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Quatro amigas em Hollywood

Sara encontrava-se no interior de sua cidade.

- Oi tia, como está?
- Hoje está um dia lindo! Conversei com as minhas amigas e contei a elas que quero me tornar uma estrela de Hollywood. Kátia questionou, Deise e Júlia gostaram da ideia. Eu propus a elas de irmos juntas para Hollywood. Enquanto não acontece, nós estamos unidas com o mesmo ideal, de nos tornarmos estrelas de Hollywood.
Anos depois...
- Amigas nós já estamos prontas para realizarmos os nossos sonhos, que nós sonhamos há anos. Este lugar é Hollywood, lá nós iremos brilhar.
Amigas que despedida triste, eu odeio despedidas. Eu entendo a preocupação dos nosso pais, vendo os seus filhos indo embora em busca dos seus sonhos.
Amigas Pedro agora vai saber o que é passar as noites sozinho.
- Chegamos! Como é lindo este lugar. Vida nova.
Meses depois...
- Júlia onde está seu namorado que não desgrudava de você?
- Deise eu larguei, ele queria que eu abandona-se a minha carreira, eu me senti paralisada, sem saber o que fazer diante de uma situação dessa. Como a escolha foi difícil.
- Júlia o mais importante foi que você viu a tempo, pois o seu namorado não entendeu o quanto esse sonho é importante para você.
- Oi Faustão, o que faz aqui?
- Oi Sara, queria ver você. Vamos almoçar?
- Faustão, eu aceito o convite.
- Sara você veio de longe, me fala um pouco de você e da sua cidade.
- Faustão de mim não tenho muita coisa a dizer, em relação a minha cidade, ela é linda. Tenho tantas lembranças boas de lá.
- Sara você ficou triste? Deixou alguém especial por lá?
- Sempre deixamos alguém, me desculpe, eu não quero estragar o nosso almoço. Faustão eu tenho que ir, estou atrasada, depois eu te ligo. Tchau!
No apartamento...

- O que houve Sara, você não está se sentindo bem?
- Kátia eu estraguei tudo, foi só falar da minha cidade que eu fiquei triste e me deu uma vontade enorme de chorar.
- Sara é normal falar da nossa cidade e ficar triste.
- Kátia eu me sinto muito mal por não contar o que aconteceu no meu passado para Deise e Júlia.
- Sara elas irão entender, se foi difícil para mim, imagina para elas, nós éramos próximas aos seus pais.
Deise.
- Amigas como eu e Júlia andamos, estou morta de cansaço.
Celular toca...
- Amigas eu fui contratada!
- Sara meus parabéns você merece.
- Todas nós merecemos.
Na empresa...
- Faustão nós quase fomos pegos pela polícia.
- Priscila eu tenho outro meio, a Júlia.
- Você está se encontrando com ela?
- É só negócios.
- Faustão é a primeira vez que você vai fazer uma transação sem mim, eu me preocupo.
- Não se preocupe vai dar tudo certo.
No apartamento...
- Bom dia amigas, eu vou viajar por alguns dias, dê um beijo em Sara por mim.
- Deise, a Júlia pensa que nos engana, ela mentiu e mentiu feio, ela está com o Faustão.
- Sim Katia, eu sei.
- Deise, a Sara chegou é melhor nós não tocarmos nesse assunto. Vou tomar banho.
- Sara eu já vou te ajudar com as bolsas.
- Nossa Deise como a padaria estava cheia, todo mundo tirou o dia para comer pão.
- Sara hoje é feriado é dia de comer pão.

- Deise todos os dias é dia de comer pão, da onde você tirou que só no feriado se come pão?!
- Deise, a Kátia saiu?
- Não, ela está no banho.                       - Kátia você já saiu do banho?            - Já Deise             - Atenda a porta, eu e a Sara estamos ocupadas.                       - Vou atender.            - Júlia passou por mim Deise, ela falou que volta logo, não me disse para onde ia, pelo jeito nem para vocês duas.
- Não Sara, ela não disse para onde ia e nem com quem ia, ela sabe o que faz.
- Chegaram dois telegramas, um para você Deise e outro para Júlia.
- Kátia abra para mim, eu estou com as mãos sujas.
- Deise você foi contratada, meus parabéns.
- Que legal Deise, meus parabéns.
- Obrigada as duas!
- Vou abrir o telegrama da Júlia, o envelope é igual ao seu.
- A Júlia também foi contratada, vou ligar para ela.
- Deise, ela não vai desistir de viajar com ele, por causa de um contrato de trabalho, mas se você que ligar, então liga.
- Deise não fica assim, Kátia tem razão, mas não custa nada ligar.
- Alô gostaria de falar com a Júlia.
- Júlia no momento não se encontra.
- Peça a ela que me retorne, é a Deise. Obrigada!
- Alô Deise.
- Oi Júlia, nós fomos contratadas.
- Ah Deise no momento eu estou resolvendo algumas coisas, obrigada por me avisar. Boa sorte! Tchau.
