo adolescentes e jovens na sua multidimensionalidade

Agora, acesse os itens sobre os temas a seguir para obter mais informações sobre esse universo. Caso queira se aprofundar, consulte a íntegra dos materiais nos links do Saiba mais.

Nascer para o mundo

Fases da adolescência

Fases da adolescência e desenvolvimento neurológico

A plasticidade do cérebro durante a adolescência
Durante a adolescência, o cérebro é particularmente sensível às experiências e às trocas com o ambiente. Estudos recentes de neurociência mostram que o cérebro do adolescente passa por uma reorganização: conexões entre neurônios se desfazem para que surjam novas; e a forma como são estimulados pode favorecer que determinadas conexões sejam feitas, sejam elas positivas ou não. Essa reorganização ainda pode explicar certos comportamentos típicos da adolescência, como a busca por experiências intensas, que muitas vezes acontecem independente da vontade deles.

Compreender as transformações pelas quais o cérebro do adolescente passa pode ajudar pais e educadores na forma como respondem e apoiam o desenvolvimento dele. Nesse sentido, três sistemas que sofrem grande plasticidade durante esse período podem explicar alguns comportamentos típicos.

Recompensa
 
​Regulador
 
Regulador

Durante a puberdade, o sistema de autocontrole também passa por uma reorganização, e isso faz com que o adolescente esteja mais propenso ao comportamento de risco. Apesar de parecer irracional em alguns momentos, ele já consegue compreender e julgar, quase tão bem como os adultos, que determinadas ações podem ter sérias consequências. No entanto, devido às transformações no sistema regulador, os adolescentes têm a capacidade de controlar seus impulsos reduzida. A propensão pelas atividades arriscadas também se explica pela hipersensibilidade. As sensações de prazer são mais intensas devido ao aumento dos receptores de dopamina no cérebro. Por isso, eles têm dificuldade em adiar atividades que os tragam algum tipo de recompensa e prazer imediatos. De acordo com o neurocientista Laurence Steinberg, a capacidade de autorregulação talvez seja a característica mais importante para o sucesso social, realização e saúde mental. Por isso, pais e educadores devem ajudar os adolescentes a desenvolverem o controle sobre o que pensam e sentem. A escola deve ser um ambiente seguro que cria oportunidades para esse tipo de desenvolvimento.

Relacionamento

Relacionamento (como interagimos com outras pessoas)

O adolescente também está desenvolvendo seu cérebro social, e isso explica o fato de eles serem muito vulneráveis ao que outras pessoas pensam a seu respeito. Mais que em qualquer outro momento da vida, ele sofre muito ao ser rejeitado. Um adolescente tem, por exemplo, muito mais sensibilidade que um adulto para perceber emoções nas outras pessoas. Segundo Laurence Steinberg (2015), quando um adulto grita com um adolescente, esse adolescente provavelmente vai prestar mais atenção no grito ou na raiva que esse grito transmite do que nas palavras. Os adolescentes têm um comportamento especial quando estão na presença de seus pares. No livro Age of Opportunity, Steinberg destaca que adolescentes são mais propensos a ter comportamento de risco quando sabem que amigos estão por perto. Pais e educadores devem estar atentos e evitar momentos em que adolescentes estejam reunidos sem a mediação de um adulto.

(Fonte: Projeto Faz Sentido – Fundamental II – Adolescentes, p. 24-25. Disponível em: http://fazsentido.org.br/wp-content/uploads/2016/06/est_adolescentes_geral-1-1.pdf. Acesso em: 13 jun. 2019.)

Recompensa (prazer)

A dopamina é uma substância que dentre diversas funções, é responsável por sinalizar experiências de prazer. É o aumento da dopamina que, por exemplo, nos faz desejar e ir atrás de determinadas coisas como dinheiro e sexo. Durante a adolescência o número de receptores dessa substância aumenta drasticamente, fazendo com que os adolescentes sejam muito mais responsivos e ativos na busca de atividades que os façam sentir prazer. Isso faz com que os estudantes do Fundamental II sejam mais sensíveis a esse estímulo. Educadores e pais devem saber que é mais fácil mudar o comportamento do adolescente o motivando para buscar uma recompensa do que ameaçando com punições. Infelizmente, isso os faz também mais suscetíveis ao álcool e às drogas, uma vez que as moléculas dessas substâncias se assemelham à da dopamina, elas se conectam aos receptores causando a mesma se

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Assim, é importante pensar em quais habilidades cognitivas ou socioemocionais podem ser desenvolvidas com o uso intencional da tecnologia. Veja alguma delas:

Leitura e escrita.

