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A Falsa Ruiva

Não seja formal, meu bem!
De tanto formol você não vai mais tão bem
Se faz de neném
Para esse seu amado “sensacional”
Porque eu não te quero nem por bem
Para a festa do meu carnaval
Saiba que sou assim o teu porém
E o contra mais banal
Que te viu além
De suas apresentações “capa de jornal”

A falsidade é crua meu bem
E o pior marketing pessoal
Sei que tu quer ganhar o seu desdém
Mas não sou teu produto promocional
Vai e se faz de neném
Todos têm alguém afinal
Mas fique longe do meu bem
Porque eu preservo o meu carnaval
Saiba que sou assim o teu porém
E o contra pessoal
Não te quero como meu bem
Nem te quero afinal

Seu cabelo seja ele como for
Não me chama mais atenção amor
Te disse algo sobre falsidade
Eu te disse algo sobre honestidade?
Sei que tu podes enganar quem bem quiser
Mas não vale mais a pena sangrar
O sangue que apenas você quer

E por falar de sangue, não o cubra com o seu cabelo
A cor do nome não se vê pelo reflexo do espelho
Quero que tu saiba o que eu te represento
Longe da sua casa do seu confinamento
A matéria bruta contra todo o seu argumento
Não seja aquela puta cheia de sentimento
Você é a falsa ruiva de todos os nossos momentos

Eu nem te quero por bem
Nem te quero afinal
Vá e seja aquele neném
Que brinca com formol
Maycon Batestin
Enviado por Maycon Batestin em 25/08/2007
Reeditado em 25/08/2007
Código do texto: T622838
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Maycon Batestin
São Paulo - São Paulo - Brasil, 33 anos
2645 textos (108290 leituras)
3 e-livros (207 leituras)
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Maycon Batestin