- Kátia ela desligou, ela está com a voz tão diferente que parece outra pessoa.
- Deise você esperava o que, Júlia nos enganou, falou que nunca ficou com Faustão e foi viajar com ele.
- Sim Kátia, mas por que será que Júlia está com a voz tão estranha?
- Deise você está se preocupando à toa, relaxa ela está bem.
- Kátia eu não sei se Júlia está bem.
- Pode parar Deise, ela está bem, não fica com essa cara e deixa Sara de fora dessa história, ela sofre de depressão. Hoje eu vou estar com um amigo, ele é detetive, eu vou pedir para ele investigar.
Dias depois...
- Alô Kátia!
- Sim detetive.... Obrigada pelas informações.
- Deise não tenho boas notícias, o Faustão está bem, mas de Júlia ele não teve nenhuma informação, mas ele vai continuar investigando.
- Na prisão...
- Alô, Luísa!
- Oi Priscila, Mara já tomou todas as providencias para sua saída da prisão.
- Luísa, mas e o Faustão?
- Ele está livre.
- Como ele está livre, Luísa e eu presa.
- Priscila ele só carregava roupas.
Priscila pensa...
- Roupas não pode ser.
- Alô Priscila você está aí? Me responda.

- Sim Luísa eu estou.
- Você me assustou, Mara pediu para você ter um pouco de paciência.
Ao chegar em casa Deise fala...
- Oi amigas, o Faustão deu uma entrevista, que ele foi pego de surpresa, que ele não sabia de nada. Eu acho que devemos ficar bem longe daquela família de loucos.
Sara fala...
- Deise você está certa, só que é difícil, eu estou preocupada com a Júlia, que não dá notícias desde que viajou com o Faustão.
- Sara o seu celular está tocando.
- Me desculpe eu estou tão distraída.
- Alô!
- Sara sou eu a Júlia, eu estou aqui embaixo, eu posso subir?
- Júlia claro que sim.
Deise fala...
- Sara para de ficar andando de um lado para o outro, você está me deixando nervosa.
- Amigas Júlia está subindo, ela está bem.
- Oi Júlia, entra. Não chore, já passou não fica assim, nós estamos do seu lado, enxugue essas lágrimas.
- Sara eu não sei porque eu fiz aquelas coisas horríveis, eu estou tão envergonhada.
- Sara me perdoe por tudo.
- Sim Júlia eu te perdoo, o que importa é que você está aqui com a gente e nós vamos te ajudar.
- Eu não sei o que seria de mim sem vocês, muito obrigada, eu nunca vou esquecer.
Dias depois...
- Oi Faustão, ficou surpreso em me ver?!
- Sim Júlia e muito feliz por ver você solta.
- Não Faustão, eu fugi, agora sou uma fugitiva da lei.
- Júlia o mais importante é que você está livre.
- Sim Faustão eu estou livre para acertar as contas com você.
- Sara eu vi a polícia saindo daqui do apartamento.
- Kátia a polícia esteve aqui procurando a Júlia.
- Sara eles podem voltar.
- Sim Kátia.
- Eu vou ligar para a Júlia e avisar que a polícia está a sua procura. Ela não atende o celular, vou ligar para Deise.
- Deise a Júlia está com você?
Loja de roupa...
- Sim Kátia, ela está no provador, o que houve?
- Deise a polícia esteve aqui no apartamento procurando por ela.
- O que aconteceu Deise?
- Péssimas notícias, a polícia esteve no apartamento a sua procura.
- Vamos para o esconderijo, Kátia está indo para lá.
Na empresa...
- Faustão, Júlia fugiu da prisão, você sabe o que deve fazer.
- Mara eu tenho assuntos mais importantes para serem resolvidos, deixa que a polícia resolve esse problema.
No apartamento...
- Júlia a polícia esteve aqui novamente a sua procura, você não pode vim aqui no momento.
- Eu sei Sara, mas com esse disfarce, ninguém vai me reconhecer. Olha para mim, eu estou irreconhecível. Sara não se preocupe, eu já vou. Me dá um abraço, obrigada por tudo. Você está queimando de febre, se cuida. Eu já vou, não quero que Kátia e Deise me vejam aqui. Elas me pediram para eu não vir mais, porque é muito perigoso e elas já estão chegando. Se cuida!
Ao chegar em casa Deise pensa...  Eu tenho uma notícia ruim, como vou falar par a Sara.
- Deise eu estou te chamando e você fica aí parada.
- Sara eu já me comuniquei com a Kátia e aconteceu uma tragédia com a Júlia. Eu sinto muito! Ela está morta lá embaixo, em frente a portaria do prédio.
- Deise não pode ser, Júlia estava aqui nesse momento, não, não pode ser, é um engano.
Ao chegar no prédio Kátia se depara com um tumulto e consegue passar sem ser percebida.
- Deise o que está acontecendo?
- Kátia depois da notícia da morte da Júlia, Sara se trancou no quarto.
Kátia...
- Sara abre a porta, não fique assim, fala comigo.