Interpretação de textos.

Relacionar diferentes textos publicados em veículos de comunicação variados.

Conhecer diversas localidades sem sair do lugar.

Há tantas outras habilidades cognitivas que os professores já conhecem e desenvolvem em seus componentes curriculares. A tecnologia é capaz de desenvolver também outras habilidades fundamentais à sociedade do século 21, como o trabalho colaborativo, a empatia e a capacidade de resolução de problemas.

Mas nem tudo são flores...

Em tempos de redes sociais, infelizmente, assistimos agressões que podem sair do cotidiano e invadir o universo digital. Uma questão já muito presente na vida de crianças e adolescentes é o bullying, a agressão verbal ou física ao outro. Com as redes sociais e a utilização de celulares e câmeras fotográficas surge o ciberbullying, uma prática de violência que visa a insultar, humilhar e agredir psicologicamente, porém com um efeito multiplicador e com uma abrangência muito maior por ser disseminado pela web.

Como evitar essa violência?

Para evitar esse tipo de violência, é importante o desenvolvimento da habilidade da empatia. Antes de expor, compartilhar, é possível refletir como se sentiria no lugar do outro. Desse modo, o ciberbullying e outras práticas de constrangimento favorecidos na modalidade virtual podem ser levados à discussão em sala de aula e gerar ações que envolvam os estudantes a refletir sobre o tema.

Atenção
Ao organizar planos de aula e práticas, é essencial pensar quais habilidades cognitivas e socioemocionais serão desenvolvidas. Isso garante intencionalidade à proposta e a conecta com as 10 competências gerais da BNCC.

  http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100633&pageid=1987

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Veja os detalhes e exemplos de temas dos três eixos!

 Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação
Questões éticas e morais

Reflexão, compreensão e sensibilização sobre os limites morais e éticos envolvendo o uso das TDIC e sobre valores de convivência em espaços virtuais, respeito ao outro e às suas produções.

Exemplo

Segurança e criatividade

Diz respeito à compreensão dos pontos que envolvem a criação de uma determinada produção e a importância de conhecer os aspectos legais de autoria.

Exemplo

Papel e uso das TDIC na sociedade

Trata do uso da tecnologia como ferramenta de participação na sociedade.

Exemplo

 Letramento Digital
Cidadania digital

Reflexão, utilização e sensibilização das TDIC sobre valores na prática e vida cidadã.

Exemplo

Produções colaborativas

Elaboração, planejamento e compartilhamento de produções midiáticas, em forma de vivência e socialização de conteúdo.

Exemplo

Apropriação tecnológica

Compreensão dos usos e impactos das tecnologias na vida das pessoas.

Exemplo

Cultura digital

Promoção de práticas diferenciadas reflexivas, dialógicas e colaborativas para experienciar, junto aos estudantes, situações dos diferentes usos das tecnologias.

Exemplo

Linguagens midiáticas

Utilização de diferentes linguagens midiáticas com abordagens reflexivas, bem como suas consequências, para que os estudantes se apropriem dos recursos digitais.

Exemplo

Pensamento científico

Criação de questões norteadoras e situações-problema que despertem o protagonismo juvenil para o exercício do pensamento crítico e científico.

Exemplo

 Pensamento Computacional
Narrativas digitais

Organização e narração de sequência de fatos, emoções e vivências que envolvam pessoas e contexto em diferentes linguagens e mídias digitais.

Exemplo

Sistema computacional

Compreensão da lógica básica utilizada na origem dos recursos, programas, funções e comandos nos diferentes dispositivos e sistemas existentes.

Exemplo

Linguagem de programação

Processo de estrutura de sequências de ações, relacionadas a diferentes contextos e temáticas, para que os estudantes compreendam a lógica de se programar um computador.

Exemplo

Dispositivos de hardware

Identificação e utilização dos diferentes dispositivos de hardware.

Exemplo

Fluência computacional

Pensamento computacional e computação criativa.

Exemplo

Robótica

Programação e criação de objetos e protótipos de robótica.

Exemplo

Hora de criar!
Neste Módulo, você conheceu os três eixos estruturantes do componente Tecnologia.

Você, em sua trajetória na educação, já desenvolveu alguma atividade relacionada a algum desses eixos?

Com qual dos eixos você se identificou? Após essa reflexão. Crie uma atividade, diferente dos exemplos que foram apresentados neste módulo, de um dos três eixos.

Lembre-se de fazer o registro dessa atividade!

