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Alma Solitária

A alma oceânica canta com sua encantadora voz
E num raio de ternura desvanece ao cair da lua
Doce anjo de candura, caído e do mundo escondido…
Agora abrange sua voz no topo da colina fria, sombria…
A última lágrima cai pelos rios escuros…
A sombra sombria corre pela floresta
Dor…
Rancor…
Uma batalha mental pelo seu próprio domínio total.
Angelus Rafael
Enviado por Angelus Rafael em 23/09/2008
Código do texto: T1192965

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Sobre o autor
Angelus Rafael
Jundiaí - São Paulo - Brasil, 32 anos
13 textos (400 leituras)
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Angelus Rafael