- Kátia que triste a Júlia morta, com o corpo estendido naquela calçada, toda ensanguentada.
- Deise não vai adiantar ficar comentando sobre isso, já aconteceu. Lembrei! A Sara guarda uma cópia da chave do quarto na gaveta, vou pegar. Achei, vou abrir a porta. Sara acorda, fala comigo, acorda.
- Não pode ser, Júlia estava aqui nesse momento e agora está morta, eu não estou acreditando.
- Deise cuida da Sara que eu vou preparar o velório da Júlia.
- Deise como pode ser, nós viemos para brilhar e não para ser morta, o que deu de errado?!
- Sara não sei, não sei.
- Deise onde está Kátia?
 - Ela foi preparar o velório da Júlia, descansa, mas um pouco.
Deise recebe uma ligação por celular e desce em seguida.
Júlia reaparece no apartamento...
Sara se assusta!
- Sara, não sei o que dizer, foi o único meio que eu encontrei para falar com você. Mara mandou me matar, eu sei de muitas coisas, me desculpe. Sara não fique assim, eu sinto muito, não conta nada para Kátia e Deise, porque é muito perigoso, eu só estou lhe contando para que você não fique enchendo-se de remédios, vai dar tudo certo. Se cuida. Tchau!
Kátia chega da rua...
- Oi Sara como você está? Não vai resolver você ficar desse jeito. Deise onde você estava? Deixou Sara sozinha.
- Kátia eu recebi um telefonema, mas foi engano e aproveitei para comprar um lanhe, vai descansar, amanhã é outro dia.
- Sara você não vai ao enterro da Júlia?
- Kátia eu não estou me sentindo bem.
- Sara assim que terminar o enterro, nós voltamos para casa.
No enterro...
- Deise quando acabar a cerimônia eu vou na casa do meu namorado.
- Kátia vê se não vai cometer o mesmo erro da Júlia.
- Deise fique tranquila e cuida da Sara.
Deise chega no apartamento...
- Oi Sara como foi triste a despedida, Júlia se foi para sempre.
- Sara como você está?
- Deise estou bem melhor, onde está Kátia?
- Ela foi na casa do namorado, eu lhe trouxe um lanche, o seu referido.
O celular toca...
- Alô Kátia é você? É você mesma?
- Sim Deise sou eu.
- Kátia você está chorando, o que aconteceu?
- Deise eu fiz uma grande besteira, uma coisa muito ruim, eu estou muito mal.
- Kátia se acalma, vai ficar tudo bem.
- Deise não vai ficar nada bem, eu matei o meu namorado e a ex-namorada dele.
Deise fica muda...
- Deise você está aí? Me responda... Alô!
- Sim, estou aqui Kátia.
- Deise você me deixou falando sozinha.
- Kátia me escuta, você tem que sair daí agora e não venha par cá.
- Deise eu vou para aonde? Eu estou apavorada.
- Kátia você vai para o esconderijo da Júlia, eu te encontro lá.
- Sara aconteceu uma coisa terrível, a Kátia fez uma besteira com a vida dela, ela matou o seu namorado e a ex-namorada dele.
- Eu não sei o que vai acontecer com a gente?! Isso tudo me preocupa.
- Deise ela vai ser presa, vai pegar muito anos de cadeia. Nossas vidas estão destruídas.
- Sara se acalma, vamos resolver isso juntas. Alô é da emergência?
- Sim!
- Preciso de ajuda, minha amiga está se debatendo no chão. Venham rápido por favor.
- Sara a ambulância já está chegando.
- Alô, Kátia eu estou no hospital, a Sara passou muito mal.
- Deise eu sinto muito por não está aí com vocês, eu estou indo para outro esconderijo.
- Alô, Kátia aqui é a Priscila, eu sinto muito pela Sara, contem comigo no que for preciso. Eu tenho uma proposta a fazer. Você aceita ficar livre dos assassinatos?
- Priscila eu não vou conseguir.
- Sim Kátia, você vai conseguir, caso o contrário você vai para a cadeia. Me encontra amanhã as 7:00 horas.
Na emergência...
- Oi Deise, a Sara vai sair dessa ela e muito forte.
Deise se assusta ao ver a Júlia viva e fala: Júlia você!? Eu não acredito no que estou vendo.
- Por que? Por que você fez isso?
- Deise me desculpe, foi o único meio que eu encontrei de continuar viva, a Mara contratou alguém para me matar. Eu sei de muitas coisas...  Eu sinto muito por ter mentido para vocês.
Na empresa...
- Priscila eu estou tão feliz, por você ter saído da prisão.
- Luísa, foi você, Faustão e minha mãe que me colocaram naquele lugar horrível.
- Priscila eu tive um trabalhão para te tirar da prisão e é assim que você me agradece?! Da próxima vez deixo você lá para apodrecer.
- Luísa você acha mesmo que Mara se importa com todos esses anos que você se dedicou a empresa?! Você só é mais uma funcionária. Mas se você ficar do meu lado, só tem a ganhar. Hoje é o aniversário da Mara, ela gosta de ficar sozinha antes dos convidados chegarem, a sua parte no plano é distrair os seguranças.