Compartilhe suas ideias com outros educadores na escola em que você atua e nas redes sociais usando a hashtag #inova_educacao.

Este conteúdo não contém questões avaliativas. O questionário geral de avaliação do curso será disponibilizado ao final do curso. Para concluir o conteúdo deste módulo, clique no botão abaixo “Finalizar".

 
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2.1.1. Abertura do módulo
2.1.2. Bases do componente
2.1.3. Idealização do componente
2.1.4. Uso educacional das tecnologias
2.1.5. Desenvolvimento pleno do estudante
2.1.6. Conceituando competências cognitivas e socioemocionais
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2.1.8. Como trabalhar as competências socioemocionais?
2.1.9. Eixos estruturantes do componente
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Módulo - Apresentação
Módulo 1 - Adolescências e juventudes
Módulo 2 - O componente tecnologia
2.1. Conhecendo o componente
Módulo 3 - Práticas e Metodologias para o uso de Tecnologias
Módulo 4 - Conhecendo o cenário sobre o uso de tecnologia na escola
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Curso atual

Formação Básica: Tecnologia - 1ª Edição/2019

Participantes

Módulo 2 - O componente tecnologia

Lição2.1. Conhecendo o componente


http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100633&pageid=1993

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As atividades desplugadas podem e devem estar presentes nos três eixos estruturantes do componente Tecnologia. Clique em cada item a seguir e conheça algumas possibilidades de atividades desplugadas.

 Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação
 Letramento Digital
 Pensamento Computacional
Em Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, é possível abordar diversas temáticas.

Redes sociais

Que tal tratar com os estudantes como o papel da tecnologia...

Leia mais

Hashtags

O que acha de criar campanhas interativas com a turma...

Leia mais

Hora de criar!
No módulo anterior você criou uma atividade de um dos eixos estruturantes do componente Tecnologia. Neste momento convidamos você a elaborar uma nova atividade, que seja desplugada, com base nos exemplos apresentados acima. Pense na escola que atua, no perfil dos estudantes das suas salas e nos conteúdos que serão trabalhados nos próximos meses. Desenvolva uma dinâmica bem bacana e apresente a proposta para os estudantes.

Não esqueça de fazer o registro dessa atividade!

Compartilhe suas ideias com outros educadores na escola em que você atua e nas redes sociais usando a hashtag #inova_educacao

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o professor tem dois papéis:

Mediador

Como mediador, o professor deixa de ser o detentor do conhecimento e passa a apoiar os estudantes na implementação dos seus projetos pessoais. Ao incentivar reflexão, colaboração e uso de novas técnicas, o professor mediador contribui para o desenvolvimento de habilidades, atitudes e competências desses estudantes de forma significativa e alinhada com o contexto da escola.

Pesquisador

Como pesquisador, está constantemente avaliando a dinâmica da sala de aula para compreender o andamento das atividades e identificar o que pode ser melhorado. Nesse sentido, é importante que tenha a oportunidade de refletir com os colegas, trocar experiências com professores de outras escolas e ter acesso a diferentes referências

Conheça a seguir as experiências de docentes que foram mediadores e pesquisadores em práticas aplicadas com os estudantes.

1
Uma professora trabalhou com o Scratch em sala de aula pela primeira vez e desenhou uma atividade em que disponibilizou cartões do Scratch pela sala, permitindo aos estudantes explorar livremente os materiais na criação de um projeto. Como mediadora, ela incentivou a troca de ideias e a produção de projetos bem diferentes entre os alunos. Como pesquisadora, percebeu que mudando a disposição dos computadores na sala talvez a colaboração fosse um pouco mais fácil, algo que poderia melhorar no próximo encontro com os alunos.

2
Um outro exemplo é de um professor que desenhou um projeto de jornalismo estudantil em que os estudantes usaram celular e internet para criar programas de notícia sobre a escola e o bairro. A sua atuação mediadora se deu quando ele estimulou que os estudantes usassem plataformas que conhecessem ou descobrissem por conta própria para hospedar os seus projetos. Assim, ele também aprendeu sobre novas ferramentas em conjunto com os estudantes. Enquanto pesquisador, esse professor levou para a ATPC um compilado dos principais temas que os estudantes escolheram tratar na atividade para debater com seus colegas.

  ______________

Origens e princípios básicos do Computer Clubhouse, de Natalie Rusk, Mitchel Resnick e Stina Cooke Rusk. Acesso em: 22 jun. 2019.

Comece com exploração, não com explicação, de Natalie Rusk. Acesso em: 22 jun. 2019.

