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AMOR ANTROPOLÓGICO

Em todos os cantos do mundo, em todos os idiomas, poetas, poetisas, rimadores e cantadores todos discorrem sobre o amor.  Em estudo antropológico, pode-se admitir aí, a grande falta que o afeto dirigido faz ao ser humano. Este afeto, seja ele dimensionado em formas e tempo variados, será sempre, como provado por atos e atitudes dos envolvidos,  na ausência de algo capaz do preenchimento físico e psicológico do individuo. Estudos anteriores nos arremetem aos casos de, tanto nos homens considerados importantes em nossa história, quanto a viventes e moradores em periferias, a necessidade de se firmarem apoiando em alguém.  A falta deste complemento físico, amoroso é fruto de obras grandiosas escritas durante séculos, como exemplo, Romeu e Julieta, dentre outros desconhecidos pelos encarnados.
Nos grandes centros, nas vilas ou cidadelas, encontramos diversos casos de casais que, em nome do amor, cometem grandes absurdos. Cenas trágicas quase sempre vêm nas manchetes impressas em jornais, revistas, na televisão ou em rádios.
O que leva o homem planetário a esta ausência constante de afeto? Porque este vazio é constantemente incomodativo e avassalador? Se procurarmos, ainda no tempo passado, veremos os grandes assassinatos em nome de um sentimento de posse integral do homem para com seu semelhante e, em todos os vínculos, seja este vinculo feminino ou não. Contribuímos para a irracionalidade afetiva há tempos.  Somos portadores, provavelmente genético, de enorme gama herdada de nossos antepassados, as quais, somente com muita força de vontade, estudando a prótese genética do ser humano, criada seqüencialmente, através de pelos menos três mil anos, de pai para filho. Pai aqui está diretamente relacionado aos pais, com mérito igual para a genética materna. É necessário para o nascimento do individuo, seja completa a interação do óvulo e esperma, sabemos da existência de, talvez, bilhões de caminhos criados pelas, também bilionárias micros células envolvidas na formação do ser. Há ainda, nesta formação interagida por necessidade reencarnatória. O sentimento dos, aqui, denominados outros participantes, constitui nesta formação pós-fetal, o desenrolar do caráter individual. A pressão ambiental criada por todos os atores envolvidos pode levar a instalação de sentimentos variados, como perda, ausência afetiva, que leva inicialmente a dependência constante de outrem, determinando ainda a insegurança para toda existência do ser atingido.
O homem procura a causa dos grandes males físicos criados por doenças ainda, sem cura. Quer obter através de estudos e, em inúmeros casos conseguindo, desenvolveu remédios em laboratórios, capazes de sanar ou minorar o acometimento de doenças, mas em todos os remédios há o outro lado, o lado negro para a estrutura física do acometido; os efeitos colaterais.
A ciência procura desenvolver-se. Quer chegar ao Criador, na sua forma, em sua essência. Descobriu como viajar em velocidade mirabolante. Aprendeu a medir distancias, ontem inimagináveis. Consegue modificar, pensando em melhorar geneticamente o animal irracional, o alimento, como se necessária fosse esta modificação. Este mesmo homem da ciência ainda não conseguiu a mais importante das descobertas; a descoberta de si mesmo. Da sua origem genética milenar, do envolvimento causador de sua reencarnação,  da energia construtora de inúmeros processos vitais. Muitas vezes, alegóricas demonstrações cientificas são colocadas e expostas, num conhecimento pouco prático, ou melhor dizendo, quase sem utilidade, demandando uma vultosa soma em erário muitas vezes capazes estes erários, na melhora substancial do mal principal da humanidade, a miséria e, conseqüentemente a fome. Este dois males, também são de procedência reencarnatórias, aqui se fala na miséria e fome juntas, mesmo sabendo da necessidade do reencarnado viver desta maneira não se pode deixar passar fome quando se tem forma prática e sem mágicas de minimizá-las.
Quando Jesus aqui esteve, deixou um grande legado aos seus pós-habitantes deste planeta; de como proceder. Deixou, o que aqui podemos chamar de manual de sobrevivência coletiva. Ou seja: O Evangelho. Posteriormente, em seqüência evolutiva, nasce na França Hyppolyte Leon Denizard Rivail,  Alan kardec, codificando o “manual espírita”, segundo Jesus Cristo,  um visionário, um grande e amoroso seguidor do Cristianismo, coletando e transcrevendo ítem a ítem, não sem questionamentos a cada palavra que lhe era passada por espíritos iluminados.
Tudo isso aí escrito, com o intento de procurar uma resposta a esta necessidade de cada um dos seres deste planeta terra, a falta que faz um carinho, um amor ainda inexistente neste orbe. Se existe, iluminado seja sempre o portador deste sentimento. Sem com isso, desmerecer o grande esforço feito, muitas vezes a duras penas por estes abnegados homens e mulheres encarnados e comprometidos com a benevolente ajuda ao seu próximo. Dá-se aí o início ao aprendizado.

Paz a todos, pois o amor verdadeiro vem do Alto.
Somos todos iniciantes e, esforço seja feito para um aprendizado melhor.
Comecemos com o mais fácil, aprendamos a respeitar aos conviventes do mesmo teto; pais e filhos, irmãos e irmãs, respeitando-os, estaremos em pleno exercício de amar o próximo como Jesus nos ensina.
Fora de casa, ao que parece, fica mais difícil edificar este amor, mas que não haja desistência. Sejamos fieis a fé que tanto apregoamos. A luz do Divino Mestre esteja sempre em cada um de nós.
Paz.
O amor verdadeiro se fez.
Veio do Alto.

Psicografado por Hilton Marcos
autor: Espírito Amigo
kmmarcos
Enviado por kmmarcos em 17/10/2007
Reeditado em 20/08/2012
Código do texto: T698460
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
kmmarcos
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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