Priscila fala ao celular:
- Alô Júlia, é hoje à noite, espero você e Kátia.
- Ok, estaremos lá.
Dias depois...
- Kátia, Priscila já resolveu a nossa situação, prisão nunca mais. Kátia você não sabe o que é ficar presa e nunca queira saber.
- Júlia ainda bem que a Priscila cumpriu com a sua parte no acordo.
No hospital...
- Oi Deise, como está a Sara?
- Júlia e Kátia, vocês podem perguntar diretamente a ela. Vou aproveitar que vocês estão aqui para ir tomar um café.
- Júlia vou ir lá no café para conversar com a Deise.
- Deise eu não lhe contei sobre Júlia porque você estava cuidando da Sara, quando Luísa me contou eu fiquei surpresa.
- Tudo bem Kátia, vamos para o quarto a Sara vai acordar.
- Oi Sara, você está ótima.
- Kátia tem razão, você está com a aparência ótima.
- Sim, eu estou bem e muito feliz por vocês estarem aqui comigo.
- Júlia por que você não me contou que estava viva, eu sofri muito com a sua morte.
- Amigas eu amo todas vocês, o que seria de mim sem vocês.
- Amigas o que importa é que estamos juntas como antes, me deem um abraço bem forte e nunca se esqueçam que em primeiro lugar está a nossa amizade.
- Sara morreu, chamem os médicos.
-  Não Kátia, ela dormiu, é por causa dos remédios.
- Amigas por mim eu ficaria aqui juntinha com Sara, pode ser a última vez.
Deise pergunta a Júlia e Kátia: o que Priscila quer com a gente? Por que ela nos persegue, em quase todos os lugares que vamos, lá está a Priscila.
- Deise nós somos vítimas de uma pessoa ruim, mas não se preocupe, nós iremos resolver.
- Deise se cuida!
- Vocês devem se cuidar também.
- Oi Sara, você acordou! Kátia e Júlia já foram embora, elas deixaram um beijo.
Quando Deise começa a falar do seu passado para Sara, Kátia vem chegando na porta do quarto e escuta Deise falando.
- Sara eu tenho um segredo do passado horrível, ele me atormenta, as vezes eu penso em morrer.
Sara interrompe...
- Deise não fique assim, vai ficar tudo bem.
Júlia está no barzinho e pensa: Kátia só foi buscar o celular e está demorando, vou lá chamá-la.
Júlia se depara com Kátia no corredor escutando atrás da porta e pergunta: Kátia o que aconteceu?
Kátia fica nervosa e começa a gaguejar.
- Kátia fala direito, para de gaguejar.
Júlia entra às pressas no quarto...
Kátia vai atrás.
- Júlia o que aconteceu?
- Eu pensei que a Sara tinha morrido.
- Júlia não aconteceu nada, só estou um pouco emotiva.
- Kátia que susto!
- Amigas agora eu e Júlia temos que ir, antes que entre a enfermeira e nos expulse do quarto. Até amanhã!
No corredor do hospital...
- Kátia fala a verdade, por que você estava chorando na porta do quarto da Sara?
- Júlia eu escutei Deise falando para Sara que ela tem um segredo do passado perturbador, qual seria ele?
- Kátia eu vou ao banheiro, você vai?
- Não Júlia, eu vou esperar você aqui.
Júlia pensa...
- Qual será o segredo do passado de Deise?
No hospital...
- Sara você se debateu a noite toda, o que te incomoda?
- Deise eu fui muito abusada pelo meu pai, minha mãe sabia e nunca fez nada, estou condenada.
No caminho de casa...
- Júlia foi a Priscila que arrumou aquela armadilha para mim, pois é muita coincidência ela saber o que eu fiz. O assassinato aconteceu no dia do seu falso enterro. Meu namorado me ligou terminando o namoro comigo e pediu para que eu fosse na casa dele buscar as minhas coisas, porque ele iria viajar e assim eu fui lá. Quando eu cheguei no quarto dele e vi aquela cena, os dois deitados na cama dele e aquela arma, não pensei duas vezes, estava um pouco escuro.
- Kátia e se eles já estivessem mortos?! Como você falou, estava um pouco escuro, como você sabe que foi você?!
- Júlia as provas estavam todas contra mim, será que a Priscila armou aquelas provas.
As quatro amigas estão em casa.
- Kátia você não foi a festa da Priscila porquê?
- Sara achei melhor ficar em casa pra gente conversar.
- Kátia se for para falar do meu passado você já sabe de tudo, não quero mais falar dele.
- Ok, Sara. Não iremos mais falar sobre esse assunto.
Na cozinha...
- Júlia o passado atormenta Sara, ela não consegue se livra dele, vive a base de remédios, isso me preocupa. Faz tanto tempo que nós não visitamos a nossa família.
- Kátia com tantas confusões, não seria bom a nossa família nos ver nessa situação.