Atividade de Scratch para iniciantes: anime seu personagem. Acesso em: 22 jun. 2019.

Como iniciar práticas educomunicadoras na escola. Portal Porvir. Acesso em: 22 jun. 2019.

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Há várias formas de trabalhar com metodologias ativas. Leia o artigo Como as metodologias ativas favorecem o aprendizado escrito por Débora Garofalo para a Nova Escola. Acesso em: 22 jun. 2019.

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Acesse o texto 5 atividades para falar sobre notícias falsas em sala de aula e veja algumas propostas de atividades que podem ser adaptadas por você com os estudantes da escola em que você atua.

Saiba mais
Curso e comunidade on-line Aprendendo Aprendizagem Criativa, MIT Media Lab. Acesso em: 22 jun. 2019.

Ensino híbrido permite interações mais significativas. Portal Porvir. Acesso em: 22 jun. 2019.

Como as metodologias ativas favorecem o aprendizado. Portal Nova Escola. Acesso em: 22 jun. 2019.

Scratch na prática – série mensal de recursos pedagógicos que ajuda você a mediar atividades de programação em blocos para crianças e jovens, por meio da abordagem aprendizagem criativa. Aqui você encontra materiais para as propostas de práticas com o Scratch. Acesso em: 22 jun. 2019.

RBAC – a Rede Brasileira de aprendizagem criativa conecta você a educadores de todo o Brasil que já trabalham com aprendizagem criativa em diferentes contextos educacionais. Acesso em: 22 jun. 2019.

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O que você mudaria nessas práticas pedagógicas em relação a:

materiais;
organização do espaço;
tema central da atividade;
habilidades cognitivas e socioemocionais a serem desenvolvidas.
Quais outros elementos você acrescentaria para que faça sentido em seu contexto?

Não esqueça de fazer o registro dos resultados!

Compartilhe suas ideias com outros educadores na escola em que você atua e nas redes sociais usando a hashtag #inova_educacao.
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Plano de aula

Para terminar este módulo, apresentamos um exemplo de Plano de Aula feito pelo Professor Marcelo Suwabe, da DE Santos, que leva em consideração diversos aspectos já trabalhados neste curso.

Clique nos itens e veja como ele trabalha o conteúdo do nível de complexidade escolhido e como ele leva em consideração as competências da BNCC.

Título de aula
As Redes Sociais.
Etapa e nível
8º ano/Inicial.
Eixo
Letramento digital.
Conteúdos
Cidadania Digital.
Uso de redes sociais.
Questões de segurança e privacidade na web.
Responsabilidades na convivência em ambientes virtuais.
Recursos
Sala de aula.
Lousa.
Cópia de posts de redes sociais.
Computador (opcional).
Celular (opcional).
Componentes curriculares relacionados
Língua Portuguesa.
História.
Geografia.
Palavras-chave
Redes Sociais.
Segurança.
Ambientes virtuais.
Ética.
Objetivo
Identificar os principais aspectos da vivência em redes sociais, analisando responsabilidades e perigos.
Habilidades Relacionadas
BNCC

[EF08ER01] - Discutir como as crenças e convicções podem influenciar escolhas e atitudes pessoais e coletivas.
[EF69LP15] - Apresentar argumentos e contra-argumentos coerentes, respeitando os turnos de fala, na participação em discussões sobre temas controversos ou polêmicos.
[EF89LP04] - Identificar e avaliar teses/opiniões/posicionamentos explícitos e implícitos, argumentos e contra-argumentos em textos argumentativos do campo (carta de leitor, comentário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), posicionando-se frente à questão controversa de forma sustentada.
Currículo de Referência CIEB

[CD08CD01] - Compreender e analisar a vivência em redes sociais, em especial sobre as responsabilidades e os perigos dos ambientes virtuais.
Objetos de aprendizagem
Como não ser chato, redes sociais! Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=IK1zuYPeeRE. Acesso em: 22 jun. 2019.
Ética e abuso nas redes sociais. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=OvmEgyi7ixI. Acesso em: 22 jun. 2019.
Ética nas redes sociais – as empresas abusam do poder que têm sobre nós? Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Y4cUjt-mEHU. Acesso em: 22 jun. 2019.
Seja incrível na Internet - Currículo de Segurança e Cidadania Digital. Disponível em: https://beinternetawesome.withgoogle.com/pt-br_br. Acesso em: 22 jun. 2019.
Redes Sociais. Disponível em: https://cartilha.cert.br/fasciculos/redes-sociais/fasciculo-redes-sociais.pdf. Acesso em: 22 jun. 2019.
Privacidade. Disponível em: https://cartilha.cert.br/fasciculos/privacidade/fasciculo-privacidade.pdf. Acesso em: 22 jun. 2019.
Situação Ensino-Aprendizagem
Sequência didática

