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AMANDA V - ESPERANÇA (1991) I - PARTE 3

                                 III – ESPERANÇA (1991)

                                         Amanda devolveu o telefone a Marco.
- Gostou da notícia, professor?
- Adorei! Meus parabéns!
- Obrigado.
- Seu pai já sabe?
- Não, eu mesmo fiquei sabendo agora! Vou contar pra ele amanhã, pessoalmente. Quero ver a cara do velho.
- Ele vai ficar muito feliz também, tenho certeza. Meus parabéns de novo, Marco. Sem puxa-saquismo, fico feliz que meu primeiro neto tenha um pai como você.
   Marco sorriu.
- Obrigado, professor.
- Tchau, filho.
- Tchau.
   Marco desligou o telefone, emocionado.
- Ele me chamou de filho...
   Amanda riu e acariciou seu rosto.
- Nunca tinha feito isso?
- Não... Estou me sentindo um Rotemberg.
   Ela riu mais ainda e o abraçou.

                    *************************************

      Na manhã seguinte, Marco e Amanda fora até a casa dos pais dele na João Dias. O sábado bonito sempre convidava Antônio a lavar o carro e era o que ele fazia, na garagem de casa quando os dois chegaram.
  Quando viu o Escort estacionar diante do portão, Antônio parou o que fazia e veio receber os dois na calçada.
- Bom dia, seo Antônio, ela falou, beijando o rosto dele e recebendo seu beijo.
- Tudo bom, filhota?
- Tudo...
- A Laila estava esperando por você pra fazer o almoço.
- Eu estou já indo lá.
   Amanda entrou na casa e Marco trancou o carro e aproximou-se do pai, beijando seu rosto.
- Oi, pai.
- Bom dia, filho.
- Fui até a imobiliária duas vezes esta semana, você não estava... Liguei...
- É, a Hilda falou. Eu estava em Blumenau.
- Fiquei sabendo ontem à noite, pela mamãe. Viajou de novo a negócios...
- E eu viajo por outro motivo?
- Não viaja a passeio porque não quer. Se o problema é a Mariana, pode muito bem deixá-la com a gente. Já ficou outras vezes.
- Sua mãe acha que atrapalha vocês...
- Já dissemos várias vezes que isso é desculpa esfarrapada de vocês...
    Mariana, com um ano e meio, apareceu correndo e veio abraçar o irmão que a ergueu nos braços, beijando seu rosto.
- Como vai minha princesa? E meu beijo?
   A menina o beijou com um beijo molhado e estalado.
- Ai, que beijo gostoso! - ele disse, beijando o pescoço dela que ria. – Você está dando trabalho pro papai, garota?
- O dobro do trabalho que você deu, disse Antônio, beliscando a filha na barriga.
- Sério, Mariana?
   A menina apenas balançou a cabeça confirmando e sorrindo. Os dois riram.
- Vai me deixar de cabelos brancos antes de completar quinze anos, não é, baixinha? - perguntou Antônio lhe fazendo cócegas.
   Mariana riu e encolheu-se, escondeu o rosto no ombro do irmão.
- Sinto dizer, mas eu vou ajudar nisso, disse Marco.
- Ajudar? Como?
- Vou te dar um neto...
   Antônio encostou-se no Escort e ergueu as sobrancelhas.
- Você está brincando...
- Não estou. Eu e a Amanda estamos grávidos! - disse ele, sorrindo.
- Poxa vida! Parece brincadeira, filho...
- Mas não é. Está feliz?
   Antônio aproximou-se dele e o abraçou forte.



                                ESPERANÇA (1991)
                                        PARTE III

                            DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!
         SEJAMOS, TODOS, LUZES NA ÁRVORE DE NATAL DO CRISTO!
                            UM NATAL DE HARMONIA A TODOS!
Velucy
Enviado por Velucy em 15/12/2018
Código do texto: T6527385
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Velucy
São Paulo - São Paulo - Brasil
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