- Júlia, Sara e Deise possuem um passado obscuro.
- Kátia se alegre, o que importa é que todas nós estamos bem. Que tal um final de semana na praia, lá tem lugares lindos.
Na praia...
Priscila fala...
- Oi amigas, pelo jeito vocês também vieram para descansar, essa praia é linda, já vou. Tchau!
Deise indignada fala...
- Priscila dizia que amava a mãe e a colocou em uma clínica psiquiatra. E agora o que ela está fazendo aqui?!
No celular...
- Alô, Luísa está tudo pronto para retirada da Mara da clínica.
- Kátia você quer realmente tirar Mara da clínica psiquiatra?
- Sim. Luísa você dedicou anos de sua vida a essa empresa, você ajudou a crescer e a prosperar e agora Priscila te deixa de fora. Você tem mais direitos que ela.
- Kátia você tem toda razão, nós temos que tirar Mara daquela clínica, não foi justo o que fizemos com ela, nós nomeamos a Priscila nos negócios.
Na empresa...
- Faustão você já solucionou o nosso problema com a Luísa? Precisamos pegar os documentos que estão com ela, eles comprometem os negócios.
- Sim Priscila, mas Luísa tem outros documentos em mãos.
No apartamento...
- Sara você está passando mal? Vou chamar o médico.
- Kátia não precisa, já tomei os remédios, vou descansar um pouco.
Na sala...
- Júlia, Sara vai acabar nos matando de susto.
- Kátia que exagero, vai descansar também, você está exausta, deixa que eu cuido dela.
- O que você tem Sara? Você não está se sentindo bem? Você precisa reagir, não pode continuar se enchendo de remédios.
Na empresa...
- Alô aqui é da clínica psiquiátrica. Gostaria de falar com a Priscila.
- Sim é ela.
- Priscila sua mãe fugiu.
Priscila desliga o telefone e fica preocupada.
- Faustão, Mara fugiu da clínica.
- Priscila eu já tomei todas as providências, não lhe falei nada para não te deixar preocupada.
- Faustão você sabe o que vai acontecer com a gente se você não a encontrar?!
Priscila pensa...
Eu a coloquei lá porque era seguro e ela fugiu, alguém ajudou e eu vou descobrir quem foi.
 No apartamento...
 - Júlia você mal chegou e já vai sair, nós precisamos conversar.
- Kátia eu não demoro, começa a conversa sem mim.
Kátia fala...
- Deise, Júlia recebeu um telegrama e saiu às pressas, muito estranho.
No bar...
- Priscila você me assustou, o que houve?
- Júlia a Mara fugiu da clínica.
- Priscila ninguém foge daquela clínica.
- Júlia alguém deve ter ajudado, por isso eu te chamei aqui, preciso que você me ajude a encontrá-la. Eu desconfio de Luísa e Faustão.
- O que?! Priscila, por que eles iriam fazer isso com você?
- Júlia para pegar o meu lugar, foi um erro ter envolvido os dois no meu plano. O que eu faço? Nossas vidas correm perigo, eu não tenho nenhuma ideia por onde começar.
- Priscila o que eu puder fazer para te ajudar, eu vou fazer. Além de você quem mais sabia da clínica?
- Júlia eu mesma a levei para não ter problemas, mas pelo jeito não adiantou.
- Priscila quem foi junto com você no elicóptero?
- Júlia estão mortos.
- Priscila mortos, como podem estar mortos?
- Júlia eu mandei dar um fim neles, não é sobre isso que me preocupa, mas com a Mara.
- Priscila você já pensou se foi a Mara que planejou tudo isso, você pode ter arrumado um problema.
- Júlia foi fácil demais, não tinha pensado nisso, temos que achá-la, ela corre perigo.
- Priscila não era o que você queria, para ficar na frente dos negócios da empresa?!
- Não Júlia, Mara é minha mãe, como eu poderia fazer mal a ela. Nós temos que achá-la antes que eles a encontrem.
 No esconderijo...
- Mara você precisa ficar escondida, senão os homens da Priscila irão te achar, ela está louca atrás de você.
- Kátia deu tudo errado, era só para dar um susto na Priscila e se tornou realidade, como eu vou desfazer tudo isso? Tem uma pessoa poderosa por trás da Priscila, essa pessoa vai nos matar.
- Mara porquê Priscila te odeia?
- Kátia eu mandei matar o pai dela, ele descobriu os meus negócios, ele ia me denunciar e a Priscila sofreu abusos do meu ex namorado, eu não sabia que ela estava passando por isso. Por isso ela me odeia e com razão, mas agora é caso de vida ou morte. Kátia você tem que descobrir quem está por trás disso tudo, só assim nós vamos ter uma chance.
No apartamento...
- Sara você me deixou esperando, por que você não me ligou?
- Júlia eu esqueci. Igor me ligou para eu me encontrar com ele. Me desculpa! Meus pais estão me esperando para o natal, eu estou desesperada, meu filho está com saudades, e eu também. Só que eu não consigo esquecer o passado, ele não sai da minha mente.