1.
Cronograma da aula

Acolhida (Sensibilização)
Problematização (Estimulando a curiosidade)
Exibição de vídeo (opcional – estratégia docente)
Discussão de caso (opcional – estratégia docente)
Atividade complementar (Atividade de aprofundamento)
Memorial (Hoje aprendi)
2.
Acolhida

Início da atividade, em que o professor busca integrar a turma e prepará-la para o desenvolvimento.

Uma forma de fazer isso é pedir para que, em duplas, os estudantes contem qual foi sua última postagem nas redes sociais e a razão para a escolha daquele conteúdo.

3.
Problematização

Em grupos de cinco a seis estudantes: discutir o que conhecem sobre as redes sociais, registrando os principais pontos apresentados.

4.
Exibição de vídeo

Como não ser chato, redes sociais!
Ética e abuso nas redes sociais!
A partir da exibição dos vídeos e do que foi produzido pelos estudantes na problematização, o docente poderá refletir com os estudantes os aspectos relacionados ao uso de redes sociais, no que tange a segurança, privacidade e responsabilidade do usuário. Pode-se usar os sites relacionados como base de informação para os estudantes consultarem.

5.
Discussão de caso e experimentação

Organize grupos de três componentes: apresente alguns posts polêmicos de redes sociais para os estudantes usando o computador ou os próprios posts impressos, lendo os comentários. Levante algumas questões relacionadas aos conceitos apresentados nos vídeos para iniciar uma discussão. Solicite aos grupos que façam um debate sobre os posts, classificando-os em relação à segurança, à privacidade e à responsabilidade, construindo um quadro comparativo. Essa classificação pode ser feita em folhas de papel sulfite, em caderno ou em qualquer outro espaço para registro. Ao final, o docente resgata as produções e, em plenária, analisa os resultados com os estudantes.

Socialização: recomenda-se que as produções sejam compartilhadas durante o processo de aprendizagem.

6.
Atividade complementar

Os grupos podem procurar novos vídeos relevantes na internet e apresentar aos demais colegas, justificando a seleção. Com os compartilhamentos, os grupos fazem anotações sobre os pontos pertinentes para criar regras de convivências e orientações sobre o uso de redes sociais.

7.
Memorial

Os estudantes constroem seu memorial usando o tema Redes Sociais. Considere as novas descobertas e aprendizagens.

Para isso, pode-se criar um desenho, um verso, uma paródia etc.

O que se espera que o estudante desenvolva
Identifica os perigos relacionados ao uso de redes sociais;
Reconhece e analisa as responsabilidades quanto à vivência em redes sociais.
Essa atividade pode acontecer em apenas uma aula, suprimindo algumas etapas, ou em duas, caso haja disponibilidade.

Hora de criar!
Imagine que você já assumiu a aula do componente Tecnologia e é hora de criar a primeira atividade para seus estudantes. Com base no plano de aula apresentado pelo Professor Marcelo, crie essa atividade! Que tal já pensar numa metodologia ativa?

Consulte os registros realizados até este momento do curso, talvez você encontre alguma ideia de atividade. Clique aqui e baixe o modelo do plano de aula.

Compartilhe suas ideias com outros educadores na escola em que você atua e nas redes sociais usando a hashtag #inova_educacao.

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100637&pageid=2011

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É preciso garantir aos jovens aprendizagens para atuar em uma sociedade em constante mudança, prepará-los para profissões que ainda não existem, para usar tecnologias que ainda não foram inventadas e para resolver problemas que ainda não conhecemos. Certamente, grande parte das futuras profissões envolverá, direta ou indiretamente, computação e tecnologias digitais.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília (DF): Ministério da Educação, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 13 jul. 2019. .

A tecnologia na BNCC

A menção à tecnologia perpassa todo o documento: no próprio nome e conceituação das áreas do conhecimento na etapa do Ensino Médio, nos componentes curriculares, nas habilidades... Aqui, destacamos uma das competências gerais da Educação Básica explicitada na Base e analisamos aspectos de cada trecho destacado:

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. (Brasil, BNCC, 2018, p. 9)

Essas competências unem, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento, ou seja, esse trecho explicita diretrizes para o desenvolvimento do trabalho no componente curricular Tecnologia.

