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LAUDES MATUTINAS

O sol a despontar-se no final do horizonte
O qual contemplo da janela de meu quarto
Após uma longa noite escura e fria
A que maltratava a todos os filhos da vida
Pelos fantasmas que ingenuamente criamos
Oriundos de nossos medos e angústias
Ou que o mundo nos ensinou a neles acreditar

Ó bendita alvorada!
A desvanecer assim as sombras de nossos maiores temores
Iluminando-nos com a sua luz
E a aquecer-nos com o seu fulgor

Ó Dia tão esperado por todos
Ainda que Dele mesmo nada conhecemos
Louvado seja o teu precioso tempo em nossas vidas

Vinde, então, ó Luz sempiterna
Vinde a nós ó Aurora dulcíssima e bela
Expulsais para bem longe nossos ridículos medos
E não permitais de novo que as sombras desta noite nos domine
Aquela a qual neste momento fora embora
Mas que antes não permitia crer no amanhecer do outro dia
Não nos deixeis sermos tragados pela penumbra de nossos erros
Ou pela insensatez de nossa covardia

E, assim, vinde
Ó Raios do fulgor matutino
Vinde em nosso auxílio neste tempo que se inicia

É o que vos pedimos em nome de vosso amor infinito
Assim seja!
Paulo da Cruz
Enviado por Paulo da Cruz em 12/09/2016
Código do texto: T5758958
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo da Cruz
Curvelo - Minas Gerais - Brasil
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Paulo da Cruz