- Sara você consegue.  Nem te contei, Mara fugiu da clínica com todos aqueles seguranças. Priscila acha que foi Luísa e o Faustão.
- Júlia no meu ponto de vista, Priscila tem toda razão. E você Júlia, de que lado você está?
- Sara de lado nenhum, Priscila pediu para que eu ajudasse a achar a mãe dela, mas sem pistas vai ficar difícil de achá-la.
Mensagem no celular da Kátia...
- Kátia é a Júlia estou indo para o hospital, Sara passou mal.
No hospital...
Kátia.
- Júlia eu e Deise viemos o mais rápido possível.
Júlia.
- Eu e Sara estávamos conversando e de repente ela passou mal.
Médico.
- Os médicos fizeram de tudo, eu sinto muito, ela só tem pouco tempo de vida.
Kátia.
- Sara vem tomando aqueles remédios que vai leva-la a morte, que sofrimento de ver Sara nesses aparelhos, eu me sinto tão mal por não poder fazer nada e vendo Sara morrendo aos poucos.
- Alô Kátia é a Luísa, Mara foi assassinada.
Júlia.
- Kátia quem era no celular?
- Mara foi assassinada.
Kátia.
- Oi Sara, você acordou?
Sara.
- Eu fui muito feliz por ter vocês como amigas, logo eu vou para casa ver o meu filho, se anima amigas nós estamos em Hollywood.
Na empresa...
- Priscila há dias que o Faustão não aparece, estou ligando para o celular dele e só dá desligado, fui até o apartamento dele e ninguém atendeu.
- Você tem alguma coisa a ver com o sumiço dele?
- Não Luísa. Eu não sou essa pessoa ruim, não me olha desse jeito como se eu fosse culpada pelo sumiço do Faustão.
A secretária avisa a Priscila da presença da polícia e pergunta se eles podem entrar.
- Luísa eu tenho que receber a polícia, por favor me deixa a sós com eles. Obrigada! Peça que a polícia entre.
- Sentem-se por favor. Bebem algo?
- Não senhora, obrigada!
- No que eu posso ajudar?
- Nós estamos investigando alguns assassinatos e descobrimos que todos as vítimas tinham alguma relação com a sua empresa.
- Policial a nossa empresa cresceu muito e os concorrentes não estão nem um pouco satisfeitos, com o crescimento dos negócios ganhamos muitos inimigos.
- Essas informações ajudaram muito senhora, obrigada.
- Luísa venha a minha sala por favor. Você e Faustão ficaram muito próximos esses últimos meses.
- Priscila o nosso assunto só era sobre a Mara. Eu escutei o que você e o policial conversaram, você não aprendeu nada do que sua mãe lhe ensinou, nós somos as próximas a morrer.
- Luísa você está enganada, eu aprendi sim, começando por você. Eu quero você fora da minha empresa.
- Não Priscila você não aprendeu, eu sou sócia dessa empresa, eu tenho 30 % e eu não posso ser mandada embora.
- Luísa você tem algum documento que prove o que você está falando?
- Priscila você acha que eu iria trabalhar todos esses anos sem nenhuma garantia, eu estarei na minha sala se precisar.
No hospital as amigas falam...
- Adeus Sara, nós odiamos despedidas, vamos para casa, você se foi para sempre...
 Na empresa...
- Luísa por favor venha a minha sala. Me desculpa, eu ando muito nervosa com toda essa situação. Mara foi assassinada, Faustão que não dá notícias e eu acabei descontando em você.
- Priscila eu entendo o seu nervosismo. Nós duas vamos achar o Faustão e quem assassinou a Mara.
Ao chegar em casa...
- Júlia por que você está mexendo nas coisas da Sara?
- Kátia eu só estou arrumando, eu sei que a Sara não gostava que mexêssemos nas coisas dela, mas alguém tem que fazer. Você sabia que a Sara foi violentada quando criança pelo pai? O pai a engravidou e obrigou a Sara a se casar com Pedro e mentir dizendo que o filho que ela esperava era dele.
- A Sara está morta, por que você quer falar do passado?!
- Kátia você sabia e não me falou nada.
- Sim Júlia eu já sabia, mas agora vou dormir porque estou exausta, não estou para ninguém, para ninguém.
Priscila na rua fala ao celular...
- Alô Júlia, o celular da Kátia está desligado, ela está?
- Priscila ela não se encontra.
- Júlia que horas a Kátia chega?
- Priscila não sei dizer.
- Júlia por que Kátia ajudou Mara a fugir da clínica? Por que você matou o Faustão?
- Priscila você quer saber a verdade? Eu matei o Faustão, ele me colocou atrás das grades, naquele lugar horrível e você sabe disso.
- Júlia, mas eu te ajudei em tudo.
- Ajudou, mas em troca de favores. Eu matei e mataria de novo se fosse preciso. Ouvi alguma coisa, é a campainha, vou atender a porta.
- O que você quer Priscila?
- Quero acertar as contas com vocês.  Estou com uma arma apontada para você.