Na etapa do Ensino Médio, a tecnologia assume especial relevância, pois:

dada a intrínseca relação entre as culturas juvenis e a cultura digital, torna-se imprescindível ampliar e aprofundar as aprendizagens construídas nas etapas anteriores. Afinal, os jovens estão dinamicamente inseridos na cultura digital, não somente como consumidores, mas se engajando cada vez mais como protagonistas. Portanto, na BNCC dessa etapa, o foco passa a estar no reconhecimento das potencialidades das tecnologias digitais para a realização de uma série de atividades relacionadas a todas as áreas do conhecimento, a diversas práticas sociais e ao mundo do trabalho. (Brasil, BNCC, 2018, p. 474)

http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100649&pageid=2033

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Veja algumas sugestões de temas para nortear as rodas de conversa:

conhecer diferentes experiências com tecnologia e metodologias ativas;
compartilhar atividades com imagens e relatos;
desenhar e remixar atividades;
apoiar iniciantes em tecnologia nos seus primeiros passos.


http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100637&pageid=2005
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Compartilhe suas ideias com outros educadores na escola em que você atua e nas redes sociais usando a hashtag #inova_educacao.

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Padrões de competência em TDIC para professores – Unesco

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) publicou em 2008 o documento Padrões de Competências em TIC para Professores (ICT-CST), que apresenta como o desenvolvimento profissional docente ocorre, enquanto os países reorganizam seus currículos, voltando-os para o desenvolvimento de competências necessárias ao século 21.

O documento tem como objetivos específicos:

Construir

um conjunto comum de diretrizes que os provedores de desenvolvimento profissional podem usar para identificar, construir ou avaliar materiais de ensino ou programas e treinamento de docentes no uso das TDIC para o ensino e aprendizagem.

Oferecer

um conjunto básico de qualificações que permita aos professores integrarem as TDIC ao ensino e à aprendizagem, para desenvolvimento do aprendizado do estudante e melhora de outras obrigações profissionais.

Expandir

o desenvolvimento profissional dos docentes para aprimorar suas habilidades em pedagogia, em colaboração e em liderança no desenvolvimento de escolas inovadoras usando as TDIC.

Harmonizar

diferentes pontos de vista e nomenclaturas em relação ao uso das TDIC na formação dos professores.

UNESCO. Padrões de competência em TIC para professores. Tradução: Claudia Bentes David. Brasília: Unesco, 2009. p.5. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000156209_por. Acesso em:13 jun. 2019.

Os padrões de competência em TDIC foram organizados em módulos, considerando três abordagens, que apresentam a evolução da alfabetização em tecnologia, seu aprofundamento do conhecimento e a criação de conhecimentos.

Além das três abordagens, apresenta seis componentes que extrapolam os limites das TDIC. Incluem política, currículo e avaliação, pedagogia, uso da tecnologia, organização e administração da escola e desenvolvimento profissional do docente.


Dica!
Acesse o documento Padrões de competência em TDIC para professores elaborado pela Unesco e veja como os módulos se organizam.

Este documento passou a servir de base para que redes de todo o mundo comecem a pensar a formação de professores para o uso das tecnologias.
http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/pluginfile.php/1096707/mod_lesson/page_contents/2047/Inova_InfoTec1.jpg
 
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Veja!

Competências de professores e multiplicadores para uso de TDIC na Educação

Áreas Competências
Pedagógica
Práticas pedagógicas

Ser capaz de incorporar tecnologias às experiências de aprendizado dos estudantes e às suas estratégias de ensino.

Avaliação

Ser capaz de usar tecnologias digitais para acompanhar e orientar o processo de aprendizagem e avaliar o desempenho dos estudantes.

Personalização

Ser capar de utilizar a tecnologia para criar experiências de aprendizagem que atendam às necessidades de cada estudante.

Curadoria e criação

Ser capaz de selecionar e criar recursos digitais que contribuam para o processo de ensino e aprendizagem e gestão de sala de aula.

Cidadania Digital
Uso responsável

Ser capaz de fazer e promover o uso ético e responsável da tecnologia (cyberbullying, privacidade, presença digital e implicações legais).

Uso seguro

Ser capaz de fazer e promover o uso de tecnologias (estratégias e ferramentas de proteção de dados).

Uso crítico

Ser capaz de fazer e promover a interpretação crítica das informações disponíveis em mídias digitais.

Inclusão

Ser capaz de utilizar recursos tecnológicos para promover a inclusão e a equidade educativa.

Desenvolvimento Profissional
Autodesenvolvimento

Ser capaz de usar TDICs nas atividades de formação continuada e de desenvolvimento profissional.

