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Trigésimo primeiro contopoesia ou solidão imensa e dor infinita






               Sobe no ruído, esta pele das palavras, um delicado aviso...
               Pode ser um carro, um ônibus, um pássaro, alguém dormindo, alguém acordando, um livro caindo, o despertador fazendo o sono pular da janela...
              Ela, como sempre, apenas vira para o outro lado e finge não ver a manhã escancarada no seu quarto, iluminando a solidão imensa e esta dor infinita...












                   
Francisco Zebral
Enviado por Francisco Zebral em 25/10/2019
Código do texto: T6778582
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Francisco Zebral
São Paulo - São Paulo - Brasil, 59 anos
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Francisco Zebral