- Priscila entre. Vamos conversar?
Priscila continua em pé na porta com a arma apontada para Júlia.
- Júlia no celular você não quis conversar, você desligou na minha cara. Qual é a sensação de ver Sara morta? E por que vocês não fizeram nada para salvá-la? Eu a envenenei em baixo dos seus olhos.
- É mentira sua, Priscila você está mentindo.
- Sim Júlia, a Sara ficou naqueles aparelhos pedindo para que fossem desligados, como a Sara sofreu e vocês não fizeram nada para salvá-la.
Júlia entra em desespero...
- Sara não pode ser.
- Júlia pode ser sim, pode chorar. Sara está morta, eu a matei e mataria de novo se fosse necessário.
- Priscila você me paga, eu vou matar você com as minhas próprias mãos.
- Não Júlia, você não vai me matar, você esqueceu eu estou com uma arma apontada para você.
- Priscila assim é fácil, com uma arma nas mãos. Você tem medo de que?
- Júlia eu não vou sujar as minhas mãos com você. Adeus!
Kátia acorda com um barulho de tiro...
- Que barulho foi esse? Parece com tiro e vem da sala. A porta está aberta.  Júlia, Júlia, acorda! Ela está morta!
O celular toca...Kátia atende.
- Kátia eu vou matar você, assim como eu matei a Júlia com um tiro e a Sara envenenada.
- Quem está falando? É você Priscila?
Ela não respondeu e desligou o celular.
Kátia pensa...
- Júlia morta e Sara também. Priscila vai vir atrás de mim, eu tenho que fugir antes que essa louca volte. Alô é da delegacia? Houve um assassinato no meu apartamento, vou lhe falar o meu endereço... Alô Deise, venha para casa, Júlia está morta.
- Kátia, a Júlia está morta? Vou para casa agora.
Deise chega em casa.
- Kátia o que houve? Júlia está morta, o que aconteceu? Eles estão levando o corpo dela, eu nem pude vê-la.
- Deise foi Priscila que a matou e agora ela vem atrás de mim, eu tenho que sair daqui o mais rápido possível. Já está quase tudo arrumado, tem dois policiais, eles irão nos acompanhar.
- Kátia eu li o diário da Júlia e vi que Caio não era irmão dela, mas sim seu filho.
- Deise que confusão, minha cabeça vai explodir.
- Kátia tem mais, Júlia matou o pai.
- Por que a Júlia matou o pai do filho dela?
- Kátia, Caio não queria a criança, você lembra?! Júlia e Sara iriam nos contar os segredos delas, só que a Priscila chegou na hora com a notícia da morte do Faustão. A Sara entrou em pânico. Kátia eu também ia contar o meu segredo.
- Deise nesse momento o mais importante é que me salve, tem uma louca atrás de mim.
- Kátia, mas ele está bem?
- Deise quem está bem?
- O Michel.
- O que tem o Michel?
- Kátia eu menti, eu não levei o Michel para os meus pais, eu dei para uma família.
- Deise como você pode ter mentido, mas agora nós temos que ir. O Michel está bem cuidado. O meu ex namorado era adotado e teve uma criação incrível.
Em outro local...
- Deise os corpos já foram liberados, eu vou levar a Sara e Júlia para o interior. Você continua lendo os diários? Queimem antes que a polícia coloque as mãos neles e nos faça perguntas.
- Kátia você sabia de tudo?
- Da Sara eu sabia, que ela tinha sido violentada pelo pai, mas da Júlia eu não sabia, só desconfiava.
- Kátia por que Priscila está atrás de você?
- Deise eu ajudei a Mara a fugir e a levei para a morte, ela estava desconfiada da Luísa foi aí que ela caiu na minha armadilha.
- Kátia por que vocês fizeram isso com a Priscila?
- Sara tomo o marido dela, Júlia o matou e você matou a mãe dela.
- Deise vamos deixar o sentimento para trás, temos muita coisa para fazer, eu tenho um esconderijo, a Priscila não vai me achar. Aqui no mesmo aeroporto internacional onde chegamos com tantos sonhos, estou voltando para casa com os corpos. Aqui nós nos separamos, se cuida Deise. Adeus!
- Kátia eu não vou deixa-la sozinha, vamos juntas.
- Deise tem uma louca atrás de mim, ela quer me matar, estou com tanto medo. Deise você não precisa vir comigo, Priscila só quer a mim.
- Kátia vai dá tudo certo, eu vou estar com você até o fim. Deise pensa...
- Katia nunca teve medo, mas é para ter mesmo, Priscila perdeu tudo por culpa delas.
Meses depois no interior...
- Deise tem alguém lá fora.
- Kátia é o vento ou algum animal.
- Deise vou ver. Vem ver, é a Priscila, ela nos achou.
- Eu sei que vocês duas estão aí dentro, não adianta tentarem fugir, vocês estão cercadas pelos os meus homens. Se vocês duas não saírem, eu vou colocar fogo na casa com vocês duas dentro, não tem como vocês fugirem. Saiam agora!