Autoavaliação

Ser capaz de utilizar as TDICs para avaliar a sua prática docente e implementar ações para melhorias.

Compartilhamento

Ser capaz de usar a tecnologia para participar e promover a participação em comunidades de aprendizagem e troca de pares.

Comunicação

Ser capaz de utilizar tecnologias para manter comunicação ativa, sistemática e eficiente com os atores da comunidade educativa.

Fonte: Competências de professores e multiplicadores para uso de TIC na Educação. Disponível em: http://cieb.net.br/wp-content/uploads/2019/06/CIEB-Notas-T%C3%A9cnicas-8-COMPET%C3%8ANCIAS-2019.pdf. Acesso em: 7 jul. 2019.

Para saber mais sobre as áreas dessa matriz, assista ao depoimento da especialista em educação do CIEB, Lidiana Osmundo.

Versão para impressão

Para avaliar o desenvolvimento de cada competência, foram elaborados, em parceria com o Instituto Natura, cinco níveis de apropriação e seus respectivos descritores, que evidenciam a progressão da competência pelo professor.

Saiba mais
Para mais informações sobre os descritores e os níveis de apropriação das competências digitais, Leia a nota técnica nº15 DO CIEB: Autoavaliação de competências digitais de professores. Acesso em: 26 jun. 2019.


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Lidiana Osmundo: Matrizes digitais

Nos últimos anos, o CIEB tem buscado entender o que é essencial para que um professor
consiga ter uma prática docente efetiva, com o uso das tecnologias, para promover a
aprendizagem do aluno.
E, com isso, ele desenvolveu uma matriz de competências de professores, competências
digitais, que está dividida em 3 áreas, em 3 grandes áreas, que são a área pedagógica, a área
de cidadania digital e a área de desenvolvimento profissional.
A primeira área, que é a pedagógica, o que quer dizer?
Ela foca muito na própria utilização efetiva dessa tecnologia pelo professor, na prática mesmo
do professor na sala de aula.
A segunda, que é a cidadania digital, tem um caráter mais de uso responsável, uso crítico, uso
ético dessas tecnologias pelo professor junto com os alunos.
E a terceira, que é desenvolvimento profissional, como o próprio nome já diz, remete mais à
constante atualização do docente, para que ele sempre possa buscar conteúdos, materiais
para que ele consiga sempre evoluir mediado pela tecnologia.
Ao todo, são 3 áreas.
Cada área tem 4 competências.
E, em cada competência, a gente fez um trabalho de desenhar os descritores dessa
competência com os níveis de apropriação. Então, o que é isso?
O professor consegue entender se ele está no nível mais inicial do desenvolvimento dessa
competência ou se ele já está em um estágio mais avançado, que ele consegue fazer coisas
mais trabalhadas com essa competência que ele tem já.
Por exemplo, curadoria e criação, que é uma competência da área pedagógica.
Um professor que tenha essa competência ainda no nível inicial consegue, por exemplo, pegar
recursos de algum ambiente específico já curados por outras pessoas, por outros profissionais.
Ele ainda não desenvolveu os critérios dele de seleção.
Já um professor em um nível mais avançado, além de já conseguir ter um olhar crítico, que
também está relacionado com a área de cidadania digital e com a área de uso crítico, também,
das tecnologias, de saber que aquele recurso é adequado para a utilização que ele está
propondo, e também de ser capaz de criar, criar coisas novas ou cocriar com outros
professores ou com alunos, ou mesmo remixar, então, pegar coisas que já existem e dar uma
cara nova para aquilo.
Um outro fator importante também, na hora de o professor olhar para essas competências, é
ele saber como utilizar, de forma efetiva, as tecnologias com os alunos, com intencionalidade
pedagógica.
Porque também não adianta você pensar somente na infraestrutura, por exemplo, e colocar
computadores na sala, colocar computador na mão do aluno.
O que isso significa? Qual a intencionalidade disso?
Você precisa entender o potencial da tecnologia e entender como trabalhar com ela, quais são
as competências digitais que você precisa desenvolver, enquanto professor, para ter essa
visão, essa intencionalidade na hora de usar a tecnologia na sala de aula.
A Matriz de Competências Digitais tem uma importância de poder promover no professor uma
autorreflexão, que ele consiga olhar e entender aquilo que ele é capaz de fazer, aquilo que ele
gostaria de fazer, mas ainda não se sente muito à vontade, então, o que ele pode fazer para
tentar desenvolver essas outras competências que ele ainda não se sente tão apropriado.
E como é que esse professor consegue se avaliar?
Como é que ele faz essa autorreflexão?
A gente tem uma ferramenta que é a Autoavaliação de Competências Digitais de Professores,
que é um questionário rapidinho.
O professor responde no tempo dele, pode pausar.
E aí, no final, ele recebe uma devolutiva.
Então, ele consegue entender em que nível ele está em cada competência e também
sugestões de materiais que ele pode estar acessando, lendo, vendo um vídeo, fazendo um
curso para que ele possa sempre, sempre tentar evoluir.
E na hora que ele reconhece isso e busca, ele se apropria de novos conhecimentos, ele busca
novas informações, ele se sente mais seguro, depois de tudo isso, para voltar para a sala de
aula dele e aplicar tudo que ele aprendeu, e engajar os alunos nessa nova dinâmica, nessa
inovação que ele está promovendo nele mesmo e também na sala de aula.
Os professores, quando se trata de tecnologia na educação, são peça‐chave na hora de usar a
tecnologia de forma proveitosa, de forma clara, direcionada, efetiva.
Então, formar professores tendo também um caráter de desenvolvimento de competências
digitais, porque tem um direcionamento, é fundamental para o desenvolvimento da educação
com o uso da tecnologia.

