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A busca

A busca
 
No caminhar cotidiano deve-se valorizar as pequenas coisas da vida...
Em busca da felicidade, sabe-se que a felicidade é um estado de espírito, e que é constituído de pequenos instantes plenos em sua beleza...
Com tudo, estes impulsos e valores são incutidos pela sociedade, e ao tentar resolver a situação-problema fazemos um shutdown, com objectivo de conseguir forças para ir em frente, conscientes que inerente a este processo efectuado
pode-se perder parte de ficheiros considerados importantes...
Fazê-mo-lo, por vezes como válvula de escape...
Mas depois de perder deve-se tentar recuperá-los e ou fazê-los novamente, com a certeza de que nunca vão ser como antes...
E para que não tenha estas actitudes novamente devemos sempre: buscar, errar, concertar, perdoar, cair e levantar, mas nunca arrepender-se, pois tudo, tudo,
que acontece, em qualquer que seja o momento, serve de experiência e aprendizado, por isso, devem não só:
Valorizar o sorriso, mas sim fazer com que este sobressaia as tristezas;
Enaltecer o sucesso, mas sim aprender com os fracassos;
Edificar e fazer valer-se de aplausos, mas sim encontrar a alegria que existe no anonimato;
Reconhecer que os desafios não são tudo, mas sim perceber que vale a pena viver, qualquer que seja o momento;
Compreender que a felicidade não é uma obra do destino, mas sim uma conquista instrospectiva inerente cada um;
Vitimar se por qualquer motivo consoante os problemas da vida, mas sim entender que na história da cada vida és o próprio autor;
 
E assim após todo este aprendizado, ter a capacidade de atravessar o deserto fora de si, fora dos limites interiores, na busca incessante de encontrar o oásis oculto da alma, agradecendo sempre, cada instante, tudo, a quem é de direito: Deus, principalmente pelo milagre da vida, incutindos valores e conceitos, onde não demonstre medo dos próprios sentimentos, e saiba falar de si com o coração aberto, tendo coragem para ouvir um NÃO, segurança para
receber uma crítica, mesmo que considere injusta, ser capaz de amar, transpor carinho aos que lhes são próximos e queridos, mesmo que estes tenham deixado marcas, mágoas.., deixar viver a criança que mora em cada um de forma simples, livre e alegre, reconhecer com maturidade os erros e ousadia para solicitar o perdão, sensibilidade para admitir e expressar que precisa de alguém, e capacidade de dizer repetidas vezes que ama, a quem se ama...
A vida mostra as mais belas oportunidades para ser feliz, considere-se amante da alegria e amigo da sabedoria, e quando nesta longa caminhada CAIR, errando o caminho, levante, recomeçe tudo de novo, e com esta bagagem adquirida nas caminhadas anteriores, tens um melhor sentido de direcção e por vezes um coração mais apaixonado pela vida, descobrindo que nunca deve-se desistir das pessoas que se ama, de ser feliz, de cada um de nós, pois no espetáculo da tua vida és o personagem principal, e sendo assim és  responsável por cada cena, cada acto....

Carolzita
Enviado por Carolzita em 09/04/2006
Reeditado em 10/04/2006
Código do texto: T136440


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Sobre a autora
Carolzita
Portugal, 46 anos
453 textos (62784 leituras)
5 e-livros (754 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/09/20 03:59)
Carolzita