- Deise vamos fugir pelo caminho secreto, abaixa-se, lá está o barco na beira do rio.
Priscila dá ordens para os homens:
- Entrem e tragam elas para mim, mas vivas.
Os homens falam...
- Senhora, elas não estão em lugar nenhum da casa.
- Homens como elas não estão?! Eu fui enganada, encontre-as, quero elas vivas ou mortas. É uma ordem.
- Senhora achamos uma saída secreta, foi por ali que elas fugiram.
- Homens muito bem, arrumem um barco depressa, vamos atrás delas.
Priscila aos gritos...
- Kátia e Deise, vocês irão me pagar por tudo o que eu passei, vou dar uma morte bem lenta para vocês.
Os homens...
- Senhora está escurecendo, é melhor voltarmos amanhã.
- Eu dobro o valor de cada homem, se continuarmos a procura.
Deise.
- Kátia, a Priscila está aos gritos com os cães de caça, não tem como fugirmos.
Kátia e Deise são encontradas pela Priscila.
Priscila fala:
- Kátia você vai me pagar por tudo que me fez. Homens peguem a Deise e jogue para os cães.
Deise fala:
- Não, me solta, me solta.
Kátia fala:
- Priscila solta a Deise, é a mim que você quer.
Priscila dá gargalhadas...
- Homens joguem Deise aos cães.
Kátia.
- Priscila manda soltar a Deise por favor, me jogue aos cães.
Kátia desmaia de tanto pavor.
Priscila
- Kátia acorde, os homens estão esperando as minhas ordens para jogar Deise aos cães e eu quero que você veja. Por culpa sua que Deise vai ser devorada pelos cães.
Kátia
- Priscila, Deise é inocente, por favor eu lhe imploro, deixa-a ir.
Priscila
- Kátia quando você matou a minha mãe, ela implorou pela vida e você a matou.
Kátia perto vendo Deise toda ferida, as lágrimas descem.
- Deise eu sinto muito.
Deise sorrir.
- Kátia foi a minha escolha.
Priscila
- Kátia você me deu um trabalhão, mas chegou a sua vez de morrer, eu vou jogar você aos cães para ser comida viva.
Kátia se desespera.
- Priscila, Deise está muito ferida, por favor tira os cães de perto dela, se continuarem a atacá-la, irão matá-la.
- Me perdoa.
Priscila
- Kátia eu não te perdoo, por culpa sua minha mãe morreu e Luísa é a única dona da minha empresa, eu perdi tudo. Kátia olha para mim quando eu estiver falando. Por que você está com esses olhos arregalados?
Os homens correm...
- Homens para aonde vocês vão? Voltem todos agora é uma ordem, senão eu vou matar todos vocês.
Priscila se assusta.
- Você Luísa não pode ser! Eu mesma enterrei você.
Luísa
- Sim Priscila você me enterrou e eu estava lá, muito obrigada pela cerimônia.
- Se você Priscila passar daquele portão, eu deixo você viver, caso contrários eu solto os cães. Eu vou contar de 1 até 10 por consideração a sua mãe.
Priscila:
- Luísa se eu conseguir, eu volto e você vai me pagar por tudo.
Luísa:
- Eu vou dá ordem para que soltem os cães.
Priscila corre e chega até o portão, se depara com ele fechando e olha para trás e vê os cães vindo em sua direção, grita por socorro.
Kátia.
- Deise me perdoa.
Luísa
- Homens ela está com uma dinamite nas mãos, se ela puxar, nós morremos. Eu vou distrai-la e vocês atirem nela. Kátia acabou você e Deise irão para casa, coloque essa dinamite no chão e eu vou me abaixar par apegá-la.
Kátia.
- Oi Deise você está viva?
- Kátia está doendo muito, você tem uma arma faça a dor passar.
Kátia vendo a situação da Deise, se distrai.
Luísa.
- Homens me dá uma arma, eu mesma quero matá-la.
Luísa se abaixa e pega a dinamite das mãos de Kátia e fala:
- Kátia estão todos mortos. Mara, Priscila, Faustão, Sara, Júlia e Deise. Só falta você.
Kátia abraçada com Deise e olhando para Luísa que tem uma arma apontada em sua direção.
Luísa.
- Adeus Kátia e atira.
Luísa continua abaixada rindo de felicidade, fala em voz alta.
- Todos estão mortos...
Quando ela ia se levantar, se depara com Deise rindo, com uma arma nas mãos apontada para ela.
Deise.
- Você se esqueceu que Kátia só andava armada e você também vai para a lista.
Luísa.
- Deise você está viva?! Pensei que estivesse morta.
- Sim Luísa, mas você não e atira.  Adeus!
Os homens veem a chefe sendo morta e levam um susto e um deles atira na Deise. E assim acaba o sonho de todas.
FIM!
Maria de Lurdes
Enviado por Maria de Lurdes em 26/10/2019
Código do texto: T6779896
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Sobre a autora
Maria de Lurdes
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 53 anos
22 textos (2091 leituras)
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