Fonte: Competências de professores e multiplicadores para uso de TIC na Educação. Disponível em: http://cieb.net.br/wp-content/uploads/2019/06/CIEB-Notas-T%C3%A9cnicas-8-COMPET%C3%8ANCIAS-2019.pdf. Acesso em: 7 jul. 2019.

Para mais informações sobre os descritores e os níveis de apropriação das competências digitais, Leia a nota técnica nº15 DO CIEB: Autoavaliação de competências digitais de professores. Acesso em: 26 jun. 2019.
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A ideia de que meninas e meninos devem participar ativamente da construção de caminhos
para melhorarem suas vidas e suas comunidades, vem ganhando força no Brasil. Esse esforço,
claro, converge com a ação dos próprios adolescentes, que reivindicam espaços de fala e
manifestam, de diversas formas, suas demandas e juízos sobre as decisões que os cercam.
Apesar disso, a efetivação da participação de adolescentes e jovens esbarra em desafios
cotidianos. Seja por falta de estrutura, de metodologia, seja pela ausência de abertura
para o diálogo. Superar esses desafios é uma tarefa tão árdua quanto fundamental para o
fortalecimento da nossa democracia e para a superação de vulnerabilidades que afetam a
vida dos adolescentes.
Sabendo desses desafios, educadores buscam cada vez mais meios de trabalhar a temática de
participação cidadã com adolescentes e jovens, de forma a garantir espaços de participação
real desses sujeitos, seja em suas escolas, cidades, ou em suas comunidades.

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Questionário para o (a) professor (a)
Ferramenta para identificar o nível de apropriação de conhecimentos e usos de tecnologias digitais
Atenção!

Para acompanhar a sua evolução, você poderá retornar a ferramenta de Autoavaliação e refazer o questionário a partir de segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020 às 22:09.
Durante este intervalo de tempo, acesse os materiais indicados na sua devolutiva e busque novas formações para se desenvolver profissionalmente.

Histórico dos Questionários & Devolutivas
Respondido Devolutiva
em 28/08/2019


Rua Laboriosa, 37
CEP 05434-060 - São Paulo - SP
11 3031.7899

Devolutiva
Atenção!

Para acompanhar a sua evolução, você poderá retornar a ferramenta de Autoavaliação e refazer o questionário a partir de segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020 às 22:09.
Durante este intervalo de tempo, acesse os materiais indicados na sua devolutiva e busque novas formações para se desenvolver profissionalmente.

Contatos:
(11) 3031.7899
guiaedutec@cieb.net.br

http://guiatec.herokuapp.com/api/v1/survey/feedback/5c548428f29ced00046a7b47/5d6721511c3fc1001073855a?access_token=uaxTpDsxsfdsdkrxDb39

http://guiatec.herokuapp.com/api/v1/survey/feedback/5c548428f29ced00046a7b47/5d6721511c3fc1001073855a?access_token=uaxTpDsxsfdsdkrxDb39

http://guiaedutec.com.br/recursos
____________
http://avaefap.escoladeformacao.sp.gov.br/mod/lesson/view.php?id=100559&pageid=1833
Enviado por J B Pereira em 28/08/2019
Reeditado em 28/08/2019
Código do texto: T6731467
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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J B Pereira