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A sua versão

Bom, havia uma menina que teve seu primeiro namorado, há algum tempo atrás, e como os de outras pessoas, tudo no começo era às mil maravilhas. No início da relação ela o colocava sempre em primeiro lugar não importava o que fosse, sempre fala dele no presente no passado e até no futuro, essa menina conseguiu completar aproximadamente um ano e meio com ele. E assim, ela por ser nova achava que tudo era normal. O fato dele fazer aniversário no mesmo dia que ela, a fez imaginar que eles eram almas gêmeas. E por achar que tudo estava indo bem, não sabias que o mundo e totalmente diferente dos teus sonhos. Pois para chegar à onde estar teve que passar por muitas turbulências. A moral é que... não sabe ela se era amor aquilo que sentia por ele, mas se for o caso, pode-se dizer que o amor muitas vezes cego as pessoas, faz com que nos tornamos submissos a alguém que apenas quer você por perto por questão de ego, sem se importar com o interior delas.
Hoje, depois de tanto tempo voltei a me indignar, com quem estaria verdade. Comigo ou com o João, em certos momentos sou levada a acreditar que não estivesse nem com um e nem com o outro ou melhor com ambos, naquele plano entre a minha realidade e imaginação em que se uniu os contrários. A verdade passa a depender do ponto de vista em que colocamos. Pois muitos falam que quando acaba uma relação entre um homem e uma mulher, dizem quem sofrem primeiros, são as mulheres, mas isso não aconteceu comigo de imediato. Muita coisa veio me acontecer depois do reencontro na livraria. Ali naquele exato momento percebi a quão burra eu fui, em deixar para trás o amor de minha vida, por certas influências de umas colegas, joguei tudo para o alto. Agachei a cabeça suavemente deixando os cabelos caírem sobre o rosto para esconder as lagrimas que sai dos meus olhos . tudo dentro de mim estava gritando de raiva de meu erro, encostei o rosto no travesseiro em busca de algum sinal que aliviasse meu sentimento de abandono. agora em pé cujo o rosto voltado pára a janela, um instinto feroz de posse me dominou dizendo para ir atrás dele. Com ou sem memória, as coisas deveriam volta a ser como havia sido antes...
Laécio Moreira
Enviado por Laécio Moreira em 23/01/2019
Código do texto: T6557479
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Sobre o autor
Laécio Moreira
Ceilândia - Distrito Federal - Brasil, 26 anos
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Laécio Moreira